Brasileiros negociam Us$ 3 milhões em feira de cafés especiais nos EUA

Pela primeira vez, uma delegação brasileira fecha volume expressivo de negócios na 24ª Feira Anual da Associação Americana de Cafés Especiais (SCAA, na sigla em inglês), que terminou em 22 de abril, em Portland, Estados Unidos. Participaram da edição cerca de 100 produtores e 35 empresas por meio do projeto da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA, na sigla em inglês) com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e patrocínio do Sebrae.

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Pela primeira vez, uma delegação brasileira fecha volume expressivo de negócios na 24ª Feira Anual da Associação Americana de Cafés Especiais (SCAA, na sigla em inglês), que terminou em 22 de abril, em Portland, Estados Unidos. Participaram da edição cerca de 100 produtores e 35 empresas por meio do projeto da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA, na sigla em inglês) com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e patrocínio do Sebrae.

Segundo Vanusia Nogueira, diretora-executiva da BSCA, os empresários ficaram muito satisfeitos, alguns venderam o resto da safra 2011/12 e outros firmaram compromissos futuros para a temporada 2012/13, que começa entre junho e julho. Foram fechados negócios em torno de US$ 3 milhões. Produtores e empresas têm a expectativa de comercializar outros US$ 10 milhões na nova safra com os contatos realizados durante o evento.

A exportação brasileira de cafés de melhor qualidade, dentro da categoria de cafés "diferenciados", tem crescido nos últimos anos. De 2007 para 2011, os embarques desses produtos aumentaram 269,5%, totalizando pouco mais de 8 milhões de sacas no ano passado, segundo o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil(Cecafé).

No mercado interno, não existem estatísticas oficiais sobre o consumo dos cafés especiais. A BSCA diz que algumas estimativas de torrefadores apontam expansão de cerca de 15% no segundo semestre do ano passado, contra aumento de 5% a 7% dos cafés tradicionais.

As informações são do Valor Econômico, adaptadas pela Equipe CaféPoint.
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josé Hess
JOSÉ HESS

CURITIBA - PARANÁ

EM 04/05/2012

Excelente notícia, mas me preocupa um detalhe que deveríamos atender de forma urgente. Morei nos EUA, por 4 anos em Massachussets e Georgia, devido a famosa propaganda do Café Brasileiro, não havia nada desta marca nos supermercados, nas lanchonetes, ou em casa de breakfest, todos os café estavam em latas e pacotes com as marca da França, Inglaterra, Colombia, e demais países, e a marca Brasil? Se nós quizermos aumentar a nossa imagem de maior produtor de café devemos adotar nossa marca pois o consumidor final principalmente o americano não está vendo a qualidade do nosso café, e sim de outros países.

Já imaginaram se a Coca Cola, mudasse seu nome no Brasil e nos outros? A criança desde cedo aprende a conhecer a marca "Coca Cola", daí pede aos pais pelo nome. Temos de ser mais exigentes com os nossos produtos no exterior, sermos mais empresários e querermos maiores riquezas, não basta nos contentar com as vendas apenas.