Os perigos do plantio de poucos clones na formação de lavouras de conilon
Por Carlos Otávio R. Constantino, engenheiro agrônomo e Wander Ramos Gomes, mestre e engenheiro agrônomo da Cooabriel.
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Por Carlos Otávio R. Constantino, engenheiro agrônomo e Wander Ramos Gomes, mestre e engenheiro agrônomo da Cooabriel.
Fazendas aderem ao setor do agroturismo e abrem suas portas para visitação. Em troca, aumento da lucratividade e produtos mais conhecidos.
De acordo com dados distribuídos aos cooperados, o faturamento da Cooparaiso em 2012 foi de 482 milhões de reais com um número de 2251 depositantes de café em seus armazéns. Foram recebidas 1.157.914 sacas de café, sendo que 92% dos depositantes são pequenos e médios produtores que depositam até 500 sacas de café. "Queremos chegar à captação de três milhões de sacas em três anos (...) e atingir um faturamento de R$ 1 bilhão"
O tema qualidade vem sendo uma discussão freqüente na cafeicultura, verificamos que no caso do café arábica ocorreu avanço significativo nos últimos anos, porém no conilon o avanço ainda é pequeno. O fato da produtividade ter aumentado significativamente possibilitou ao produtor aumentar seus ganhos o que por sua vez fez com que o mesmo ignorasse a qualidade. Observamos que as discussões sobre este tema vêm sendo recorrentes ao conilon, ultimamente, vivemos a velha história "o produtor não faz qualidade porque não tem preço, a indústria não paga a mais porque não tem volume". Sendo assim percebemos que o desafio é romper este paradigma.
As crises de preço na cafeicultura é um fato comum, sendo que a cada crise temos algum fato inovador ou mudança de comportamento. No geral a crise é fruto da velha lógica de oferta e procura do produto em questão, ou seja se há excesso de oferta o preço baixa e se há produto em falta o preço sobe e quando isso acontece o produtor logo aumenta o investimento nas lavouras existentes ou o plantio de novas lavouras e dentro de certo período a produção aumenta.
Nas ultimas décadas, a agropecuária, assim como todos os demais setores da economia mundial, passou por profundas transformações, que demoraram para serem absorvidas pelos "atores" do sistema. No setor agropecuário verificamos que muitos produtores não conseguiram absorver as transformações ocorridas nem se despertaram para a necessidade de usar tecnologias disponíveis.
Verificamos uma melhoria nos preços dos produtos agrícolas, a continuidade do aumento das demandas do mercado internacional e uma queda nos custos dos fertilizantes. Disse o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, nesta tarde, durante a abertura de audiência pública da Comissão Especial da Câmara dos Deputados criada para avaliar a crise econômico-financeira mundial e seus impactos na agricultura.
Entre agosto de 2010 e julho de 2011, a Amazônia perdeu 6.238 quilômetros quadrados (km<sup>2</sup>) de floresta. É a menor taxa anual de desmate registrada pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), desde o início do levantamento, em 1988. O número é calculado pelo Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal (Prodes), que utiliza satélites para observação das áreas que sofreram desmatamento total, o chamando corte raso.
Conhecer as demandas da indústria, as características de cada lote de café e divulgar a qualidade do produto, evidenciando origem e história. É assim que os produtores do café da região das Matas de Minas deverão agir para conquistar o mercado de cafés especiais. Estes foram os principais temas abordados na segunda reunião do Projeto Foco Competitivo para o reforço da competitividade do café produzido nas Matas de Minas.
Sete presidentes de cooperativas ligadas ao setor produtivo e de crédito do café participaram de debate promovido pela TV Alterosa na quarta-feira, dia 09, gravado no auditório da Cooxupé, em Guaxupé. Confira os principais pontos levantados pelos participantes em relação aos estoques de café.
Um plano de longo prazo, que organize os investimentos e as políticas públicas, garantindo com isso um desenvolvimento consistente da agricultura brasileira capaz de tornar o país o principal produtor e exportador mundial de alimentos. Este é o objetivo principal do Plano Nacional de Agricultura, que o governo deverá anunciar ainda este ano. A informação é do ministro interino da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE), Daniel Vargas.
Nós que vivemos, comemos e respiramos a área rural, sofremos acessamos diariamente o caderno rural ou de agronegócio, enquanto a maioria da população passa distante dos mesmos. Estamos cada vez mais bem informados, sites como os da Rede AgriPoint nos deixam atualizados e tomamos conhecimento de tudo que nos diz respeito no Brasil e no mundo, todavia, nos afastamos, cada vez, mais da "opinião pública".
Quando ocorre brotação excessiva, ao longo de quase todo o ramo, verificamos tratar-se de uma anormalidade. Por José Braz Matiello - engenheiro agrônomo da Fundação Procafé.
Inseto ataca cafezais das variedades acauã e arara
Palestrantes do evento mostraram como o clima impactou na produção atual de café arábica. Fórum também apresentou as previsões meteorológicas dos próximos meses
No início da segunda quinzena de maio, a temperatura nas lavouras de café caíram drasticamente, sem, no entanto, chegar ao ponto de formar geada significativa
Pesquisa realizada pela Embrapa aponta que o uso pode melhorar a estrutura do solo, a capacidade de armazenar água e favorece o estoque de carbono
Experimentos da Epamig apontam que nectários extraflorais da planta atraem inimigos naturais que controlam a broca-do-café e o bicho mineiro
Tema foi abordado por Madelaine Venzon, pesquisadora da Epamig, dentro do painel "Avanços em cafeicultura orgânica e agroecológica"
Avisos sobre a possibilidade de ocorrer geadas são divulgados com antecedência de 48 horas
O ideal é realizar a colheita com menos de 20% de grãos verdes, pontua o engenheiro agrônomo da Cooabriel, Carlos Otávio Ribeiro Constantino.
A cafeicultura brasileira necessita de mais informações em relação a sua extensão, distribuição e o ambiente em que são cultivadas.
Este mês o Consórcio Pesquisa Café completou 15 anos de trabalho em prol da cafeicultura brasileira. Experiência inédita, inovadora e única no mundo de integração de ciência e tecnologia em todas as etapas da cadeia produtiva, o Consórcio ao longo de sua existência tem desenvolvido soluções de qualidade e de grande impacto sócio-econômico e ambiental.
Uma pesquisa elaborada por pesquisadores da Unicamp, FEA/USP e UFSCAR-Sorocaba examinou os fatores relacionados ao uso do contrato futuro na cafeicultura brasileira. Natália Fernandes, analista de mercado do CaféPoint, entrevistou o professor Rodrigo Lanna Franco da Silveira, um dos realizadores da pesquisa, para esclarecer o papel do mercado futuro na atividade cafeeira, o objetivo da pesquisa, quais os resultados obtidos até o momento e o que esperam com esse estudo. Acesse, ouça a entrevista e entenda mais sobre o mercado futuro.