Espírito Santo tem maior safra de arábica da história em 2016, diz Incaper
A equipe de cafeicultura do Incaper atribui os resultados à adoção do conjunto de ações e tecnologias do Programa Renovar Arábica, lançado em 2008.
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A equipe de cafeicultura do Incaper atribui os resultados à adoção do conjunto de ações e tecnologias do Programa Renovar Arábica, lançado em 2008.
Ameaça do fator clima pode voltar a pressionar os preços dos alimentos e é vista como preocupante para a inflação em 2013.
Em qualquer sociedade, determinadas noções são alçadas a um status que as tornam unânimes. O exemplo do termo "desenvolvimento" é o mais óbvio: é praticamente impossível encontrar uma pessoa que se oponha ao desenvolvimento, embora inexista um consenso acerca do seu significado exato. Outras idéias possuem apelo semelhante, entre as quais a do empreendedorismo. Não são poucas as análises que enaltecem o papel desses desbravadores de oportunidades econômicas para o progresso de uma sociedade, reivindicando maior atenção à formação desse perfil. Chega-se mesmo a propor que o empreendedorismo possa ser ensinado!
Diante das altas nos preços dos alimentos observadas nos últimos anos, a discussão sobre quais regiões do globo seriam capazes de expandir a área plantada com commodities agrícolas para atender a demanda mundial. Analistas são praticamente unânimes em considerar o Brasil o país que oferece o maior potencial de crescimento. No entanto, nações da África, do Leste Europeu e algumas das ex-repúblicas soviéticas, considerados fronteiras agrícolas, apresentaram nos últimos anos uma expansão expressiva na área cultivada com as quatro commodities agrícolas mais consumidas do mundo
Todas as simulações são unânimes ao indicar um trimestre mais seco que o normal para as regiões de Linhares e João Neiva, no Espírito Santo. O que diverge é o desvio.
Os meses de junho, julho e agosto são os mais secos do ano em Ribeirão do Largo, na região de Itapetinga, no sul da Bahia. Somando-se os três meses, o acumulado oscila em torno dos 100mm.
Na cidade de São Paulo, em termos de qualidade sensorial global da bebida preparada nos estabelecimentos que servem o expresso, há uma concentração das qualidades tradicional e superior com 10% e 11,3% respectivamente. Lamentavelmente, encontram-se 2,3% de estabelecimentos preparando o expresso com qualidade sensorial abaixo do aceitável, fato que prejudica sobremaneira a reputação da bebida, pois os especialistas são unânimes em apontar a elevada qualidade do produto como item essencial para o resultado final da preparação. É inexpressivo o percentual de participação dos cafés considerados gourmet no preparo do expresso, por isso são ainda tão amplas as possibilidades de novos negócios focalizados no produto gourmet.
O Grupo de Trabalho do Endividamento da Cafeicultura, criado ao longo da reunião extraordinária do CDPC (Conselho Deliberativo da Política do Café), realizou sua primeira reunião na quarta-feira, dia 31 de outubro, na Secretaria de Produção e Agroenergia do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Ao longo do encontro, os membros do GT foram unânimes em apontar a atual valorização do nosso câmbio como principal fator que vem prejudicando a geração de renda para os cafeicultores.
Café arábica está sob pressão devido à preocupação de que as novas medidas de restrição, impostas em algumas das maiores cidades da Europa, possam conter o consumo de café
Produtores poderão fazer reclamações anônimas sobre prática que ocorre quando bancos condicionam a liberação do crédito à aquisição de outros produtos financeiros
Nos últimos três artigos publicados neste espaço, mostrei que as exportações do agro brasileiro continuarão crescendo, respondendo à demanda por alimentos nos países em desenvolvimento e aos elevados preços internacionais. Argumentei, também, que o Brasil vai crescer mais do que outros exportadores, porque, a menos que políticas erradas sejam adotadas, o agro brasileiro responde mais rapidamente às elevações de preço que o de outros países. Isso ocorre porque o agro brasileiro combina três condições não encontradas nos demais: disponibilidade de terra e água, estrutura produtiva que favorece a expansão e alto nível tecnológico na produção. O modelo agroexportador brasileiro, portanto, vai ganhar força.
Em tempos de crise da cafeicultura, em que precisamos buscar alternativas para melhorarmos a qualidade e agregarmos valor ao produto café, não é racional que a ANVISA crie uma portaria que irá culminar na perda da segurança alimentar de nosso produto por permitir que um inseto sem alternativa de controle possibilite a infecção dos grãos de café ainda na lavoura por fungos e bactérias responsáveis por fermentações indesejáveis.
No mercado de café não existem inocentes. Como já se havia previsto, o limite para 5% de umidade no novo regulamento técnico para Café Torrado e Moído foi chancelado. Feitas as contas, serão transferidos para o bolso dos torrefadores algo como R$ 166 milhões. Ademais, os cafeicultores deixam de comercializar no mercado interno algo como 700 mil sacas de café verde, que foram substituídas por água no produto final.
A discussão sobre os impactos das mudanças climáticas sobre os cinturões produtores de café no Brasil já aparece no desenho de cenários futuros para essa cultura. O aspecto novo nesse debate é que o consumo da bebida também está negativamente afetado pelas altas temperaturas globais.
Renato Fernandes conversou, ontem, 28/9, com Celso Oliveira, da Somar Meteorologia, sobre as últimas chuvas e as perspectivas do clima nas regiões cafeeiras, relacionando-as com as floradas.