Perda de importantes suportes em Nova Iorque e Londres
No mercado de café a alta do dólar e a previsão de chuva em região produtora e por fim, a falta de volatilidade impactaram as cotações.
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No mercado de café a alta do dólar e a previsão de chuva em região produtora e por fim, a falta de volatilidade impactaram as cotações.
"No caso do café campo negativo e suportes mantidos tanto em Nova Iorque quanto em Londres", afirma consutlor.
"Apesar do tombo na Bolsa de Nova Iorque, alguns suportes interessantes foram mantidos", pontuou o consultor Marcus Magalhães.
Tanto a bolsa de Nova Iorque quanto a de Londres, operaram acima de suportes interessantes, afirmou o consultor Magalhães.
Bolsas internacionais trabalham em alta, tanto em Nova Iorque, que regula o preço do arábica, quanto em Londres, responsável pelo robusta.
"Os trabalhos de colheitas avançam e assim, as atenções do seguir estão mais focadas no mundo produtivo do que no mercadológico", comenta Marcus Magalhães.
Envolvidos se mantém a espera do relatório dos traders a ser conhecido no final dos trabalhos, aponta consultor.
Tecnicamente os fechamentos tanto em Nova Iorque quanto em Londres, foram construtivos, aponta consultor.
Apesar de comportamento conservador, campo positivo prevaleceu durante as operações, aponta consultor.
Bolsas de Nova Iorque e Londres pelo campo positivo. Confira análise do consultor Marcus Magalhães.
No mercado cafeeiro poucas oscilações representativas, aponta consultor.
De acordo com consultor Marcus Magalhães ainda há ansiedade sobre realidade da safra.
Agora, a espera de fatos novos, nem a ponta vendedores nem a compradora assumem postura no mercado.
Segundo consultor, mercados internos de conilon e arábica não realizam vendas, já que produtor está voltado para problemas climáticos das lavouras.
Segundo especialista, clima segue ditando ritmo do mercado.
Ação gera recuo no mercado cafeeiro.
Segundo consultor, a alta no mercado de cacau pode se estender ao café.
Os contratos futuros de café arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) mantiveram movimento de queda, pela segunda sessão consecutiva. Mas os contratos ainda acumulam valorização este mês, de cerca de 7%, diante do quadro de baixa oferta no curto prazo.
Ainda assim, importantes suportes foram mantidos nos terminais internacionais, afirma Marcus Magalhães
Suportes mantidos, arbitragens entre as qualidades dentro de parâmetros previsíveis e numa visão técnica, os patamares indicando que os próximos dias poderão ser marcados pela continuidade do movimento corretivo deflagrado. Veja o que mais diz o consultor Marcus Magalhães.
Terminais operaram no vermelho, abaixo de suportes.
Segundo Marcelo Fraga, mercado interno segue firme, com os compradores procurando por lotes para cobrir suas necessidades de curto/médio prazo
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