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Central de Patrocínio sedia evento dia 18 de agosto na central de recebimento de embalagens vazias de agrotóxicos, coordenada pela Expocaccer.
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Central de Patrocínio sedia evento dia 18 de agosto na central de recebimento de embalagens vazias de agrotóxicos, coordenada pela Expocaccer.
Novo artigo do Instituto de Economia Agrícola - IAE aborda o tema dos defensivos agrícolas no Brasil. Em 2012, as quantidades totais vendidas no Brasil cresceram quando comparadas com aquelas contabilizadas no ano anterior.
As entregas de fertilizantes ao consumidor final encerraram o primeiro bimestre de 2012 indicando aumento de 3,8%, se comparado ao mesmo período de 2011. O mercado de defensivos e calcário também tiveram expansão. Os dados são da Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda) e foram apresentados na 59ª Reunião da Câmara Temática de Insumos Agropecuários.
Pouco mais de 20 mil quilos. Esse foi o volume de defensivos agrícolas apreendidos no Brasil entre janeiro e setembro, segundo estatísticas do Sindicato Nacional das Indústrias de Produtos para Defesa Agrícola (Sindag). O volume representa um crescimento de 7,6% em comparação ao mesmo período de 2009, quando 18,6 mil quilos de produtos foram apreendidos.
A revisão das regras para o uso de pesticidas da União Europeia, que causou o banimento de centenas de agroquímicos no mercado europeu, poderá prejudicar 59% das exportações agropecuárias do Brasil para o continente em 2014, de acordo com o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Agrícola (Sindag).
O Brasil deve ultrapassar os Estados Unidos e se tornar o maior mercado mundial de agrotóxicos ainda em 2011, com vendas superiores a US$ 8 bilhões. Com o bom desempenho das vendas do insumo no primeiro semestre e a forte alta nos preços das principais commodities, o setor reviu suas estimativas e espera uma crescimento de até 10% na receita com as vendas.
As entregas de fertilizantes nitrogenados apresentaram evolução de 20%, passando de 892 mil t em 2010 para mais de 1 milhão de t este ano. O aumento de demanda para as culturas de cana de açúcar, café, milho safrinha e arroz é a razão apontada para explicar o bom desempenho.
Devido a solicitações do mercado e mudanças de ordem logísticas e estratégicas, a 2ª Edição da conferência Crop World South America 2011, Feira e Congresso Internacional de Negócios, Ciência e Tecnologia em Produção Agrícola teve a data alterada para dias 4 e 5 de Julho, mantendo o mesmo hotel, Blue Tree Morumbi em São Paulo.
O programa Café Seguro, que vem sendo implementado por entidades públicas e privadas, sob coordenação do CECAFÉ reunindo o governo (MAPA, EMBRAPA-café), produção (CNA-SENAR, CNC-COOXUPÉ) e fabricantes de defensivos (SINDAG), após a fase de levantamento da legislação dos vários países que adotam a tabela de LMR - Limites Máximos de Resíduos, deu início à segunda etapa do programa, que consiste na formação de extensionistas e técnicos multiplicadores que divulgarão uma campanha para conscientização dos cafeicultores sobre a importância das boas práticas agrícolas, e em especial sobre o uso correto de agroquímicos.
O Brasil é visto pelas empresas de defensivos agrícolas como uma das últimas fronteiras para o setor e com maior capacidade de expansão dos negócios, diante do potencial de crescimento da produção agrícola nacional e das áreas ainda a serem exploradas. No ano passado, o mercado de defensivos no país movimentou US$ 6,6 bilhões, mas irá superar os US$ 10 bilhões na próxima década, quando a área plantada com grãos no Brasil se aproximar do patamar de 70 milhões de hectares.
Levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) mostra que os defensivos agrícolas usados no Brasil ainda são, no mínimo, perigosos. Apesar de todos os produtos terem algum tipo de perigo, todos estavam legalmente registrados e passaram pela análise de três ministérios - Agricultura, Saúde e Meio Ambiente - antes de serem liberados para comercialização.
O secretário executivo da Comissão Técnica de Programa (CTP) da Embrapa Café, Paulo Cesar Afonso Júnior, esteve participando, na semana passada de reunião em São Paulo para planejar, junto com outras instituições, a realização, a partir de outubro próximo, de uma ação para conscientização dos cafeicultores sobre a importância das boas práticas agrícolas, especialmente sobre o uso correto dos agroquímicos aplicados nas lavouras.
