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O valor de Maria, nanolote que é novo recorde de preço no Brasil

Por Equipe CaféPoint (CaféPoint)
postado em 06/12/2016

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Por Thais Fernandes

O valor de Maria, nanolote de café que é novo recorde de preço no Brasil, impressiona. Mas a busca pela excelência vem de muito antes do leilão, realizado no dia 22 de novembro. A Daterra tem fazendas em Franca, na Alta Mogiana, e em Patrocínio, no Cerrado Mineiro, e trabalha, assim como cafeicultores de diversas regiões do Brasil, na busca por produzir café de qualidade. O grupo e é, ainda, pioneiro no que diz respeito à sustentabilidade. 
 
 
Foto: Marina Carvalho/ Daterra
Daterra realizou seu quarto leilão de micro e nanolotes. Dessa vez, cada um recebeu um nome popularmente adotado no Brasil // Foto: Marina Carvalho/ Daterra

O desafio da produção sustentável e de qualidade vem sendo superado pelo investimento em pesquisas. É o caso do nanolote Maria, que é formado por grãos da variedade laurina. O nome é uma homenagem às mulheres do campo. Entre elas, algumas Marias foram entrevistadas pela Daterra, que produziu uma série de vídeos contando a história de seus trabalhadores. Veja, abaixo, no vídeo que conta a história de mulheres que produzem e do café campeão:




Ao se destacar no quarto leilão realizado pela Daterra, que atraiu compradores das Américas Norte e Sul, Europa e Ásia, o nanolote Maria conquistou um feito. Com a saca vendida por pouco mais de R$26.000,00, Maria é o novo recorde de preço no Brasil e tem muita história para contar.

 
Foto: Marina Carvalho/ Daterra
Nanolote Maria é uma homenagem às mulheres do campo // Foto: Marina Carvalho/ Daterra

O lote de duas sacas teve disputa acirrada, recebendo mais de 500 lances.
Arrematado por compradores da Argentina e Espanha, chegou a U$58/libra. Foi apenas após cinco anos de pesquisa em genética exclusiva e processos de escolha dos frutos perfeitamente maduros com fermentação controlada em ambiente lacrado, sem entrada de ar, surgiu o primeiro lote de café super suave e delicado, mas com doçura e corpo.
 
Os nomes do Brasil
Mas nem só de Marias vive a produção brasileira. Para o leilão, a Daterra também preparou e batizou outros cinco lotes com os nomes mais populares em nosso país. Os demais lotes chamaram-se João, Ana, Francisca, Antônio e José. Desde a hora da prova, a equipe reconheceu o café que seria especial e deu a ele a alcunha de Maria, buscando representar as mulheres fortes que trabalham no campo.

 
Foto: Marina Carvalho/ Daterra
Ainda nas provas a equipe já observava o destaque do nanolote Maria // Foto: Marina Carvalho/ Daterra


Outros dois lotes leiloados foram o Opus One, um café lançado há anos atrás e que retornou agora, e o Ferrero Ibairi, com grãos de um produtor parceiro da Daterra.


Pesquisa
As equipes de agronomia e processos das Fazendas, em parceria com clientes, vêm trabalhando diretamente em inovações tecnológicas buscando excepcional qualidade. “Em todos estes anos, foram mais erros do que acertos. Fizemos inúmeros experimentos e grande parte não trouxe resultados, mas graças a eles temos hoje uma enorme base de dados e muitos estudos sobre nossos cafés”, comenta o coordenador de marketing Gabriel Agrelli, responsável pelo projeto.

 
Foto: Marina Carvalho/ Daterra
Foto: Marina Carvalho/ Daterra
 
"Tão importante quanto produzir cafés de qualidade também é fundamental a responsabilidade sobre o Cerrado e o meio ambiente. Recentemente criamos a Fundação Bioterra com o objetivo de promover estudos de recuperação de solo. Serão 200 hectares destinados as pesquisas e análises profundas sobre a microbiologia do solo. O projeto conta com a parceria de cientistas da Esalq e do Instituo Agronômico de Campinas. A Fundação é uma articuladora de conhecimento sobre a importância do solo e como devemos cuidado. Queremos abrir o diálogo e troca de conhecimento sobre a importância da organicidade e recuperação de cada tipo de solo, como a ferramenta mais importante para enfrentar as mudanças climáticas”, explica Isabela Pascoal.

No Brasil, a torrefação Nossa Casa Café de Amparo, interior de São Paulo, arrematou um lote de Opus Exotic – café que possui naturalmente baixo teor de cafeína. A novidade estará disponível para o consumidor a partir de Janeiro. No exterior, o Opus segue para países como França, Grécia e Taiwan.

 

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