(Imigr)ação e reação
Momentos de depressão nos preços de commodities ou de instabilidade política são o estopim perfeito para o aumento do fluxo de refugiados. Por Bruno Varella.
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Momentos de depressão nos preços de commodities ou de instabilidade política são o estopim perfeito para o aumento do fluxo de refugiados. Por Bruno Varella.
Nos últimos tempos, temos assistido a um desenfreado esforço de diversos governos para "preservar" símbolos da cultura regional. Muitas vezes, celebrações ou bens já esquecidos pela população ganham sobrevida, tornando-se pálidas representações do passado.
Em tempos de crise mundial e discussões sobre déficit fiscal do governo federal, deixamos de lado questões relacionadas à eficiência do Estado brasileiro. Minha impressão é que a complexidade desse tema é grande o suficiente para inibir reformas que, passado o sofrimento de negociá-las entre Poderes do Estado, burocratas do governo, setor privado e consumidores, os benefícios a partir de sua implementação seriam inegáveis.
O leitor do CaféPoint Arnaldo Reis Caldeira Júnior, produtor de café de Carmo da Cachoeira/MG, enviou um comentário ao artigo Preço alto não incentiva produção de café", comentado que não está vendo movimentação de novos plantios em novas áreas de café. Acesse e leia a carta na íntegra.
Organizadores do movimento S.O.S. Cafeicultura já estão se rearticulando para uma nova manifestação, desta vez em Brasília, dentro de 20 dias. O posicionamento do governo em relação ao preço mínimo do café foi a gota d'água. Cafeicultores argumentam que os custos de produção são mais altos do que os levados em conta na hora de estabelecer os valores.
Ser produtor não é sinônimo de bons ventos e mares tranquilos, não é sinônimo de bonança e dias calmos; ser produtor é lutar contra o mercado que o oprime, é lutar contra as estimativas escusas de safra, é lutar contra o clima, e, este último, que se agigantou nos meses de janeiro e fevereiro, e fez secar o líquido aminótico das placentas, imprimiu ainda mais o sofrimento.
De tempos em tempos, catástrofes naturais ou graves acidentes motivam a reflexão da sociedade acerca de qual o seu papel a fim de evitar a destruição e o sofrimento das famílias. Partindo dos trágicos acontecimentos em Santa Maria, Bruno Miranda e Sylvia Saes perguntam: a solução para evitar desastres como o ocorrido no Rio Grande Sul é criar regras mais complexas?
Prejuízo das exportações é estimado em 2,5 bilhões de Rupia Indiana (US$ 32,80 milhões), já que exportadores não puderam transferir seus produtos para portos devido à falta de logística
Rodrigo Costa traça um paralelo sobre o coronavírus e como ele impactou as cotações do café nas últimas semanas
Mercado do robusta em Londres sofreu nova queda, abrindo espaço para Nova Iorque fazer novas mínimas
"Para Hafers, estar presente e tirar conclusões próprias era fundamental. Não por acaso, enxergou potencialidades em cada um dos diversos rincões do Brasil. Em cada conversa, sublinhava o orgulho de ser um produtor rural". Por Bruno Varella Miranda.
Prepare-se: vai faltar água na torneira. A situação é extremamente crítica. Em pleno verão, época de abundantes chuvas, os reservatórios estão minguados. Na agricultura, o forte calor associado às baixas precipitações estorrica as lavouras. Anda em busca de explicações o inusitado fenômeno climático.
Profissional do setor cafeeiro com décadas de experiência e leitor participante do CaféPoint, Marco Antonio Jacob aborda neste artigo problemas atuais na sustentabilidade econômica da cadeia produtiva do café, sob argumentos que intentam soluções viáveis para a garantia de um futuro promissor ao setor ante o desânimo e descrenças comumente percebidos entre os profissionais envolvidos.
O artigo de Rodrigo Cascalles, do Instituto Imaflora, aborda a questão do grande desafio da certificação: não perder o propósito maior desse mecanismo. Quando o produtor busca os atraentes prêmios recebidos pelos cafés <i>Rainforest Alliance Certified TM</i> para outro fim que não seja usá-lo em prol da sociedade e do meio ambiente, a lógica se perde na ganância de mercado.
O novo Plano Nacional de Direitos Humanos, PNDH-3, aprovado pelo Decreto nº 7.037 em 21 de dezembro de 2009, está a merecer críticas e reparos nas referências que faz ao setor rural. Destinado a estabelecer as diretrizes, os objetivos estratégicos e as ações programáticas que nortearão as ações do governo federal na área dos direitos humanos, o texto é, na verdade, uma ampla plataforma ideológica, que abrange de modo totalitário aspectos da política, da economia, da cultura e da organização social.
Schultz sempre confiou em seus instintos. E eles sempre foram muito bons. Desde o começo, quando ele comprou seis lojas da Starbucks, ele sabia o que a companhia poderia ser. Ele queria vender uma experiência e assim ele criou um local de encontro com sua própria linguagem e cultura. Ele falava sobre a alma da cafeteria, em fazer o bem para o mundo, controlar seu próprio destino. Sempre mediu o sucesso em seus próprios termos.
Quando vejo Greenpeace, ISA, IPAM, USAID, TNC, CMI, dentre inúmeras outras entidades, extremamente preocupadas com o bem-estar, o conforto e o desenvolvimento dos brasileiros, fico comovido. Comove-me absurdamente ver como temos irmãos do Norte tão preocupados e dedicados a seus semelhantes aqui no Hemisfério Sul. Estranha-me ao mesmo tempo o fato de a Europa ter desmatado praticamente toda sua floresta (mais de 99%). E estes mesmos países europeus, como a Inglaterra com sua WWF do empenhadíssimo Príncipe Charles, investirem tantos euros nas "questões ambientais" brasileiras.
O café não é remédio, mas a comunidade médico-científica já considera a planta como funcional (previne doenças mantendo a saúde) ou mesmo nutracêutica (nutricional e farmacêutico). Isso por que o café não possui apenas cafeína, mas também potássio, zinco, ferro, magnésio e diversos outros minerais. O grão do café também possui aminoácidos, proteínas, lipídeos, além de açúcares e polissacarídeos. Mas, o principal segredo: possui uma enorme quantidade de polifenóis antioxidantes, chamados ácidos clorogênicos.
O CDPC (Conselho Deliberativo da Política do Café) realizou, na tarde desta quarta-feira, sua 55ª Reunião Ordinária, a qual contou com as presenças do ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, dos secretários Silas Brasileiro (Executivo) e Manoel Bertone (Produção e Agroenergia), bem como do diretor do Dcaf (Departamento do Café), Lucas Tadeu Ferreira, além dos representantes de todos os setores privados da cafeicultura. Ao longo do encontro, destacou-se a definição da distribuição dos recursos do Funcafé (Fundo de Defesa da Economia Cafeeira), que, em 2008, somam R$ 2,4 bilhões.
País essencialmente agrícola no passado, emergente na indústria, na tecnologia e no comércio, o Brasil passa, na atualidade, por uma interessante transformação, na qual o Agronegócio se impõe como uma solução para a renda nacional, assim como para a resposta ao mundo, enquanto produtor e exportador de alimentos.