Uruguaios consomem três vezes mais café do que chá
Dados da Euromonitor International, apontam que no continente americano existem apenas dois países onde os consumidores preferem chá do que café.
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Dados da Euromonitor International, apontam que no continente americano existem apenas dois países onde os consumidores preferem chá do que café.
A popularização do café leva rede de cafeterias indiana a investir em lojas no País
O café é uma bebida consumida por 97% da população brasileira - em termos de penetração, só perde para a água. Nos últimos oito anos, o consumo do cafezinho fora de casa cresceu 307%, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic). Para o diretor-executivo da instituição, Nathan Herszkowicz, a bebida é uma das mais democráticas que existe, já que o preço da xícara varia de R$ 2,50 a R$ 3, em média.
Em 2008, o consumo nacional de cafés gourmet era de apenas 500 mil sacas; no ano passado, o número dobrou e os brasileiros consumiram 1 milhão de sacas. Cada quilo de café especial em redes de supermercados pode custar de R$ 30 até R$ 180, enquanto um quilo de café popular custa em média R$ 13.
O Espaço Café Bahia instala-se pela primeira vez no quarto maior Estado produtor de café do Brasil, a Bahia. O evento acontecerá de 27 a 30 de outubro, no Centro de Convenções, em Salvador, juntamente com a Fispal Bahia.
O Espaço Café Bahia instala-se pela primeira vez no quarto maior Estado produtor de café do Brasil, a Bahia. O evento acontecerá de 27 a 30 de outubro, no Centro de Convenções, em Salvador, juntamente com a Fispal Bahia. "O objetivo é reunir, em uma área setorizada, representantes da cadeia do café de qualidade, que conta com produtor, torrefador, máquinas e profissionais do setor", explica Caio Alonso Fontes, sócio e diretor de planejamento da Café Editora, organizadora do evento.
Jovem, bem-sucedida, Cristiane Parisi deixou para trás o comando de um dos maiores shoppings do Rio para apostar em um mercado que cresce cerca de 15% ao ano, segundo dados da ABIC, e já representa 8% das vendas totais no País. A empresária aplicou toda a experiência acumulada em sua passagem por grandes empresas para consolidar o Café Cocadine, uma requintada cafeteria localizada na zona sul do Rio.
Em comemoração ao Dia Internacional do Café, o Cecafé realiza atividades presenciais e virtuais em diferentes mercados consumidores
Membro do Conselho Científico Agro Sustentável analisa o agronegócio em meio à pandemia
Estimativa das exportações é de queda por conta do aumento da demanda interna e preços globais em baixa
A crescente cultura de beber café do Quênia e a demanda por restaurantes finos está impulsionando a competição no mercado e levando os investidores a buscar expansão. Nesse contexto, a operadora de café-restaurantes e padarias Artcaffé e a cafeteria C Dorman Limited, anunciaram uma joint venture de longo prazo que ajudará as empresas a garantirem seu lugar nesse segmento de classe média.
O Bureau de Inteligência Competitiva do Café lança novo volume da série 'Potenciais Concorrentes do Café Brasileiro'. O objetivo do trabalho segundo os pesquisadores é ressaltar os pontos fortes e fracos dos países produtores, bem como as ações das instituições privadas e dos governos desses países, que definirão o futuro do setor. A edição deste mês é sobre Honduras. Confira!
Com os novos valores (R$1,50 cada), as cápsulas vão custar praticamente a mesma coisa que as da Dolce Gusto (R$ 1,49 cada) e menos que as da Delta Cafés (R$ 1,75 cada), concorrente portuguesa que acaba de chegar ao Brasil. Segundo diretor da companhia, diminuição dos preços das cápsulas é sustentada pelo "grande" número de máquinas que a empresa tem por aqui.
Embora a diferença seja grande, responsáveis pelos estabelecimentos ponderam que os gastos não se resumem à compra do café. "Geralmente estes estabelecimentos ficam localizados em lugares de alto padrão, então há muito gasto com pessoal, aluguel, sem contar os outros o ingredientes necessários no preparo do produto", lembra um dos entrevistados.
A rede de cafeterias da Índia, <i>Café Coffee Day</i> (CCD) planeja expandir sua rede de cafeterias <i>premium</i> no formato Square para conter a entrada da maior rede de cafeterias dos Estados Unidos, Starbucks, na Índia. Embora os preços devam ser elevados, o tamanho grande das cafeterias Square visa combater a rede norte-americana que pretende ser uma das maiores da Índia.
