Plano da Etiópia para impulsionar exportações de café prejudicam consumo local
Movimento deverá privar os consumidores locais dos grãos de melhor qualidade.
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Movimento deverá privar os consumidores locais dos grãos de melhor qualidade.
Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, o clima no primeiro semestre de 2016 pode continuar favorável ao desenvolvimento da safra de arábica, mas prejudicial ao robusta.
A tendência é que operadores sigam acompanhando as condições do tempo nas lavouras brasileiras
Caso as chuvas sigam irregulares, a peneira dos cafés e a qualidade dos lotes podem ser prejudicadas, reduzindo o rendimento durante o beneficiamento dos grãos
Valores são considerados insuficientes para cobrir custos e garantir renda para que cafeicultores sigam na atividade
Em nosso primeiro artigo do ano passado, abordamos a questão do uso do solo no Brasil, chamando a atenção para a falta de planejamento. Infelizmente, a pauta segue atual; pior, tememos que assim sigam as coisas pelos próximos anos. É triste ver a sucessão de erros, descaso e mortes que vem sacudido diversos pontos do território brasileiro. Pior é termos a sensação de que provavelmente levará muito tempo até que essa pauta perca a dramaticidade dos dias atuais.
A Organização Internacional de Café (OIC) espera que os preços internacionais do café arábica sigam em níveis semelhantes aos atuais, afirmou ontem (25) o diretor executivo da instituição, Néstor Osorio. Em conferência na Guatemala, ele declarou que a oferta global de grãos de alta qualidade continua "muito apertada" e está sustentando os preços. Segundo Osorio, os estoques de café mantidos pelos países produtores "quase se esgotaram" depois de três anos de pressão sobre a oferta.
Em dezembro/09, a média do Indicador Cepea/Esalq do arábica tipo 6 bebida dura para melhor, foi de R$ 281,57/saca de 60 kg, alta de 3,3% em relação à de novembro/09. A expectativa de agentes é que, pela escassez de cafés finos, as cotações sigam firmes no início de 2010. O mercado seguiu em alta nesta quarta-feira (13).
Após quatro dias consecutivos de alta e registro da máxima para as cotações em 34 anos na Bolsa de Nova York, as cotações recuaram fortemente nesta quarta-feira (04). Já era esperado que após fortes altas o mercado se ajustaria. No mercado interno a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 540,31, com forte desvalorização de R$ 14,88 segundo o indicador Cepea/Esalq.
A Associação 4C saúda o comunicado da Nestlé feito sexta-feira, 27 de agosto, comprometendo-se a estender a conformidade com 4C até 2015 para todos os cafés que adquire diretamente. "O Plano Nescafé é um excelente marco para tornar mais sustentável o setor mainstream de café", disse Diego Pizano-Salazar, Presidente do Corpo Executivo da Associação 4C. A sustentabilidade no setor do café mainstream só se tornará realidade se as empresas assumirem a responsabilidade de apoiar a produção do café sustentável em suas dimensões social, econômica e ambiental, e agirem de acordo com isso.
Os preços do café arábica voltaram a ter forte alta nesta quinta-feira (24) nos mercados futuros e físico. Em Nova York, o primeiro vencimento, julho/10, registrou alta de 815 pontos, fechando a 166,75 centavos de dólar por libra-peso. A disparada dos preços em NY fez com que atingisse o maior nível em 12 anos. O principal motivo que alavancou as cotações foi a escassez dos grãos de alta qualidade, estimulando assim as compras por parte dos fundos. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 318,58, com valorização de 2,80%, segundo o indicador Cepea/Esalq.
Em qualquer tipo de interação - seja pessoal ou profissional - sempre há um momento em que precisamos fazer com que nossas ideias sigam adiante!
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