Instabilidades que trouxeram chuvas tendem a persistir nos próximos dias em SP, MG, RJ e ES
Nesta semana, há previsão de chuva em grande parte do Centro-Sul do país, devido a formação de um sistema de baixa pressão
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Nesta semana, há previsão de chuva em grande parte do Centro-Sul do país, devido a formação de um sistema de baixa pressão
Se o que o Brasil fez é viável em outras regiões produtoras de café do mundo, e mesmo aqui onde a declividade é alta, deve ser analisado e avaliado. Por Carlos Henrique Jorge Brando, da P&A Marketing.
O país exportou 2,54 milhões de sacas de 60 quilos de café em agosto, 9,2% a mais que em julho.
Evento contou com mais de 20 mil visitantes segundo organização. Seminários técnicos, exposições e stands de empresas líderes de mercado e presenças e discursos de autoridades foram os destaques.
As tecnologias modernas nos trouxeram muitas comodidades. E, por consequência, algumas contra-indicações. Por exemplo, a aspirina tem diversos usos terapêuticos. É utilizada como analgésico em vários problemas agudos como resfriados, dores de cabeça, infarto cardíaco entre outros. Entretanto, um dos mais temidos efeitos colaterais dessa droga é a hemorragia<sup>1</sup>. A agricultura nos oferece o alimento necessário e os supermercados nos oferecem a comodidade da compra a qualquer hora. Esse modelo de desenvolvimento imediatista que prefere fechar os olhos para as consequências está no seu ápice. Lembremos, no entanto, que após o ápice de modelos insustentáveis a mudança é inevitável. Todo império chega a seu fim.
Apenas três dos principais produtos da balança comercial do agronegócio já trouxeram US$ 38 bilhões para o país no período de janeiro a novembro deste ano. Os produtos são soja, açúcar e carnes. Se somado o café, o valor sobe para US$ 42 bilhões no mesmo período. O quarto produto da lista, o café, deve trazer receitas recordes para o país neste ano. A escassez de oferta em vários países produtores colocou o Brasil como um dos poucos fornecedores mundiais.
Os bons preços do café fino trouxeram alento para as regiões produtoras. É o caso do cerrado mineiro, onde a colheita está um pouco atrasada. No cafezal do seu João Batista Montanari, em Patrocínio, no cerrado mineiro, a colheita começou há cerca de duas semanas. E ele só conseguiu retirar até agora perto de 20% da produção. No ano passado, ele já tinha feito o serviço em quase metade da lavoura. De um mês para cá, o preço médio do café subiu perto de 20%, o que animou os produtores.
Os produtores de café estão insatisfeitos com as condições climáticas, que trouxeram chuva para a colheita das regiões cafeeiras na semana passada. A elevada umidade interrompe os trabalhos de colheita e também atrapalha a secagem nos terreiros do café recém-colhido. "A colheita está muito lenta, não era para chover assim nessa época no Sul de Minas", declarou Gilson Ximenes, presidente do Conselho Nacional do Café (CNC).
Mercado cafeeiro encerrou esta terça-feira (12) com leve queda nos mercados futuros e físico em função da queda generalizada das commodities. Como o mercado de café segue firme, a queda foi mais tímida. Na bolsa de Nova York o vencimento maio/11 teve desvalorização de 80 pontos, fechando a 273,80 centavos de dólar por libra-peso. No mercado interno a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 513,05, com desvalorização de R$ 0,78 segundo o indicador Cepea/Esalq. No mês, a valorização acumulada é de R$ 4,24/saca.
O México exportou 15% menos café em novembro do que no mesmo mês de 2009, mas ganhou levemente mais em termos de valor devido aos maiores preços do café, disse o Ministério da Agricultura do país. O México exportou 99.661 sacas de 60 quilos de café no mês passado, o segundo mês do ciclo de exportação de 2010-2011, 14,6% a menos que as 116.661 sacas exportadas durante novembro de 2009.
Com grandes oscilações durante a semana, as cotações do arábica encerraram a semana acumulando quedas, tanto nos mercados futuros como no físico. Em Nova York, na sexta-feira (24) o primeiro vencimento, dezembro/10, teve queda de 105 pontos, fechando a 180,60 centavos de dólar por libra-peso. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 322,12, com desvalorização de 0,44%, segundo o indicador Cepea/Esalq. A variação no mês acumula desvalorização de 2,27%.
