Seca no Espírito Santo: "O pior já passou", garante presidente da Cooabriel
Chuvas que estão caindo na região são suficientes para recuperar as lavouras de café.
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Chuvas que estão caindo na região são suficientes para recuperar as lavouras de café.
A Nestlé SA enfrenta aumentos sem precedentes nos preços das matérias-primas e prevê que a situação continuará pelos próximos anos, disse ontem (07) o diretor de compras da empresa. "Em termos nominais, estamos vendo aumentos sem precedentes no preço das commodities", disse Petrie, diretor de compras da empresa.
A Palini & Alves posiciou-se entre as 10 maiores empresas do agronegócio nacional pelo segundo ano consecutivo através de levantamento e pesquisa de especialistas da revista "Globo Rural".
Nesse contexto de instabilidades a adoção de estratégias medidas preventivas são crucialmente importantes. Por Celso Luis Rodrigues Vegro, engenheiro agrônomo e pesquisador científico do Instituto de Economia Agrícola.
A crescente demanda de café da Índia está impulsionando as companhias internacionais, como a italiana Lavazza, a suíça Nestlé, e a americana, Starbucks, a abrir lojas na região que tradicionalmente é consumidora de chá, oferecendo crescimento quando os retornos estão mais difíceis de serem obtidos em mercados mais desenvolvidos.
A tecnologia está transformando uma série de noções que fundamentaram a vida em sociedade nas últimas décadas. Idéias como hierarquia e representação estão sendo erodidas, a medida que as pessoas percebem a distância potencial entre o "discurso oficial" e a realidade.
A natureza e causas da formação da riqueza das nações, de sua população, empresas e instituições originou a ciência econômica. Ainda que filósofos tenham se preocupado com a temática, foi somente com Adam Smith ao publicar em 1776 o clássico: "A Riqueza das Nações", que se constituiu efetivamente o que atualmente conhecemos como economia ou economia política. Aliando-se essa nova riqueza com as novas exigências de sustentabilidade sócio-ambiental, temos diante de nós a verdadeira cafeicultura competitiva do século 21.
Qualquer um que se arrisque a analisar criteriosamente o mercado de café, com certeza observará que o segundo semestre de 2010 veio para demonstrar aspectos antes desconsiderados nas mais destacadas interpretações. Se é que as leis da economia não foram revogadas, a diminuição do consumo normalmente repercute em ajustes de preços para baixo. Que fatores econômicos ou não estariam por trás da escalada nos preços do café?
A Revista do Café, em sua edição comemorativa do centenário do Centro do Comércio de Café do Rio de Janeiro, publicou entrevista com o ex-ministro (agricultura e economia), ex-deputado federal e professor emérito da FEA-USP, Dr. Antônio Delfim Netto (abaixo). Percorrendo as quatro páginas que compõem a matéria, nos damos conta da estonteante lucidez com a qual se posiciona o professor. As temáticas abordadas há quase 20 anos atrás continuam pertinentes, pois transitam em torno dos problemas dos quais ainda muito padece a cafeicultura brasileira.
Há quem imagine que pequenos agricultores sejam mais ecológicos que grandes produtores rurais. Políticos que se julgam da "esquerda" propagam que a agricultura familiar faz bem à natureza, enquanto o agronegócio destrói o meio ambiente. Pura ideologia. Nunca nenhum estudo da realidade comprovou isso.
Acontece mais um abril "vermelho". O roteiro dessa confusão anda bem conhecido pela sociedade. Incerto mesmo está o propósito atual das estripulias agrárias no campo. O que pretende, afinal, o Movimento dos Sem-Terra (MST)?
Em meio ao mais violento colapso financeiro global que, a cada dia dilapida mais um bocadinho o tesouro público brasileiro, as lideranças dos cafeicultores não se dão por satisfeitos com a substancial majoração dos preços mínimos. A cafeicultura carece ser abatida por uma tsunami de destruição criadora, visando desmantelar as colunas do atraso, concedendo luz para o refulgir das formidáveis inovações e das práticas gerenciais modernas que a criatividade humana é capaz de imaginar e pôr a funcionar.
O que devia estar na cabeceira no ranking dos ministérios agora pelo jeito já esta na zona de rebaixamento e pode servir até como prêmio de consolo para o Delfim Neto de acordo com notícia do jornal O Estado de São Paulo.
No outono de 2006 começa um acelerado processo de execução de hipotecas nos EUA que, um ano após, resultaria numa crise de proporções globais. Quando os pagamentos relativos às hipotecas foram se escasseando - como é comum entre clientes subprime -, os investidores começaram a sofrer quedas substanciais no valor de suas carteiras. Ignorava-se, porém, até há pouco, a extensão desse processo que, hoje se sabe, envolveu grandes grupos financeiros, tanto nos EUA como em muitos outros países ao redor do mundo. Evitar a recessão pode dar gás para um processo inflacionário em proporções mundiais. A "escolha de Sofia" é qual dragão atacar: a recessão ou a inflação; não adianta ficar em cima do muro, porque daí o que vai aparecer é a maldição da estag-inflação.