Os funcionários públicos Stella Bahiense e Márcio Carneiro compraram uma saca de cereja descascado de Hilda Krohling, de Marechal Floriano, no Espírito Santo (R$ 1.124), e uma de natural do microlote de José Emílio Lisboa, de Piraju, em São Paulo (R$ 876).
Bem, uma saca de café pesa 60 kg; duas, 120 kg. O que vão fazer com tanto café verde? "Torrar?", responde, rindo, Márcio Carneiro. "É muito café só para nós. Mas tem bastante gente no trabalho que consome e também quer um pouco. Ao longo do ano até que dá para dar vazão."
Como um coffee geek que se preze, Carneiro tem torrador e planeja torrar aos poucos, para a semana, 150g, 200g por vez. "Dá para torrar mais de 1 kg em uma sessão de uma hora. É terapêutico."
"Quando demos o lance, o Márcio estava viajando. Perguntou por mensagem de celular o que íamos fazer com 120 kg. Falei: "Um problema de cada vez. Se a gente ganhar, nossos amigos ganham café de presente"", conta Stella. "De Natal não vai dar tempo, mas de aniversário, com certeza."
A matéria é de Janaina Fidalgo, para o jornal O Estado de S.Paulo, adaptada pela Equipe CaféPoint.
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