Governo anuncia R$ 190,25 bilhões para safra 2017/2018
O valor é o maior, de toda a história, destinado ao financiamento da agricultura brasileira
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O valor é o maior, de toda a história, destinado ao financiamento da agricultura brasileira
A notícia de que a safra do Vietnã deve atrasar em quase um mês sustentou os preços do café robusta ontem na Bolsa de Londres. O Vietnã é o maior exportador de café robusta do mundo e, por causa das chuvas, estima-se que a colheita seja iniciada apenas em novembro. O atraso deve reduzir as exportações e, com menor volume do produto disponível no mercado, os preços tendem a subir. O contrato do café para entrega em novembro subiu 0,82% e fechou cotado a 2.094 dólares por tonelada.
Mercado cafeeiro segue firme, o que sustentou os preços em alta na semana mesmo com a queda registrada na sexta-feira (04) nos mercados futuros. No mercado interno a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 475,30, com valorização de R$ 2,68, segundo o indicador Cepea/Esalq. No mês, a variação já acumula alta de R$ 14,39/saca. Segundo o colaborador do CaféPoint Edson Koshiba da Pleno Corretora, o mercado está firme com boa procura para cafés finos e café médios, mas vendedores ainda estão retraídos e na espera de preços melhores pois até a chegada da safra nova temos pelo menos 4 meses pela frente.
Deputado apresentará hoje (17), em comissão, parecer favorável à adesão do Brasil ao Acordo Internacional do Café (AIC). Debatedores ressaltam importância de o País liderar a discussão de políticas para o setor cafeeiro. O relator da proposta (PDC 2844/10) de adesão brasileira ao Acordo Internacional do Café, de 2007, deputado Silas Brasileiro (PMDB-MG), ressaltou a importância de ratificar o texto o mais rápido possível para que o País possa apresentar candidato a diretor-executivo da Organização Internacional do Café (OIC) - a principal entidade do setor no mundo - no ano que vem.
O mau estado das estradas de Honduras está pondo em perigo a produção e exportação de café desse país. A diretoria executiva do Ihcafé (Instituto Hondurenho de Café) apontou que a entidade tem efetuado solicitações ao governo e está à espera de uma resposta favorável.
O indicador Cepea/Esalq do arábica acumulou nova queda na primeira quinzena de outubro (de 01 a 15). No dia 14, a cotação até atingiu os R$ 324,01/saca, porém voltou a cair no dia 15, sendo cotado a R$ 319, 42/saca, registrando desvalorização de 0,27% na quinzena. A queda que iniciou ainda na segunda quinzena de setembro se sustentou devido principalmente às chuvas que estão caindo nas principais regiões brasileiras e a boa florada das lavouras.
Os preços do café arábica encerraram essa quarta-feira (21) em queda na bolsa de Nova York. Segundo a Dow Jones Newswires, além do avanço da colheita da safra brasileira, que tem elevado a disponibilidade de café no mercado, investidores estão reduzindo sua exposição ao risco diante das incertezas econômicas mundiais. A retração de vendedores sustentou os preços no mercado interno, contrariando o movimento de queda em Nova York. O indicador Cepea/Esalq do café arábica foi cotado a R$ 291,05, com valorização de 0,16%.
Após os preços da saca do café atingirem a marca recorde de R$ 555,00 em maio deste ano no Brasil, os valores começam a recuar. As principais razões são a entrada da nova safra, o desaquecimento da demanda mundial e a atual situação macroeconômica dos principais consumidores do produto. Segundo analistas do setor, a palavra-chave do cenário atual no Brasil é incerteza.
Divergências na própria base do governo podem adiar a votação do novo Código Florestal (Projeto de Lei 1876/99 e outros). Tanto o relator, deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), quanto o líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), asseguram que há condições de chegar a um consenso até a terça-feira (03/05), quando o texto entrará na pauta do Plenário. O líder do PT, deputado Paulo Teixeira (SP), no entanto, pede pelo menos uma semana a mais para estudar as alterações do substitutivo.
As cotações do café arábica encerram a quarta-feira (02) em alta pelo terceiro dia consecutivo na bolsa de Nova York e no mercado físico. Na bolsa de Nova York o vencimento março/11 teve valorização de 100 pontos, fechando a 250,40 centavos de dólar por libra-peso, valor recorde desde 1997. As cotações foram impulsionadas por preocupações em relação a oferta mundial de café, em um cenário de demanda aquecida. No mercado interno a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 466,36, com valorização de R$ 5,45, segundo o indicador Cepea/Esalq. Esse valor é o maior já registrado na história do indicador.
