FAEMG assina acordo para impulsionar cafés especiais
Termo de cooperação busca implementar ações de promoção da visibilidade e incentivo ao consumo dos cafés especiais junto ao trade mercadista e panificador.
87 resultados para "valorizados"
Termo de cooperação busca implementar ações de promoção da visibilidade e incentivo ao consumo dos cafés especiais junto ao trade mercadista e panificador.
Em 2012, a Europa foi o destino de mais de 80% da produção de café hondurenho
O Quênia, que possui um dos cafés mais valorizados no mercado mundial, revisou para baixo a estimativa de produção de café para o ano safra 2011/12, de 54 mil toneladas para 51 mil toneladas. Em 2012/13 a produção deve atingir o patamar de 54 mil toneladas com o treinamento oferecido aos produtores do país para aumentar a produtividade. "Estamos ajudando os produtores a aumentar a produção em cerca de 1 a 2 quilos por pé-de-café".
A Federação de Cafeicultores Exportadores da Bolivia (Fecafeb) lançou no mercado nacional uma nova variedade de café 100% arábica e orgânico, sob a marca de 'Café Yungas', um produto que se caracteriza pela boa seleção de grãos com 'um sabor e um aroma de exportação'. Projeto intenta igualmente mercados internacionais.
Em declaração curta, Robério Silva, Diretor Executivo da Organização Internacional do Café, expõe que a maior organização representativa do setor está preocupada com as fortes quedas nos preços dos cafés arábica mundo afora e enfatiza que "esta é uma situação que não pode ser controlada por nenhum membro particular no mercado". Greve na Colômbia faz Robério lembrar da importância do país produtor.
A redução significativa dos preços pagos pelo café continua desestimulando os produtores a comercializar suas produções, disponibilizando menor volume da safra 2012 para o mercado. Em novembro do ano passado, a saca era negociada em torno de R$ 500, enquanto os preços atuais ficam próximos a R$ 350 por saca de 60 quilos, com queda de 30%.
O Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) foi credenciado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) como organismo de avaliação de conformidade orgânica (OAC). Os produtos orgânicos de origem vegetal certificados passarão a ter um selo federal reconhecido em todo o país.
Os problemas enfrentados pela Colômbia e Indonésia em relação à produção de cafés especiais têm contribuído para a expansão da atuação brasileira no mercado internacional. Segundo dados da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA, sigla em inglês), a demanda pelos grãos cresce em torno de 15% ao ano. A regularidade de oferta e a alta qualidade são os principais fatores que estão contribuindo para a conquista dos compradores externos.
Ideia seria deixar passar o pico da doença no País e obter melhor qualidade, realizando então a colheita de um maior número de grãos maduros e mais valorizados no mercado
Inscrições estão abertas até dia 15 de abril. Serão selecionados dois times que apresentarão os Cafés do Brasil no mundo
Em enquete realizada no CaféPoint, leitores e especialistas no setor apontaram pontos valorizados pelo consumidor de café. Entre sustentabilidade, qualidade, diversidade, orgânico, entre outros, a satisfação é o principal ponto responsável pela valorização do café, em que o consumidor busca o produto outras vezes para viver experiências.
No processo de produção de cafés de qualidade, o cafeicultor brasileiro encontrou um forte aliado na máquina de descascamento. Ela é hoje amplamente usada no país para o despolpamento do grão cereja da variedade arábica, o que permite otimizar o manejo e, principalmente, ajuda a elevar a qualidade da bebida. Agora, o equipamento também está sendo aplicado no processamento de grãos verdes e boias, assim como no robusta maduro, todos pouco valorizados pelo mercado até então.
A presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, defendeu nesta terça-feira que os produtores que preservam as nascentes de água em suas propriedades sejam remunerados por serviços ambientais prestados à sociedade. "Os produtores rurais, especialmente os pequenos, precisam ser remunerados, para que essas nascentes sejam transformadas em patrimônio natural da humanidade", afirmou durante abertura da 5ª Reunião da Seção Brasil do Conselho Mundial da Água (CMA), realizada na sede da CNA, em Brasília.
A cafeicultura, em importantes áreas produtoras do Brasil, está associada às pequenas e médias propriedades rurais que, muitas vezes, encontram dificuldades na comercialização da produção, principalmente em meio à crise do setor cafeeiro. Neste contexto, surge a necessidade de formação de cooperativas com o propósito de proteger o pequeno produtor de eventuais variações de renda. O mercado de cafés especiais está em crescimento e se tornou uma estratégia para a União Cooperativa Agropecuária Sul de Minas (Unicoop), que passou a investir nesse nicho para amparar seus cooperados.
Apesar de muitos produtores terem aderido aos exercícios anteriores - novembro/09 e janeiro/10 -, colaboradores do Cepea esperam que um menor número de lotes seja entregue em fevereiro. Enquanto muitos produtores estão em dúvida se entregam ou não seus cafés para o segundo leilão de opções do governo, algumas cooperativas já entregaram e se preparam para a terceira remessa, como o caso da Cooxupé.
Agricultores ligados à Associação de Cafeicultores Familiares de Santo Antônio do Amparo, em Minas Gerais, ficaram muito satisfeitos com o lavador portátil de café que foi disponibilizado a eles por meio do projeto "Unidades Comunitárias de Processamento do Café para Agricultores Familiares". A separação do café cereja ou verde do chamado bóia vai acrescentar muito à qualidade do café que está sendo produzido na região.
Mais de 30.000 produtores de café do Quênia estão obtendo prêmios nos preços graças à implementação de melhores práticas agrícolas com a assistência de instituições certificadoras. Cafés do país são um dos mais valorizados no mundo e certificados estariam ajudando a promover qualidade com sustentabilidade.
País da América Central, nono maior exportador mundial de café, destaca-se com seus arábicas bastante valorizados em países compradores como os EUA. Na safra atual deve exportar 3,5 milhões de sacas, ante 3,75 da temporada passada. Fungo roya prejudicou as lavouras, afetando os embarques.Para 2013/14, expectativa de produção e exportação cai para 20%.
O café ocupa uma posição importante na economia da África, sendo a segunda maior fonte de receita para muitos países, atrás apenas do petróleo bruto
Apesar de algumas variações negativas nas últimas semanas, os futuros do arábica quanto do robusta seguem operando em níveis históricos
Como a competição tem impulsionado as lavouras brasileiras através da valorização dos melhores cafés do Brasil e da apresentação desses grãos ao mercado
Uma mesa de degustação com 12 amostras de alguns dos cafés mais valorizados do mundo. Esta inusitada experiência foi oferecida pelo professor da Universidade Federal de Lavras (UFLA), Flávio Meira Borém, na sexta-feira (03), nas instalações do Polo de Tecnologia em Qualidade do Café. A ideia foi apresentar aos participantes a oportunidade de experimentarem cafés de diferentes origens do mundo: Kênia, Etiópia, Indonésia, Guatemala, Costa Rica, El Salvador, Colômbia e Brasil. Dentre as amostras altamente valorizadas no mercado internacional, Kopi Luwak, o café mais caro do mundo, que chega a ser vendido a 1000 dólares o quilo.
A região da IG "Matas de Rondônia" abrange 15 municípios e representa 58,4% das unidades de produção de café do estado (10.147 famílias)