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Dia Mundial da Educação - como o agronegócio está evoluindo neste setor?

EDUCAPOINT

EM 28/04/2016

4 MIN DE LEITURA

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No dia 28 de Abril é comemorado o dia mundial da educação, data escolhida em referência a um encontro de 180 países participantes do “Fórum Mundial da Educação”, realizado entre 26 e 28 de Abril de 2000, na cidade de Dakar no Senegal. Durante esse encontro, os representantes dos países assinaram um documento no qual se comprometiam a não poupar esforços políticos e financeiros, para que a educação chegasse a todas as pessoas do planeta até o ano de 2015.

Brasil x Educação

Certamente, quando se pensa em educação básica, o Brasil ainda tem um grande desafio pela frente e é importante parar para refletir que os avanços que acontecem a passos lentos, serão determinantes no futuro das gerações. Sem educação básica, não se formam técnicos e nem profissionais com capacidade de acompanhar e desenvolver novas tecnologias nos diversos setores produtivos necessários ao país, inclusive, para manter o próprio sistema educacional.

No que diz respeito ao sistema de ensino superior, de acordo com Hermes Figueiredo, presidente da Semesp (Sindicato dos Mantenedores do Ensino Superior) nos últimos 13 anos, “o número de matrículas em cursos presenciais das instituições de ensino superior (IES) públicas e privadas no Brasil cresceu 129%, sendo que em 2013, período mais recente do levantamento, o aumento chegou a 3,8%. No ensino a distância (EAD), de 2009 a 2013, o crescimento ficou em 37,5%, refletindo um crescimento de 50% na rede privada e uma queda de 10,5% na rede pública. Em 2013, enquanto o crescimento do EAD na rede privada alcançou 7,2%, na rede pública a queda chegou a 14,9%. Com relação aos cursos tecnológicos de nível superior, de 2009 a 2013, as matrículas tiveram um aumento de 26,4%, sendo que, em 2013, o crescimento ficou em 2,2% (1,2% na rede privada e 6,2% na pública) ”.

Além dos cursos superiores, o mercado de cursos livres e de especializações tem aumentado opções, seja no modelo presencial tradicional, como nas modalidades à distância. Com a maior facilidade de acesso à internet, intensifica a modalidade de ensino à distância, através de cursos livres para especialização técnica, extensão ou atualização de profissionais que já atuam no mercado de trabalho e precisam adquirir conhecimento de forma rápida e com fácil acesso.

EAD no Brasil


O ensino à distância no Brasil vem evoluindo muito rapidamente e, é cada vez maior o número de profissionais que busca essa alternativa como opção de estudo.

De acordo com o censo da Associação Brasileira de Ensino à Distância (ABED) realizado em 2014 no setor de ensino à distância: 109 instituições ofereceram cursos regulamentados totalmente à distância, 138 instituições ofereceram regulamentos semipresenciais (com algumas disciplinas à distância) e 131 instituições ofereceram cursos livres.

Ainda segundo os dados da ABED (2014) os cursos de EAD somaram 3.868.706 matrículas, com 519.839 (13%) nos cursos regulamentados totalmente a distância, 476.484 (12%) nos cursos regulamentados semipresenciais ou disciplinas EAD de cursos presenciais e 2.872.383 (75%) nos cursos livres. O número de cursos livres foi de 19.873 sendo: 12.475 corporativos (63%) + 7.398 não corporativos (37%).

De acordo com os dados, a maioria dos alunos matriculadas em cursos livres é formada por trabalhadores que buscam uma forma prática e acessível de conciliar estudo e trabalho, e, encontram nesta modalidade uma forma de se manter atualizado e obter conhecimento necessário para que exerçam suas funções.

EAD no agronegócio

Se em um passado recente o acesso à internet no meio rural era quase inexistente, nos últimos anos, de acordo dados do Centro Regional de Estudos para Desenvolvimento da Sociedade da Informação (2014), este número vem aumentando. De acordo com este levantamento, 20 % dos acessos à internet via celular, são do meio rural. O número de usuários que acessa a internet pelo celular na zona rural passou de 4 para 24% em quatro anos, o que representa mais de 20 milhões de pessoas.

Desta forma, tem aumentado também os cursos à distância visando atender ao público que reside no meio rural. Os cursos online voltados ao agronegócio têm levado informações e novas tecnologias, facilitando o acesso à educação de quem vive no campo.

A AgriPoint, que atua há 16 anos neste mercado, foi uma das plataformas pioneiras neste setor. Hoje, o EducaPoint possibilita que profissionais do agronegócio estudem com os maiores especialistas da área, adequando seus estudos à sua rotina de trabalho, e, sem ter que se deslocar aos grandes centros de ensino.

Até hoje, foram mais de 33.000 alunos capacitados vindos de todo Brasil e de mais de 20 países. Além de cursos livres abertos a todos, o EducaPoint tem auxiliado diversas empresas no treinamento de equipes de trabalho, reduzindo custos e dificuldade de conciliar a agenda de funcionários de diversos setores.

Para conhecer mais sobre as opções de cursos online do EducaPoint clique aqui.

Considerações finais

Educação é um tema que deve ser debatido por empresas de todos os setores. O futuro do país depende de educação de qualidade, começando desde o ensino básico e evoluindo até os estágios mais avançados.

No agronegócio não poderia ser diferente. Precisamos de profissionais qualificados e estudando constantemente para que as técnicas de produção evoluam e a missão de produzir alimentos e insumos se faça com maior eficácia e de maneira sustentável.

Nós da AgriPoint ficamos satisfeitos em contribuir com este setor, levando a educação ao produtor, ao técnico do campo e aos mais diversos profissionais e estudantes que se envolvem neste setor.

E você, acredita que a educação no meio rural está melhorando? Deixe sua opinião nos comentários abaixo e vamos discutir este tema fundamental ao nosso setor!

Referências:

CensoEad.BR- Relatório Analítico da aprendizagem à distância no Brasil, 2013. Diposnível em: www.abed.org.br

Mapa do Ensino Superior no Brasil, 2015. Disponível em: http://www.sead.ufba.br/mapa-do-ensino-superior-no-brasil-2015

Centro Regional de Estudos para Desenvolvimento da Sociedade da Informação, 2014. Disponível em http://www.cetic.br/
 

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ADELBER VILHENA BRAGA

CAMPESTRE - MINAS GERAIS

EM 28/04/2016

É fato que o acesso à educação aumentou muito nos últimos anos, e isso é bom. Bom também que as pessoas de bem perceberam que não há outro caminho que não a educação. No entanto, a qualidade infelizmente deixa muito a desejar em todas as fases, do fundamental ao superior.

Não podemos generalizar, mas as melhores escolas no fundamental e médio são particulares, e poucos tem acesso a estas. O inverso acontece nos cursos superiores e pós graduações, onde as instituições públicas ainda aparecem no topo da lista.

Isso tem gerado um grande desequilíbrio, onde boa parte dos menos favorecidos que estudam em escolas públicas chegam aos concursos e vestibulares totalmente despreparados (analfabetos funcionais), e mesmo que consigam acessar alguma faculdade e se inserir no mercado de trabalho, terão sempre baixo rendimento, ficando portanto aquém das expectativas.
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