Ministro da Agricultura afirma que 'talvez Dilma anuncie as medidas' para o café
O ministro da Agricultura, Antônio Andrade, afirmou que 'talvez, quem sabe', a própria presidente Dilma Rousseff anuncie as medidas de apoio à cafeicultura na quarta-feira, 07, em evento em Minas Gerais. O ministro pediu desculpas aos produtores por não ter divulgado nesta segunda-feira o pacote de apoio ao setor e garantiu que as negociações com a área econômica do governo continuam.
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O presidente da Cooperativa dos Cafeicultores de Guaxupé (Cooxupé), Carlos Paulino, que estava no auditório do Ministério da Agricultura para acompanhar a divulgação, lamentou a indefinição do governo e o fato de ter esperado por uma hora e meia para ouvir o ministro dizer que ainda está negociando. Segundo Paulino, a colheita na área de influência da cooperativa atingiu 50% da área e parte significativa foi comercializada a R$ 280/saca, abaixo do preço mínimo de R$ 307/saca, 'pois o produtor precisa de dinheiro para pagar as contas'.
Paulino afirmou que ainda não foram liberados nem mesmo os recursos oficiais, aprovados pelo governo, para financiamento da colheita, estocagem e custeio do café. Agora, completou, a expectativa diz respeito ao lançamento dos contratos de opções de venda, pelos quais o governo garantiria preços para até 3 milhões de sacas, ao valor comentado de R$ 350/saca de café fino.
O vice-presidente da Associação dos Cafeicultores das Matas de Minas, no sudeste mineiro, Flávio Bahia, era o mais exaltado, após a frustração de não ver as medidas de apoio à cafeicultura anunciadas. Ele declarou que as lideranças da região viajaram 1.200 km até Brasília para participar do anúncio e agora voltam para casa sem ter o que dizer para os cafeicultores, que aguardaram medidas como o financiamento para colheita e estocagem. Bahia diz que a região de montanha tem um dos custos de produção de café mais altos do Brasil, na faixa de R$ 360/saca, enquanto os produtores estavam vendendo a safra por R$ 240/saca. 'A cafeicultura das Matas de Minas está falida.'
As informações são da Agência Estado.
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MARÍLIA - SÃO PAULO - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
EM 06/08/2013
Gostaria de sugerir algumas medidas que em seguida se houver interesse sera disponibilizada para tecnicos capazes de transformar essas minhas opinioes e estes saberão colocar de uma maneira possivel e evitar distorções.
1- Cortar de imediato todos os creditos e subsidios para implantaçao de novas lavouras
2-Fazer um levantamento onde todos os produtores deveráo ser cadastrados pela quantidade de pes de cafe e produtividade media obtida nos ultimos 2 anos
3-Incentivar o produtor que estiver com cafes de baixa produtividade a erradicar cafe ate um certo limite a ser estabelecido custeando esse mesmo produtor por um periodo de 5 anos pelo equivalente a 20 ou 30 reais ou o que for viavel por saca de café produzido nos ultimos 2 anos, ou um outro indice de custeio.
4-Apos o senso dos produtores nenhum podera plantar mais cafe do que a cota estabelecida segundo a sua plantaçao atual.Caso haja interesse este so sera possivel se adquirir a cota de outro que queria deixar a cultura e caso queira voltar da mesma maneira so sera possivel se adquirir de outro que queira vender sua quota.
Sendo assim uma area que contenha café tera um preço pela propriedade e outro preço pela quota de cafe que ela possui e sendo assim a quota tera um preço de mercado entre os varios produtores que podera ser negociada desde que com um aval de um orgao de controle visando apenas aquantidade a ser vendida e sempre na mesma regiao.
5-Um plano de financiamento de Cooperativas de produtores para a implantaçao imediata de torrefadoras e embalagem do produto pronto para consumo e com isso diminuir a cada ano a possibilidade de venda de cafe em graos para outros paises e sim de produto pronto e com marca brasileira que da mesma maneira devera ter um incentivo na exportaçao para que possamos competir na exportaçao.( é um absurdo que paises que nao produzem nenhum grao de café sejam os maiores exportadores de café do mundo)
6- outras medidas deverao ser implementadas para melhoras a ideia mas de maneira compra de cafe pelo Governos e formacao de estoques reguladores e nem financiamento para tetençao pois isso so serve para que os importadores sabendo que o cafe existe vao ficar a espera da desova desses cafes ao mesmos pre;os mas com custo de financiamento pago pelo produtor.e que nao seja preciso que seja feita uma nova fogueira com 10 milhoes de sacos de cafe como foi feita outrora.
7- quem sabe possa ser possivel como uma medida rapida o subisidio por saco de cafe a ser vendido dessa colheita assim como o subsidio dado a industrias automotivas.

FRANCA - SÃO PAULO - PRODUÇÃO DE CAFÉ
EM 06/08/2013