Desmistificando a atuação dos fundos no mercado de café
Propomos lançar luz sobre os principais agentes causadores da volatilidade: os famigerados fundos que investem nos contratos de café da bolsa.
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Propomos lançar luz sobre os principais agentes causadores da volatilidade: os famigerados fundos que investem nos contratos de café da bolsa.
O gerente geral da Embrapa Café, Aymbiré Francisco Almeida da Fonseca, está participando, esta semana, de 9 a 11 de setembro, em Petrolina, PE, de um esforço realizado por várias instituições com o objetivo de conhecer o potencial da região semi-árida nordestina para produzir café conilon. A iniciativa partiu da intenção, manifestada pelos produtores participantes do Projeto Pontal, em produzir café dentre as possibilidades existentes para produção agrícola numa área de expansão de oito mil hectares na região.
O presidente Barack Obama tem afirmado que os padrões de consumo nos EUA precisam mudar. Ou seja, os EUA deverão deixar de ser o dinamizador do comércio mundial. Para o presidente norte-americano, os países com superávit de comércio com os EUA deverão buscar alternativas para alocar sua capacidade produtiva, construída para atender à crescente demanda norte-americana, estimulando o desenvolvimento dos seus mercados domésticos. Não há por que não acreditar nas afirmações do presidente dos EUA. É isso mesmo que deve acontecer.
O governador Antonio Anastasia entregou, na última sexta-feira (16), no Palácio Tiradentes, os prêmios aos primeiros colocados do 8º Concurso Estadual de Qualidade dos Cafés de Minas Gerais. Durante a solenidade, Anastasia assinou mensagem encaminhando à Assembleia Legislativa do Estado projeto de lei que institui o Fundo Estadual do Café (Fecafé), com o objetivo de promover o desenvolvimento econômico e social, a competitividade e a sustentabilidade da cadeia produtiva do café.
A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) encaminhou neste mês ao Mapa várias propostas de mudanças nas normas do crédito rural, para tornar ágil a aprovação dos financiamentos e elevar o volume de recursos dos bancos privados para o agronegócio. A instituição propõe que as mudanças sejam postas em prática já em 2011/2012.
Os recursos para Aquisição Federal do Governo (AGF) e outras medidas a serem tomadas em breve pelo Ministério da Agricultura na área do café estão garantidos, independentemente da situação mais delicada de orçamento para as demais culturas. Essa divisão é possível, conforme explicou à Agência Estado o secretário de Produção e Agroenergia do Ministério da Agricultura, Manoel Bertone, porque as contas estão separadas.
O secretário de Produção e Agroenergia do Mapa, Manoel Bertone, afirmou que serão realizados quatro leilões, com vencimento das opções em novembro (1 milhão de sacas), janeiro (800 mil sacas), fevereiro (700 mil sacas) e março (500 mil sacas). O valor de exercício será de, respectivamente, R$ 303,50, R$ 309, R$ 311,70 e 314,40 por saca, estabelecidos de acordo com o preço mínimo do café somado aos custos de transporte e armazenagem do produto.
O presidente do Conselho Nacional do Café (CNC), Gilson Ximenes, considerou que a segunda projeção para a safra 2009 de café divulgada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), "está perto do correto". Ele ponderou, no entanto, que a produção deste ano é particularmente difícil de ser mensurada, por causa da redução dos tratos culturais ao longo do ano passado e em 2009, com menor aplicação de insumos.
Conselho firma parceria com startup que captura automaticamente as informações da programação dos navios nos terminais portuários
Entidade representa 330 mil produtores, sendo 78% pequenos cafeicultores assistidos por 94 cooperativas espalhadas nos 16 estados que produzem café
Vivemos uma grande transformação no mundo todo e no café não é diferente. Para falar em transformações no mundo do café, inevitável recorrermos as bem traçadas "3 ondas de consumo do café",
Caso bilionários decidam investir pesado no desenvolvimento de pesquisas destinadas a promover a adaptação aos efeitos da mudança climática, serão capazes de lidar com as pressões de companhias multinacionais com décadas de experiência no desenvolvimento de fertilizantes e sementes? Por Bruno Varella Miranda, mestre em Administração pela USP e doutorando em Economia Agrícola pela Universidade de Missouri - Columbia.