A Starbucks Corporation anunciou ter assumido o controle total das 22 lojas abertas no Brasil por meio da aquisição da Cafés Sereia do Brasil Participações S.A. Em nota divulgada ontem (19), a companhia norte-americana diz que, unidades próprias, poderá se concentrar "nas enormes oportunidades" do mercado brasileiro, o maior da América do Sul. O valor da transação não foi revelado. Até então, a Starbucks local não conseguiu popularizar a sua mais tradicional versão da bebida, mas está disposta a mudar essa realidade.
Os preços do café arábica encerraram essa quinta-feira (05) praticamente estáveis na bolsa de Nova York, registrando leves valorizações. Na BM&FBovespa e no mercado interno as cotações também registraram altas. Em Nova York, o primeiro vencimento, setembro/10, teve alta de 10 pontos, fechando a 169,85 centavos de dólar por libra-peso. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 310,46, com valorização de 0,21%, segundo o indicador Cepea/Esalq.
Os agricultores do município de Ariquemes receberão sementes de café adaptadas para as condições climáticas de Rondônia. A iniciativa é resultado do trabalho realizado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). O estudo durou cerca de 14 anos.
As exportações de café do Peru em agosto de 2009 chegaram a 450.738 sacas de 60 quilos, apresentando queda de 11% contra o mesmo mês de 2008, quando os embarques foram de 508.582 sacas. As informações partem da Câmara do Café do Peru, segundo divulgaram agências internacionais de notícias.
Dados recentes apontam que a produção total de café, para a safra 2009, indica que o Brasil vai colher 39 milhões de sacas de 60 quilos de café beneficiado. O Estado de Rondônia, segundo a estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), corresponde a 7,24% da área plantada de todo o país, o que deixa Rondônia em 4° lugar entre os Estados que mais plantaram café nesta safra.
"Lá fora nunca pararam de comprar café, e de agosto para frente a comercialização deve ser ainda melhor porque termina o período de férias e as indústrias começam a recompor os estoques para o inverno no hemisfério norte", diz Carlos Alberto Paulino da Costa, presidente da Cooxupé. No mercado interno a perspectiva é a de que a intervenção do governo resulte na elevação dos preços. A Cooxupé participou de um pool de cooperativas que compraram o direito de vender ao governo 1 milhão de sacas de café arábica.
O dólar iniciou a semana em rota de baixa. Vendida a R$ 1,875, a moeda norte-americana encerrou no menor nível desde setembro de 2008. Somente ontem, houve depreciação de 1,16% na cotação. Se o cenário não trouxer novidades desanimadoras, analistas preveem a continuidade do atual movimento vivido pelo câmbio. Ou seja, o real pode se apreciar ainda mais.
A região produtora de café do cerrado mineiro teve a colheita prejudicada na fase inicial por fortes chuvas que atingiram as lavouras até o final de junho. Isso pode afetar a qualidade e o rendimento dos grãos nesta safra 2009, segundo análise do vice-presidente do Conselho das Associações de Cafeicultores do Cerrado (Caccer), Jerry Magno Resende.
As exportações de café da Guatemala nos primeiros nove meses da safra de 2008/09, que começou em primeiro de outubro, caíram 7,2%, para 2,7 milhões de sacas de 60 quilos, de acordo com a Associação de Café da Guatemala (Anacafe). Isso se compara às exportações de 2,97 milhões de sacas no período de outubro a junho da safra de 2007/08, disse a Anacafe.
Em espaços para debate, importantes nomes da cadeia produtiva do café trouxeram os temas mais relevantes neste ano. Veja os assuntos que os leitores do CaféPoint mais buscaram.
Nova onda de alta das cotações do produto na bolsa americana e a valorização do dólar este mês trouxeram mais movimentação ao mercado.
O faturamento do café, apesar do cenário positivo para a maioria dos produtos, pode cair 15,3% neste ano, em função do avanço da colheita da safra 2012. "O avanço da colheita e a melhora nas condições climáticas trouxeram para o mercado a expectativa de aumento de oferta, provocando uma redução de 27% nos preços do grão", informa a CNA.
Oscilação nos preços e clima adverso no Brasil contrastam com cenário de chuvas acima da média em Colômbia, Vietnã e Indonésia, que projetam safras maiores apesar de atrasos nos embarques