Do vinho ao café: Argentina volta a apostar na cafeicultura
A Argentina está voltando a apostar no cultivo de café - e o movimento pode redesenhar o mapa da produção na América do Sul
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A Argentina está voltando a apostar no cultivo de café - e o movimento pode redesenhar o mapa da produção na América do Sul
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O Japão importa mais de 430.000 toneladas de café por ano - atrás apenas dos Estados Unidos e da Alemanha.
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Segundo pesquisas, brasileiros demonstram cada vez mais interesse em consumir café de qualidade
Apesar da região ter diminuído a área plantada, produção é elevada devido à tecnificação das lavouras.
O Instituto Emater está realizando reuniões com grupos de mulheres do Norte Pioneiro que lidam com o café. O objetivo é repassar orientações técnicas sobre a colheita e o preparo do café. O trabalho faz parte das atividades de organização da cadeia da cafeicultura, que tem forte parceria com a Associação dos Produtores de Cafés Especiais e Certificados do Norte Pioneiro (Acenpp) e Cooperativa dos Produtores de Cafés Especiais e Certificados do Norte Pioneiro (Cocenpp).
Francisco Sérgio não acredita que os efeitos da bienalidade estejam diminuídos, ele atribui isso a uma questão momentânea. Reforça ainda que, com os baixos preços do café, é natural que o produtor reduza os investimentos nas lavouras, afetando os tratos culturais.
Esta semana começou calma, com volume diário negociando abaixo dos 28.000 lotes/dia, com o Set-21 voltando a testar o importante suporte @ 120,80 centavos de dólar por libra-peso (conforme indicamos no comentário semanal anterior)
Real brasileiro voltando a trabalhar acima de 3,90 causa desconforto para quem cogita montar estratégia de alta
Sustentabilidade econômica foi prioridade no debate, voltando os olhos para elevação do consumo e uso alternativo do café de qualidade inferior
O mercado de café iniciou a semana em alta. Em Nova York o primeiro vencimento para o café arábica, dezembro/10, teve valorização de 295 pontos (+1,44%), fechando a 208,10 centavos de dólar por libra-peso. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 353,66, com alta de R$ 5,47/saca (+1,57%), segundo o indicador Cepea/Esalq. Esse preço fez com que o indicador atingisse novo recorde histórico.
Cafés nacionais produzidos em pequenos lotes e com notas altas em concursos internacionais viram atração em cafeterias do país. Depois de apostar em cafés de diferentes origens e divulgar os vários métodos de preparar a bebida, as cafeterias estão voltando os olhos para um novo segmento dos grãos de qualidade.
Após focar no mercado asiático, a Starbucks quer expandir sua rede de cafeterias na América Latina, especialmente no Brasil, de acordo com o CEO da empresa Howard Schultz. A Starbucks tem aproximadamente US$ 2 bilhões em caixa para investir de "maneira agressiva e oportunista", disse Schultz, em Madrid.
"O evento quer criar um elo entre indústrias e varejo. É fundamental estimular os varejistas a criarem um espaço adequado para receber estes cafés em seus estabelecimentos em um lugar de destaque, para que tenha sua diferença acentuada em relação ao tradicional, assim como ocorre com o vinho", explica o presidente do Sincafé - Sindicato da Indústria de Café do Espírito Santo, Egídio Malanquini.
O Café Palheta, que nos últimos quatro anos esteve fora das gôndolas, volta a ser comercializado nos pontos-de-venda da Região Metropolitana do Rio de Janeiro. A marca, fundada em 1943, foi comprada pela Sara Lee Cafés em novembro do ano passado, e chegará com uma embalagem repaginada e com novo blend.
Os altos preços do café no mercado internacional, que estão em torno de US$ 300 por quintal (saca de 46 quilos) do grão ouro, têm despertado expectativas nos produtores do grão de Honduras, que, no entanto, pedem cautela nessa etapa. O presidente da Associação de Exportadores de Café de Honduras (Adecafeh), Miguel Pon, disse que o bom momento do setor servirá para projetar o grão nacional a novos mercados, entre eles, alguns que a Colômbia, fornecedor usual, não pode atender.
Em entrevista ao CaféPoint, Alexandre Nahum, analista de café na Gradual Investimentos falou sobre a atual situação do mercado de café, detalhes sobre compras especulativas e as tendências de preços para os próximos meses. Acesse e confira!
A Equipe CaféPoint esteve na Expocafé 2010, em Três Pontas/MG e gravou diversas entrevistas com os participantes da feira. Natália Fernandes conversou com Gladyston Rodrigues Carvalho, engenheiro agrônomo e chefe de pesquisa da Epamig Sul de Minas, a respeito da Expocafé, lançamentos da Epamig e as necessidades para os produtores se manterem no mercado com competitividade.
Durante o 8º Café da Manhã Anual do IWCA - sigla em inglês para International Women's Coffee Alliance, ocorrida como parte do programa do 22º SCAA, um grupo de mulheres brasileiras se encontrou com uma preocupação comum: criar o "capítulo" (chapter em inglês) da IWCA no Brasil. Afinal, como falar de mulheres do café sem a presença brasileira?
A produção indiana de café em 2009/10 deve cair 5% frente à estimativa do Conselho de Café de 289.600 toneladas, conforme chuvas fora de época prejudicaram parte da safra na principal área de cultivo, disse nesta sexta-feira (12) Milan Shah, executivo-chefe da NKG Jayanti Coffee Private Ltd., maior exportadora de grãos do país. "Estamos prevendo uma produção de café em torno de 275 mil toneladas em 2009/10", disse Shah.
O consumo das famílias manteve-se em alta, ainda que em ritmo menor, pelo sexto ano seguido, com avanço de 4,1% frente a 2008 - o menor número desde 2004 (3,4%). O resultado confirma a manutenção do aquecimento do mercado interno, que amorteceu a queda do PIB (Produto Interno Bruto) ao longo do ano passado.
O câmbio deixou de ser um problema apenas da indústria e os produtores rurais se juntaram ao coro de reclamações contra o real forte. Sem a ajuda dos preços internacionais recordes de antes da crise, a valorização da moeda prejudica a rentabilidade das exportações agrícolas. Depois de três anos de bonança, o setor agropecuário experimenta queda da remuneração em moeda local. Os preços em reais das exportações agrícolas cederam 14,5% entre junho e setembro, diz o Cepea. Em relação a setembro de 2008, antes da crise, a queda é de 11%.
Honduras terá uma produção exportável recorde de café nessa safra por conta de boas condições climáticas e em consequência de programas de fomento à cafeicultura, de acordo com informações de um grupo privado do país, a despeito da crise política que vive o segundo maior produtor de café da América Central.