Terra Forte estima safra 2016 do Brasil em 54,16 milhões de sacas
Previsão da exportadora para este ano representa incremento de 6,88 milhões de sacas. Expectativa é de quebra para o conilon e recuperação para o arábica.
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Previsão da exportadora para este ano representa incremento de 6,88 milhões de sacas. Expectativa é de quebra para o conilon e recuperação para o arábica.
O valor é o maior, de toda a história, destinado ao financiamento da agricultura brasileira
O índice de preços dos alimentos da FAO ( entidade da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) bateu o recorde dos últimos 20 anos em fevereiro de 2011 ao se situar em uma média de 236 pontos, um recorde histórico em termos reais e nominais. Este aumento representa a oitava alta mensal consecutiva e acontece diante da previsão da FAO de um processo de "rigidez" no equilíbrio entre oferta e procura de cereais para o período 2010-2011.
As exportações brasileiras de café bateram recorde histórico em 2010. O país alcançou receita de US$ 5,66 bilhões, crescimento de 33% em relação a 2009 e comercializou o maior volume dos últimos cinco anos, totalizando 33.002.244 de sacas, alta de 9% comparativa ao ano anterior. Os dados são do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).
A estatal apontou uma colheita entre 46,535 milhões e 50,151 milhões de sacas de 60 kg do produto beneficiado. Os valores desse intervalo podem representar uma quebra de 5,4% ? criando a possibilidade de uma safra de ciclo alto poder se situar abaixo de uma de menor volume ? a um crescimento de 2% na comparação com o ciclo cafeeiro 2013, quando foram produzidas 49,15 milhões de sacas.
A irrigação já uma realidade na cafeicultura brasileira, ocupando área significativa, permitindo situar o cafeeiro entre as principais culturas irrigadas do Brasil. A irrigação tem sido utilizada mesmo nas regiões consideradas tradicionais para o cafeeiro, como Sul de Minas Gerais, Zona da Mata de Minas Gerais, Mogiana Paulista, Espírito Santo, etc. Trabalhos de pesquisa demonstram que o aumento de produtividade média com o uso da irrigação (médias de pelos menos 3 safras) tem sido de 50% quando comparada com as lavouras de sequeiro.
As mudas de café em viveiros podem ser afetadas pelas geadas, precisando de proteção adequada para evitar perdas severas
Observações de campo mostram que frio e seus efeitos variam conforme as características das lavouras: com a variedade, o manejo adotado e a irrigação
1º Levantamento da Safra 2021 de café e estima uma produção total, somados canéfora e arábica, entre 43,8 milhões e 49,5 milhões de sacas
Tradings nacionais e internacionais divulgaram projeções que apontam a colheita brasileira de 50 milhões a até 55 milhões de sacas de 60 kg, com o motivo principal para um volume tão elevado sendo justificado, principalmente, pela ocorrência das recentes e volumosas chuvas. No entanto, para o engenheiro agrônomo Mapa/Procafé, José Braz Matiello, o qual visita constantemente as zonas cafeeiras do país, as precipitações atuais não interferirão de forma a gerar um aumento no tamanho da safra. "As chuvas de agora servem para evitar perdas e não para gerar elevação. Elas evitam perdas porque ajudam a granar o café, mas não acarretam ganhos de produção, uma vez que o crescimento do ramo foi feito em função do ano anterior, quando o cafezal enfrentou uma seca por aproximadamente dois meses", explicou ele, acrescentando que a safra nacional deve se situar no intervalo entre 40 milhões e 45 milhões de sacas.
O 1º levantamento da Conab está dentro das expectativas, disse ao CaféPoint José Braz Matiello, engenheiro agrônomo da Fundação Procafé/MAPA. "Em termos de números globais a safra poderia se situar entre 40-45 milhões de sacas - acredito mais próximo de 40 milhões-, como, aliás, eu já havia apresentado em algumas palestras". O corretor de café Eduardo de Toledo Leite, da SLW Corretora, disse que a situação não está nada cômoda para os compradores, já que os estoques são muito baixos.
Cooabriel, Coopeavi e Sicoob se uniram em realização ao Dia C e criaram o CONEXÃO.COOP
Realizado pelo Conselho Nacional do Café (CNC) e Emater, iniciativa busca contribuir com pesquisadores na produção de uma cafeicultura sustentável
A fragilidade ao frio está relacionada à concentração dos sais nos tecidos das plantas.
Com o avanço agronômico, lavouras em segunda metade da fase de formação (18 a 30 meses após o plantio) exibem catações em quantidades que, por vezes, superam a média de lavouras em fase de produção. Por Celso Luis Rodrigues Vegro, pesquisador do IEA e Eduardo Heron dos Santos, diretor técnico do Cecafé.
Fundação Procafé divulgou seus boletins de avisos fitossanitários, alguns municípios voltaram a ter chuvas abaixo da média histórica, alcançando apenas 47% do esperado.
Pesquisas realizadas em dezembro, antes dos efeitos do veranico deste mês, não devem refletir proporção real das perdas, informa CNC.
A colheita de café conilon (robusta) no Espírito Santo, maior produtor nacional da espécie, começou no fim de abril, mas até agora só chegou a 5% do volume total previsto, de acordo com Romário Ferrão, coordenador do programa de café do Estado e pesquisador do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper).
Brasileiro falou sobre o desestímulo pelos baixos preços do café e a estiagem que resultarão na primeira quebra de produção para um ano de safra "cheia" no principal produtor e exportador mundial e ainda exaltou o papel do Governo Federal na recuperação das cotações que tem sido, segundo ele, erroneamente atribuídas tão somente à falta de chuvas e as altas temperaturas de janeiro e fevereiro no Sudeste.
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou, na quinta-feira, 9 de janeiro, sua primeira estimativa para a safra 2014 de café no Brasil. A estatal apontou uma colheita entre 46,535 milhões e 50,151 milhões de sacas de 60 kg do produto beneficiado.
Lideranças entre deputados, secretários de Estado, prefeitos, vereadores, presidentes de cooperativas de cafeicultores, representantes da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), do Conselho Nacional do Café (CNC) e da Federação da Agricultura e Pecuária de Minas Gerais (FAEMG) estiveram reunidos com o governador Anastasia nesta semana para expor a angústia que cafeicultores vêm passando em função da enorme crise que atinge o setor.
Conab prevê safra 2013 entre 46,98 milhões e 50,16 milhões de sacas. Segundo o CNC - Conselho Nacional do Café, a projeção deverá acabar com as especulações de que o Brasil produzirá, este ano, uma safra maior que a de 2012. Segundo órgão, produtor não terá a necessidade de ir ao mercado vender de imediato e, havendo necessidade, serão implantados programas para a sustentação dos preços.
No espaço dessa coluna já houve ocasião em que pude analisar a problemática dos números envolvendo o consumo interno de café (torrado e moído, torrado em grãos e solúvel). Já se tornou lugar comum o ataque histriônico aos números contabilizado pelas previsões de safra, especialmente a de café. Buscar outras fontes de distorção está fora do script!
Os preços continuaram a subir, e a média mensal do preço indicativo composto da OIC alcançou 153,41 centavos de dólar dos EUA por libra-peso em julho, contra 142,20 em junho. Convém notar que os preços do café, dos Arábicas em particular, atingiram um pico de 13 anos em julho. A despeito do aumento de produção observado em diversos países, essa alta de preços indica certa medida de incerteza ligada a problemas de disponibilidade no curto prazo. Uma correção dos preços poderá ocorrer à medida que o café da nova safra de 2010/11 se tornar disponível.