O ano de 2011 foi de reflexão para a subsidiária brasileira da Starbucks. E não só por causa da crise financeira global - a rede também precisava reorganizar a própria casa. Para este ano as metas da gigante americana para o País são bem mais ambiciosas: a ordem é dobrar a operação local, que chegará a 64 unidades até o fim de 2012.
O grupo Sol Panamby, que já investe em suas atividades cafeeiras no Brasil e no exterior, põe em prática um plano ousado de crescimento, que engloba agora a formatação da expansão por meio do franchising, além da abertura de lojas próprias da rede Octavio Café, sem perder de vista a expansão em produção, industrialização e comercialização internacional de cafés especiais. Depois da aquisição, há três anos, da Dallis Coffee, uma das principais empresas norte-americanas de café quase secular nos EUA, com sede em Nova York, e da inauguração há dois anos em São Paulo do Octavio Café, cafeteria de cafés especiais localizada na Avenida Faria Lima, região nobre na capital paulista, o grupo investe na marca e na imagem do café no mercado interno e no externo.
Pelo terceiro ano consecutivo, a Casa do Pão de Queijo, líder nacional em número de unidades franqueadas no segmento de cafeteria, foi a grande vencedora do Prêmio Alshop Lojista 2010, na categoria Cafeteria. Este é o terceiro ano seguido, que a rede ganha a premiação realizada pela Associação Brasileira de Lojistas de Shopping e que nesta 12ª edição reconheceu os lojistas que mais se destacaram no ano de 2009.
Em discurso durante a abertura da Agrishow (Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação), ontem, em Ribeirão Preto/SP, o ministro da Agricultura, Wagner Rossi, fez duras críticas à substituição de área agrícola produtiva por área de reserva legal. Por outro lado, defendeu a implantação de um programa de agricultura de baixo carbono como forma de preservação ambiental.
Dentre os países produtores de café da América Central, Guatemala, Costa Rica e El Salvador são os que apresentam o foco de sua cafeicultura mais direcionado para a produção de cafés especiais. Apesar de juntos produzirem mais de 7 milhões de sacas, os três países optaram por enfrentar os efeitos da crise de preço do início desta década por meio da agregação de valor e têm focado principalmente nos nichos de mercado de cafés diferenciados.
Na cidade de São Paulo, em termos de qualidade sensorial global da bebida preparada nos estabelecimentos que servem o expresso, há uma concentração das qualidades tradicional e superior com 10% e 11,3% respectivamente. Lamentavelmente, encontram-se 2,3% de estabelecimentos preparando o expresso com qualidade sensorial abaixo do aceitável, fato que prejudica sobremaneira a reputação da bebida, pois os especialistas são unânimes em apontar a elevada qualidade do produto como item essencial para o resultado final da preparação. É inexpressivo o percentual de participação dos cafés considerados gourmet no preparo do expresso, por isso são ainda tão amplas as possibilidades de novos negócios focalizados no produto gourmet.
Combinado às sensações prazerosas ao ser consumido e a seu efeito estimulante, aliadas ainda ao ritual específico da preparação (quando há um barista capacitado para esse fim), o café propicia momentos de sociabilidade e de pausa durante a jornada de trabalho. E, particularmente no caso dos moradores dos grandes centros urbanos, traz alívio frente aos penosos deslocamentos em âmbito de suas cidades.
O cafezinho anda ocupando mais espaço na vida dos curitibanos. Com a baixa tolerância ao álcool imposta pela lei leca, a opção de muitas pessoas tem sido trocar os bares por cafeterias. A Associação Brasileira de Bares e Casas Noturnas (Abrabar) não dispõe de números sobre o aumento da freqüência nos cafés, mas relatos de comerciantes do setor confirmam a tendência, inclusive nas tabacarias.
Estudo realizado pela ECD Consultoria Especializada em Food Service, aponta que o tíquete médio gasto pelo brasileiro em redes de fast food é de R$ 11,42. O valor do tíquete de redes de cafeterias é R$ 7,24. Segundo a consultora Ana Vecchi, da Vecchi & Ancona Estratégia e Gestão, a revalorização dos pontos comerciais em ruas foi conseqüência do comportamento dos consumidores, o executivo, por exemplo, almoça fora todos os dias e exige agilidade, qualidade, conforto e ótimos serviços.