Dia de Campo da Palini & Alves apresentou secagem sem uso do terreiro

Empresa mostrou um projeto em que uma safra de aproximadamente dez mil sacas não passaram pelo terreiro

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No dia 12 de julho, a Palini & Alves realizou o Dia de Campo nas Fazendas Reunidas ACP e Filhos, em Carmo do Rio Claro. O evento contou com a presença de mais de 250 produtores de diversas regiões de Minas Gerais e São Paulo, além da presença de donos de armazéns na região, pesquisadores, em especial a presença do Professor Ivan Franco Caixeta, do IF Sul de Minas - Campus Machado, e do consultor de café e apresentador do programa “Papo de Cafeicultor”, Guy Carvalho.  

Figura 1

Atualmente, os cafeicultores são desafiados por buscar a sustentabilidade, a agregação de valor e a redução dos custos de produção. De acordo com o Diretor da Palini & Alves, Carlos Henrique Palini, “o projeto de secagem estática apresentado busca atender exatamente esta demanda de redução de custos, especialmente os relacionados à mão-de-obra”.

A secagem do café é um processo crucial para manutenção da qualidade do produto. O uso de terreiros tradicionais na secagem tem por desvantagem questões como necessidade de amplo espaço para instalação e manejo, a restrição na capacidade de seca nos picos da colheita, a dependência dos fatores climáticos (chuva e sereno), o dano físico nos grãos, além dos já mencionados custos com mão-de-obra.

Com o objetivo de facilitar o trabalho do produtor nesta etapa de secagem, a Palini & Alves lançou em 2016 o seu Secador Estático para café. Segundo a empresa, a primeira grande vantagem deste sistema é eliminar a seca no terreiro, do pé de café diretamente para o Secador Estático. Ele elimina a necessidade de movimentação dos grãos durante o processo, por isso, consegue trabalhar com qualquer grau de umidade e estado de maturação.

Figura 2

Para Bruno Marquês, representante da Palini & Alves e responsável pelo projeto, “o Secador Estático permite flexibilidade em termos de volume, atendendo tanto pequenos como grandes produtores a um custo acessível, inclusive para os produtores de menor porte, especialmente quando comparamos aos custos de instalação de terreiros”.

Carlos Henrique destaca, “o grande diferencial é o sistema de turbina com rotor duplo de alto rendimento, que permite a secagem das duas caixas simultaneamente, com ar quente ou frio, flexibilizando assim o operacional, com um único motor elétrico e fornalha”.

Para Léo Pereira, sócio das Fazendas Reunidas ACP e Filhos, “o projeto funcionou muito bem, está dando um resultado muito interessante, com total eliminação de todo o processo no terreiro de café. Isso vai beneficiar em qualidade, tempo e redução de custos”, afirmou.

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Equipe CaféPoint

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