Valorização do dólar estimula especulação baixista no mercado de café
Em Nova Iorque operadores pressionaram as cotações na ICE, procurando se apropriar dos ganhos do dólar frente ao real.
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Em Nova Iorque operadores pressionaram as cotações na ICE, procurando se apropriar dos ganhos do dólar frente ao real.
Diante da proximidade da colheita brasileira, futuros do café reagem timidamente ante a desvalorização do dólar.
O balanço semanal do CNC ressalta que o setor produtivo cafeeiro mantém negociações com governo sobre difícil situação do café. Os representantes do setor buscam definições, junto ao Governo Federal, de quais instrumentos de mercado podem reverter o cenário dos preços do café.
Foi adiada para a próxima segunda (29/4) a reunião do Conselho Monetário Nacional - CMN em que deverá ser votada a revisão do preço mínimo do café. O encontro estava marcado para a tarde de quinta-feira (25/4), em Brasília. Cafeicultores revisam reivindicação para R$ 336,00, valor chancelado pela Conab.
O potássio é o segundo nutriente mais requerido pelo cafeeiro, só superado pelo nitrogênio. Por isso, seu uso na adubação tem sido realizado através de fórmulas ricas em K2O, como é comum a 20-05-20, em aplicações anuais sucessivas.
Preços foram puxados pela fraqueza do dólar frente ao real e por sucessivas rupturas de níveis de resistências
A rentabilidade da atividade cafeeira depende da obtenção de boas produtividades, as quais são obtidas em solos férteis e com bom equilíbrio entre os nutrientes. A cafeicultura atual está implantada em solos de baixa fertilidade ou empobrecidos por produções sucessivas, o que demanda a adição constante de fertilizantes e corretivos. Para realização de uma adubação equilibrada, o primeiro passo é a realização de uma amostragem de solo correta.
As cotações de café robusta subiram no físico brasileiro em agosto, após registrar sucessivas baixas desde janeiro deste ano. Mesmo diante das quedas no mercado internacional, os preços no Brasil estiveram firmes no período devido à retração de vendedores - o mercado físico de robusta é pouco influenciado pelo cenário externo.
Com base nas sucessivas indicações de que a crise mundial já teria superado o "fundo do poço", pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, responsáveis por índices de exportação do agronegócio estimam ritmo mais acelerado de crescimento para as transações internacionais já neste semestre. Em suas análises, contudo, ponderam sobre duas situações que poderiam limitar essa recuperação.
A crise de demanda do Leste Europeu, principal comprador do café solúvel brasileiro, já impacta o volume e a receita das importações no país. Após registrar quedas sucessivas de agosto a novembro, as exportações brasileiras de solúvel voltam a cair em 2009. No acumulado dos dois primeiros meses do ano a retração já chega a 34,5% - em um decréscimo acima de 200 mil sacas.
Desgastado por sucessivas renegociações de dívidas e insatisfeito com o crescente risco da atividade rural, o governo vem negociando com representantes de produtores e bancos operadores de crédito uma ampla reformulação do atual modelo de política agrícola, em vigor desde 1941 no país. Mais do que admitir a necessidade de reformar o sistema nacional de crédito, cujas regras vigoram há 44 anos, o governo busca sugestões de medidas práticas para mudar radicalmente, até 2011, sua forma de intervenção e apoio no setor.
O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Wagner Rossi, anunciou nesta quinta-feira, 26 de maio, que o governo colocará R$ 107 bilhões à disposição dos produtores rurais para a safra 2011/2012. "É um aumento de 7% em relação ao Plano Agrícola passado. São recursos que darão o suporte necessário para mantermos um protagonismo no mercado mundial de alimentos", disse.
Os preços do café arábica encerraram essa quinta-feira (26) em alta, após três dias consecutivos de queda brusca nos mercados futuros e físico. Em Nova York, o primeiro vencimento, setembro/10, teve alta de 585 pontos, fechando a 169,95 centavos de dólar por libra-peso. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 308,78, com valorização de 3,01%, segundo o indicador Cepea/Esalq. Especialistas consultados pelo CaféPoint afirmam que o movimento do mercado hoje (27) será decisivo.
Na última sexta-feira, a presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, defendeu reformulações do Código Florestal e criticou o sistema de escoamento de cargas e a alta carga tributária imposta à cadeia de alimentos no Brasil. A senadora também defendeu um novo modelo de defesa agropecuária e a reestruturação do modelo de crédito rural do país.
A safra 2009/10, que começa oficialmente em julho, exigirá um orçamento de R$ 155 bilhões para financiar as operações de custeio, comercialização e investimento da agropecuária no país, informou ontem (16) a presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária (CNA), senadora Kátia Abreu (DEM-TO), durante audiência com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Palácio do Planalto.
Conselho Nacional do Café considera insuficientes as medidas apresentadas. Governo Federal deve criar um Grupo de Trabalho para estudar medidas complementares.
O setor cafeeiro enfrentou quedas sucessivas nas cotações de arábica em 2013 e, para este ano, o cenário tanto no mercado interno quanto no externo ainda é pouco promissor. A razão para o grão se manter desvalorizado foi o aumento na produção mundial em ritmo mais acelerado que a demanda, resultando em elevação dos estoques na atual temporada (2013/14) e expectativa de volume alto também para a seguinte (2014/15).
Um excedente do maior produtor desse grão, o Brasil, após duas colheitas abundantes sucessivas, ajudou a reduzir os preços para o menor valor em quatro anos e meio nessa semana, o que deverá impulsionar os torrefadores a aumentar o uso do grão em suas misturas.
As sucessivas quedas no preço do café, a principal commodity do estado, prejudicaram o crescimento do valor da produção agrícola de Minas entre 2011 e 2012: o indicador obteve uma suave alta de 2,4%, de R$ 24,7 bilhões para R$ 25,39 bilhões.
As ervas daninhas que crescem no meio do cafezal concorrem com os cafeeiros em água, nutrientes e luz, e devem ser controladas
Observações de campo mostram que a cultivar Arara mantém elevada produtividade e rápida recuperação mesmo após sucessivos esqueletamentos, reforçando seu potencial para garantir longevidade e desempenho em lavouras de café
Por mais surpreendente que possa parecer, a Europa já cultiva café em seu próprio território. Embora os cultivos se concentrem em duas regiões isoladas do continente - em Portugal e na Espanha -, pode-se dizer que ali estão os cafés mais próximos da Europa continental e os mais ao norte de que se tem notícia.
Precipitações no final do mês favorecem o desenvolvimento final da atual safra e criam condições mais favoráveis para as floradas da próxima temporada, previstas para setembro
Os trabalhos de pesquisa para desenvolver novas seleções dentro do material genético de Siriema foram acelerados nos últimos anos com avanços nas etapas, focando agora na redução do tempo necessário à disponibilização dessas seleções para seu uso comercial pelos cafeicultores.