Preço mínimo desagrada setor, afirmam FAEMG e CNA

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (FAEMG), Roberto Simões, e o presidente das Comissões de Café da entidade e da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Breno Mesquita, criticaram a decisão do Mapa. "A decisão demonstra insensibilidade do Governo com a gravidade e urgência do problema (...) de onde surgiu esse preço?"

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O valor de garantia anunciado pelo Ministério da Agricultura (Mapa) nesta terça (07/05) ficou abaixo do valor pleiteado para pôr fim à crise do café que já assola o país. O mínimo pedido pelo setor produtivo era de R$ 336, média nacional de custo de produção da saca, segundo cálculo do próprio Governo Federal (Conab), enquanto governo decidiu por R$307.

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (FAEMG), Roberto Simões, e o presidente das Comissões de Café da entidade e da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Breno Mesquita, criticaram a decisão do Mapa. “A decisão demonstra insensibilidade do Governo com a gravidade e urgência do problema”, disse Simões logo após o anúncio. “Rasgaram o cálculo de custo de produção da Conab e não levaram em consideração o trabalho elaborado pela CNA/UFla. A pergunta é: de onde surgiu esse preço? O que o Ministério da Fazenda levou em consideração para criar esse marco de 307 reais?”

Mesma opinião compartilha o presidente das comissões nacional e estadual de café, Breno Mesquita. “Uma única palavra: decepção. Apesar de todo o trabalho e o empenho, fica nítido para o setor o desinteresse do Governo Federal com um problema que não é apenas do produtor do café, mas é do prefeito, do governador, do presidente e de todo o povo brasileiro, pela importância da cafeicultura para a geração de emprego e renda, e o impacto negativo gerado na economia de milhares de municípios”. Mesquita lembra que o impacto econômico da crise do café afetará mais de oito milhões de brasileiros que dependem de alguma forma da atividade: “Esses são os brasileiros que hoje perguntam ao Governo: de onde veio esse preço?”

Confira também: R$307 é o novo preço mínimo do café arábica
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A matéria é da Faemg, adaptadas pelo CaféPoint.
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PEDRO FERREIRA
PEDRO FERREIRA

ITAMOGI - MINAS GERAIS

EM 07/05/2013

SOU PRODUTOR .NÃO SABEMOS QUAL E A INTENÇÃO DO GOVERNO ENQUANTO ELE .ESTA PREOCUPADO EM ABRIR FRENTE DE TRABALHO.COM ,ESTE PREÇO DO CAFÉ  O GOVERNO ESTA FECHANDO ,MUITOS POSTO DE TRABALHADOR RURAL OS PRODUTOR NÃO VÃO TER COM DIÇÃO DE COMTRATAR TRABALHADOR P/ SUAS LAVOURA .SERA QUE O GOVERNO ,ESTA  QUERENDO FAZER POLITICA EMVES DE PAGAR UM PREÇO JUSTO P/ O CAFÈ ,ELE ESTA QUERENDO CRIAR MAIS UMA BOLSA DESENPREGO RURAL?
cida mendes
CIDA MENDES

PATROCÍNIO PAULISTA - SÃO PAULO - PRODUÇÃO DE CAFÉ

EM 07/05/2013

Como sempre nossas lideranças pensam da porteira para dentro e não tem coragem de propor metas ambiciosas que darão sustentação do café à longo prazo. Como dizia a mineirada o cavalo está passando encilhado e estamos deixando passar. Vivemos um momento histórico único e nenhuma ação está sendo planejada para promoção do nosso produto à longo prazo:

1) A próxima copa do mundo e Olímpiada acontecerão no Brasil e , até onde sei, não tem sido elaborado uma forte ação de marketing para divulgação do nosso produto. Só para lembrar a Coca Cola que é conhecida mundialmente investe forte em marketing.

2) Deus não é brasileiro, mas o presidente da OMC agora é. Cadê o trabalho para derrubar barreiras comerciais e conseguirmos exportar o produtor "pronto", com um alto valor agregado?



Saudações!!!



Cida Mendes
GERMANO DE AZEVEDO RODOLFO
GERMANO DE AZEVEDO RODOLFO

DORES DO RIO PRETO - ESPÍRITO SANTO - PRODUÇÃO DE CAFÉ

EM 07/05/2013

Nao dá para entender nada  a Presidente Dilma , nas cidades dá bolsa família, bolsa escola, vale gás etc, tirou milhares de  pessoas da miséria . MAS  agora vai jogar os caféicultores  na miséria com esse novo preço  mínimo . dá para entender?