O Grupo Gestor Estadual (GGE) do Plano Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC) está presente em 23 regiões do País. Até o final de dezembro deste ano, a meta do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), com o apoio dos governos estaduais, é instituir o GGE em mais dois estados: Alagoas e Sergipe. Para 2013, a previsão é de instalação do espaço no Acre e no Amapá.
Presidente da Associação de Cafés Especiais do Norte Pioneiro do Paraná (ACENPP) reivindica, na presença do secretário de estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Norberto Ortigara, investimentos públicos na qualificação dos profissionais que darão o suporte aos produtores na busca pela excelência da qualidade do café, durante Ficafé 2012.
Tendo em conta que o desafio para os cafeicultores colombianos é a recuperação da produção, que foi gravemente afetada pela passada onda de inverno, a Federacafe (Federação Nacional dos Cafeicultores da Colômbia) se colocou na tarefa de liderar a migração para uma cafeicultura caracterizada pela tecnificação.
Pela repercussão na imprensa, está claro que o tema da oferta de alimentos está ganhando um novo status. Os artigos recentes publicados por Marcos Jank, Lester Brown e pelo ex-ministro Roberto Rodrigues mostram que o tema pode ser abordado a partir de diferentes perspectivas. As três manifestações, no entanto, cada uma à sua maneira, indicam a mesma origem para a elevação dos preços internacionais: a demanda por alimentos e produtos agropecuários vem crescendo com vigor nos últimos anos e a oferta - também porque acontecem eventos climáticos que a compromete em partes do mundo - não tem sido suficiente para repor estoques mundiais. O mercado identifica essa situação, empurrando os preços para cima.
Com certa frequência, o agronegócio, diante de dificuldades objetivas - valorização da taxa de câmbio, os elevados juros, o descompasso de preço dos insumos e do produto final, o alto custo logístico, e as pressões comerciais dos importadores - encontra na renegociação das dívidas a única alternativa para a sua continuidade. Porém, do ponto de vista das políticas públicas deve-se decidir qual aplicação do recurso tem maior retorno social: na renegociação das dívidas ou nos investimentos em logística? Na subvenção ao seguro rural? Na subvenção ao crédito agrícola?
O CNC (Conselho Nacional do Café), entidade que representa os cafeicultores do Brasil, manifesta surpresa e insatisfação para com a estimativa da produção de café do Brasil divulgada pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), no dia 19 de novembro. A diferença apresentada pela projeção do USDA em relação à da CONAB, de 5,25 milhões de sacas, corresponde à colheita do quinto maior produtor de café do mundo.
Em meio às dúvidas levantadas pelos exportadores de café sobre o favorecimento dos grandes produtores nas subvenções concedidas pelo governo nos leilões de Prêmio Equalizador Pago ao Produtor (Pepro), o secretário de Produção e Agroenergia, Manoel Vicente Bertone, do Ministério da Agricultura, sai em defesa das operações realizadas no ano passado. "Se você for analisar, o Pepro do café é o programa de subvenção que proporcionou uma maior pulverização entre os produtores", afirmou.
Leia na íntegra o ofício enviado pelo CNC a Wasmália Socorro Barata Bivar, presidente da comissão especial de planejamento, controle e avaliação das estatísticas agropecuárias - CEPAGRO/IBGE.
Em reunião realizada, ontem, 24/1, o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou proposta do ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Luís Carlos Guedes Pinto, de incluir em um único voto as linhas de crédito de custeio, colheita, estocagem e Financiamento para Aquisição de Café (FAC), com os recursos do Funcafé.
Os temores de que a economia mundial possa esfriar e derrubar as cotações das <i>commodities</i> não devem se confimar, pois a demanda global por combustíveis tem crescido tanto que se houver um esfriamento, poucos esperam que dure muito.
Diversos indicadores do desempenho da economia brasileira são freqüentemente divulgados na mídia e em estudos acadêmicos, fundamentando tal argumento. Podem-se citar, dentre outros, a participação expressiva do agronegócio no PIB, na geração de empregos, que promove a distribuição de renda, nas exportações, e a considerável contribuição para a balança comercial brasileira.