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Banestes disponibiliza R$ 40 milhões para colheita do café
A quantia, derivada de recursos próprios do Banco, destina-se ao custeio com arruação, colheita, transporte, secagem e mão de obra. De acordo com o presidente do Banestes, Bruno Negris, a expectativa é de atender a 2,6 mil novos produtores rurais entre 1° de maio e 31 de agosto deste ano, período em que o financiamento ficará disponível para contratação.
Destinado para novos contratos, o limite de crédito é de R$ 4 mil por hectare de cafezal e varia entre R$ 2 mil e R$ 100 mil por produtor rural, na mesma safra. Os juros são de 6,75% ao ano e o prazo de reembolso é 25 de setembro/2011, para o café robusta (conilon), e 25 de novembro /2011, para o café arábica.
O encontro contou com a presença do secretário de Agricultura Enio Bergoli, que ressaltou a importância do café para a economia do Espírito Santo. Para o secretário, a antecipação do crédito feita pelo Banestes barateia os custos da produção porque o cafeicultor pode adquirir insumos com valores mais baixos antes da costumeira alta provocada pela grande demanda do período da colheita.
O governador Renato Casagrande também falou da importância dos recursos para o desenvolvimento em todo Estado. "Na nossa administração, vamos dispensar todos os esforços para incluir, ainda mais, o Banestes como um instrumento financiador para o desenvolvimento das ações do Governo do Estado. Nossos focos prioritários estão bem definidos. Estamos trabalhando para atender aos mais vulneráveis e criando políticas para distribuir o desenvolvimento em todas as regiões. O Banestes está sendo um importante aliado nestes desafios", informa o governador Renato Casagrande.
Para ter acesso ao crédito, os produtores rurais correntistas do Banco devem se dirigir à agência bancária onde mantêm sua conta-corrente. Os produtores rurais não-correntistas podem procurar uma das agências Banestes distribuídas por todos os 78 municípios capixabas.
Para o próximo semestre, o Banco vai disponibilizar mais R$ 90 milhões para os produtores de café . Os fundos serão liberados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) por meio do programa Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé).
Só neste ano, o Banestes reservou mais de R$ 200 milhões de recursos do BNDES, com juros entre 1% e 4% ao ano. O montante destinou-se à aquisição de máquinas e de equipamentos.
A reportagem é do Governo do ES, adaptada pela Equipe CaféPoint.
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