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62 resultados para "unicamente"

01/03/2011

Há momento melhor que agora?

Foi com grande satisfação que lemos todas as cartas enviadas nas últimas duas semanas. É essa a função da coluna, e de portais como o CaféPoint: estimular o debate. Acreditamos que a troca de percepções entre indivíduos com experiências de vida distintas é um excelente caminho para entendermos melhor qualquer problema complexo. Bem, vamos ao que interessa. Indo direto ao ponto, controle de preços não é solução. Não defendemos essa política por um motivo simples: qualquer cotação estabelecida seria arbitrária.

13/08/2009

Crise na cafeicultura: será o Estado um bom remédio?

Seja qual for o remédio proposto, dos preços mínimos ao calote generalizado, a impressão geral é a de que o curto prazo vem ditando o ritmo mais uma vez. Alívio imediato é o que parecem pedir as lideranças do setor. Porém, é necessário perguntar: qual a contrapartida? Haveria a intenção, por parte daqueles que clamam por ajuda governamental, de buscar soluções inovadoras que não estejam associadas à solução de sempre?

01/03/2012

Tributação do café importado precisa ser revista

A inteligência do regime de crédito presumido do PIS e da COFINS está em permitir a exclusão dos acúmulos de tributação em cascata sobre todos os bens ou serviços consumidos nas etapas de custos e somados sobre a circulação do produto unicamente pela impossibilidade técnica da "tomada de crédito", por não se tratar (o vendedor da mercadoria), de pessoa jurídica. É mera decorrência da técnica não cumulativa dos tributos indiretos. No setor do café, esse mecanismo sempre funcionou muito bem, guardadas algumas ressalvas.

Desafios de coordenação no agronegócio
18/09/2013

Desafios de coordenação no agronegócio

Espaço Aberto: No Brasil, ainda há muita gente que acredita que a agricultura é um setor com baixos índices de produtividade, valor adicionado e inovação. Acontece que o agronegócio não é mais "primário". Ele começa nos insumos modernos, passa pela agropecuária e termina na forma de comida, bebida, roupas, energia, plásticos e uma infinidade de produtos acabados que desmontam por completo a ideia simplista da divisão da economia nos setores primário (agricultura), secundário (indústria) e terciário (serviços). Por Marcos Sawaya Jank