Especialistas alertam que altas temperaturas e chuvas irregulares podem impactar ciclo 23/24 do café
Próximo ciclo ainda é uma incógnita, mas o alerta é de que o cafeicultor se desprenda do calendário físico e monitore o comportamento da planta
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Próximo ciclo ainda é uma incógnita, mas o alerta é de que o cafeicultor se desprenda do calendário físico e monitore o comportamento da planta
Agentes do Paraná consultados pelo Cepea avaliam a dimensão dos danos com a geada. Em São Paulo, as lavouras tiveram poucos prejuízos
Fenômeno, que na safra 2015/2016 chegou a prejudicar algumas lavouras, pode surgir mais leve e causar chuvas de verão irregulares para o Centro Oeste e Sudeste
Para produtores com plantios novos, a recomendação é enterrar as mudas.
A Cooxupé recebeu, desde meados de maio, 35% do recebimento previsto para este ano. Do montante, 35% se enquadra como café fino, de bebida dura para melhor, 45% apresenta bebida dura/riada e 20% corresponde a bebida rio. Somados, os dois últimos, com a bebida afetada, representam 65% do café recebido até agora pela cooperativa, um número muito elevado para os padrões recentes.
Mercado segue pressionado pelas projeções de uma safra brasileira recorde em 2026/27, enquanto estoques globais permanecem apertados e analistas alertam para riscos climáticos associados ao novo El Niño
Especialistas alertam que cenário é resultado de atraso de chuvas, secas, granizos e geadas que aconteceram principalmente entre São Paulo e Minas Gerais
Entidades brasileiras e americanas articulam exceção para o grão, enquanto restaurantes nos EUA alertam para impacto no custo e na oferta do produto
No início de janeiro, pesquisadores do Instituto Biológico (IB) - Flávia Patrício, Irene Almeida e Luís Beriam, com a parceria dos pesquisadores do Instituto Agronômico (IAC), Luiz Carlos Fazuoli e Masako Braghini, lançaram um comunicado técnico sobre a incidência da mancha aureolada e as formas de controle. O alerta é justificado devido ao ataque severo aos cafezais, sendo a doença constatada recentemente em diversas regiões, principalmente do Estado de São Paulo, do Cerrado e do Sul de Minas Gerais.
Segundo a instituição, a formação de geadas nesse momento é benéfica para as culturas de inverno.
Sabendo que o excesso é prejudicial - e essa regra vale para tudo na vida - vamos esclarecer algumas verdades. Por Eliana Relvas de Almeida - engenheira de alimentos e palestrante da 3ª Semana Internacional do Café.
CNC quer medidas emergenciais contra a broca do café no estado se mantenham além de março, data que encerra emergência.
Ano após ano temos observado um fenômeno interessante: cafeicultores, agrônomos e lideranças da cafeicultura alertam sobre uma grande quebra na safra nacional. O problema é que a tal quebra nunca ocorre. Como tais previsões podem afetar as decisões do produtor de café, este artigo se propõe a discutir a questão. Por Luiz Gonzaga C. Junior e Eduardo Cesar Silva, com comentários dos leitores
Doença deve ser monitorada, principalmente, nos períodos de florada e pós-florada. Causada por fungo, ocorre em vários países onde o café é cultivado em altitudes elevadas.
O Projeto Educampo Café é uma iniciativa do Sebrae-MG, idealizado como um modelo de atendimento baseado em consultoria gerencial e tecnológica, contínua e intensiva, para grupos de cafeicultores do estado. Os leitores do CaféPoint contarão com artigos periódicos do grupo Educampo Café Sul de Minas, por meio de um de seus consultores técnicos, Rodrigo José Muniz. Confira
Cooperativas alertam sobre impacto do clima e CNC a respeito dos baixos tratos culturais, o que deve gerar recuperação
Pesquisadores da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) preveem baixa infestação para a safra 2011 da Broca-do-café, considerada a segunda praga mais importante na cafeicultura. Porém, eles alertam para a necessidade do monitoramento nas lavouras.
A proposta do governo de proibir a compra de terras brasileiras por estrangeiros gerou forte repercussão com divergência de opiniões. Os agricultores são favoráveis ao controle sobre a aquisição dessas terras, mas agentes de mercado alertam para eventual quebra de contrato se a decisão do governo atingir investimentos anteriores à publicação da nova regra.
As esperadas mudanças no segundo escalão e nas empresas estatais ameaçam deixar o setor rural sem alguns de seus principais formuladores na política agrícola. No momento em que produtores e industriais reclamam mais mediação do Estado, além de uma ampla reforma das regras de financiamento e comercialização, estão no jogo político cargos-chave nos ministérios da Agricultura, Fazenda, Desenvolvimento Agrário, na Conab e Banco do Brasil.
O agronegócio mineiro ainda dá sinais de vigor, mesmo com a crise financeira global. É o que mostra levantamento sobre o Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio mineiro em 2008, feito pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Universidade de São Paulo (Cepea/USP), que apurou crescimento de 14,8% do PIB do setor no ano passado.
Os indicadores econômicos positivos de oferta e consumo devem fazer de 2009 o melhor ano da história para os produtores de café. Mesmo com o dólar mais valorizado, a expectativa de alguns produtores e consultorias é que as cotações fiquem acima de US$ 1,40 a libra-peso na Bolsa de Nova York. No entanto, uma nova crise de confiança causada pela quebra de outro banco ou mesmo o agravamento da recessão mundial podem anular essa tendência.
Informações da Somar Meteorologia alertam que chuvas no final de agosto podem prejudicar o pegamento da florada da safra 2015.
Produtor baiano e instituições ligadas ao setor de exportação alertam sobre passos fundamentais para que se inicie um projeto de vendas externas do produto. "Se tivesse uma produção maior, venderia mais. A demanda está maior do que a oferta", afirma produtor.
O preço baixo atual da commodity café, que caiu em média 24% ante ao registrado há um ano, aliado à alta dos custos básicos para sua produção no Brasil, que por sua vez chega a atingir R$450,00 em algumas regiões serranas, alertam para risco real da sustentabilidade econômica da cafeicultura nacional, que cultiva em montanhas mais de 70% de suas lavouras.