As exportações brasileiras de café vão ser recordes neste ano. No ritmo em que as vendas externas seguem, o país deverá somar 32,5 milhões de sacas comercializadas no exterior, com valor superior a US$ 5,5 bilhões. Guilherme Braga, diretor-geral do Cecafé (Conselho Brasileiro dos Exportadores de Café), diz que, se neste mês for mantido o ritmo de vendas de outubro (3,4 milhões de sacas), as exportações do país superarão 10 milhões de sacas apenas entre setembro e novembro.
Ao admitir que a produção colombiana neste ano não irá chegar a meta anteriormente fixada, entre 9,5 e 10 milhões de sacas, o diretor executivo da Fedecafe (Federação Nacional dos Cafeicultores da Colômbia), Luis Genaro Muñoz, antecipou que espera melhores resultados para 2011. "Pensamos que essa estimativa é um pouco alta e a produção dos últimos três meses do ano deve ser bastante superior ao trimestre final do ano passado", disse.
Os preços do café arábica encerraram essa sexta-feira (30) em alta, saltando para os maiores valores em 12 anos na bolsa de Nova York. As altas foram conduzidas por compras especulativas, e trata-se do fechamento mais forte desde fevereiro de 1998. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 317,39, com valorização de 1,68%, segundo o indicador Cepea/Esalq.
Líder mundial na exportação de açúcar, carnes bovina e de frango, café em grão e suco de laranja, o Brasil se consolida, a cada ano, como celeiro do mundo. Ao completar 150 anos, nesta quarta-feira (28), o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) confirma o slogan "Alimentando o Brasil, Produzindo para o Mundo".
Em audiência pública, nesta terça-feira (13), na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, sobre projeto que estabelece subsídio anual a produtores rurais, especialistas pedem zoneamento ecológico-econômico do País e políticas de garantia de renda.
A libra de café colombiano chegou a US$ 2,40 na segunda-feira, 28, no mercado dos Estados Unidos, preço mais alto nos últimos 13 anos, informa a Federação Nacional de Cafeicultores da Colômbia. "Este nível não era registrado desde abril de 1997, ou seja, há 13 anos", destacou a Federação em comunicado, que detalha que a variação foi influenciada pela escassez de café suave no mundo.
Os produtores de café da América Central estão temerosos em ter um clima mais úmido, depois da passagem de uma tormenta tropical, o que poderia implicar em mais prejuízos para suas safras, diminuindo ainda mais a oferta global do produto.
A candidata presidencial da Colômbia pelo Partido Conservador, Noemí Sanín, se comprometeu nesta semana com os cafeicultores do país a recuperar esse importante segmento da economia colombiana, além de desenvolver uma verdadeira política de desenvolvimento para o setor. Noemí declarou que não acredita que "haja uma política nem mediana para o café", disse.
Nesta quinta-feira (13), a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 288,97, com valorização de 0,65%, segundo o indicador Cepea/Esalq. A alta dos preços em NY, a leve valorização do dólar e a falta de grãos finos no mercado interno impulsionaram as cotações ontem.
O saldo comercial do agronegócio paulista apresentou superávit de US$ 7,87 bilhões no período de janeiro a outubro, com ligeira queda de 0,9% em relação aos primeiros dez meses de 2008, segundo o Instituto de Economia Agrícola da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (IEA). Isso foi possível porque as exportações caíram menos do que as importações, ou seja, 10,18% (para US$ 12,97 bilhões), enquanto as compras externas recuaram 21,3% (para US$5,10 bilhões).
Audiência organizada para discutir um novo modelo de gestão pública para a cafeicultura brasileira trata questões como custo de produção, contratos de opções, Prêmio Equalizador Pago ao Produtor (Pepro), custeio, colheita e endividamento. "Qualquer medida política passa pelo reequacionamento da dívida dos cafeicultores", declarou o secretário-executivo do Ministério da Agricultura, Gerardo Fontelles.
As cotações do arábica encerram a quinta-feira (28) em queda pelo segundo dia consecutivo. Em Nova York o primeiro vencimento dezembro/10, teve desvalorização de 370 pontos, fechando a 196,60 centavos de dólar por libra-peso. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 344,93, com desvalorização de R$ 2,29/saca, segundo o indicador Cepea/Esalq. Mesmo com a queda, no mês a valorização é de 7,69% (R$24,63/saca). Em relação ao conilon, o indicador Cepea/Esalq registrou alta de 0,22%, sendo cotado a R$ 179,85/saca. No acumulado de um mês a valorização é de R$ 9,78/saca (+ 5,75%).
A Organização Internacional de Café reduziu sua estimativa da produção global 2011/12 para 128,5 milhões de sacas de 60 quilos, o que sustentou as cotações do grão arábica na Bolsa de Nova York. A atual projeção de safra representa uma queda de 4,3% em relação ao período anterior.
A decisão dos cafeicultores brasileiros de segurar as vendas à espera de preços mais altos sustentou as cotações da commodity nesta terça-feira na Bolsa de Nova York. O café foi um dos únicos produtos a terminar em alta na bolsa norte-americana.