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), empresa vinculada ao Ministério da Agricultura, firmou convênio com o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Agrícola (Sindag) para o levantamento de preços de defensivos agrícolas. A informação será publicada juntamente com a pesquisa de safra.
De aroma frutado, levemente cítrico e corpo balanceado, o café servido, a partir de dezembro, em voos internacionais de companhia aérea, é fruto de cultivares desenvolvidas pelo Instituto Agronômico - IAC, instituição pertencente ao Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café. Entre as variedades que compõem o blend especial, estão as cultivares Icatu Amarelo e Mundo Novo, ambas desenvolvidas pelo IAC.
Os fertilizantes entregues ao consumidor final no Brasil tiveram um crescimento de 15,5% em 2011, comparativamente ao ano anterior. A demanda aumentou de 24,51 milhões de toneladas (t) para 28,32 milhões de toneladas, um novo recorde, de acordo com dados da Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda) divulgados na 58ª reunião da Câmara Temática do Insumos Agropecuários.
A fabricante indiana de agrotóxicos genéricos (também chamados de pós-patente) United Phosphorus Limited (UPL) acaba de fazer a segunda investida em menos de quatro meses no Brasil. Por US$ 150 milhões, a empresa adquiriu 51% de participação na subsidiária brasileira do grupo alemão DVA.
A retrospectiva das atividades desenvolvidas em 2010 pelo Consórcio Pesquisa Café, cujo programa de pesquisa é coordenado pela Embrapa Café, mais uma vez reforça a eficiência desse arranjo institucional e os avanços obtidos pela pesquisa, com enfoque especial à transferência de conhecimento e à adoção de novas tecnologias. Tudo sempre com o objetivo maior de apresentar soluções tecnológicas para o agronegócio café. Em 2010, 47 novos projetos foram iniciados e cerca de 150 novos bolsistas foram contratados. Pela primeira vez foi aberta uma linha de projetos específica para transferência de tecnologias, consolidando as ações iniciadas em 2009. Essa síntese das atividades visa facilitar a visualização da importância deste modelo singular, conhecido por Consórcio Pesquisa Café, sobre a cadeia do produto. Destacamos algumas ações desenvolvidas pelas instituições consorciadas durante o ano de 2010. Confira!
Mercado, legislação e pesquisa & desenvolvimento no segmento de agroquímicos serão os assuntos em destaque no painel de conferências da Crop World South America 2010 - Feira e Congresso Internacional de Negócios, Ciência e Tecnologia em Produção Agrícola - que acontece nos dias 23 e 24 de agosto no Centro de Convenções Amcham na cidade de São Paulo.
A primeira etapa da participação da Embrapa Café no Programa Café Seguro já tem saldo bastante positivo. De janeiro a junho, cerca de 2 mil pessoas - entre extensionistas, produtores, multiplicadores e formadores de opinião - participaram de vinte eventos da campanha de conscientização e orientação nos estados de Minas Gerais (regiões Sul, Cerrado e Zona da Mata) São Paulo e Paraná. Somando com as ações do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil - Cecafé e da Cooperativa Regional de Cafeicultores de Guaxupé - Cooxupé são por volta de 10 mil pessoas sensibilizadas.
A abertura de uma página na internet sobre o Programa Café Seguro por iniciativa do Cecafé. Esta é uma das primeiras ações que estão sendo iniciadas este mês no país para conscientização dos cafeicultores sobre a importância das boas práticas agrícolas e uso correto dos agroquímicos aplicados nas lavouras.
Não foi desta vez que os produtores venceram a queda-de-braço com o governo em relação à redução de custos do glifosato. A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) publicou ontem (12) no Diário Oficial da União (DOU) circular em que mantém a medida antidumping contra o produto chinês, com alíquota de 35,8%. Segundo analistas, o fato dos preços do glifosato na China terem mais que triplicado nos últimos 18 meses torna essa alíquota injustificável. Agora, o setor aguarda a publicação de uma resolução da Câmara de Comércio Exterior (Camex) que reduz esse percentual para algo entre 12% e 15%.
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apontou que entre julho de 2005 e julho deste ano os preços dos agrotóxicos caíram 21,2% no mercado interno. Nos sete primeiros meses de 2006, as cotações desses produtos recuaram 7,8%. A redução mais significativa foi a dos fungicidas, de 23,8%, seguida pela dos inseticidas (20,4%) e dos herbicidas (20,2%).