Amostragem de solo: como separar e enviar ao laboratório
Separamos algumas dicas da Emater para o procedimento
132 resultados para "separar"
Separamos algumas dicas da Emater para o procedimento
Adaptação simples em despolpador permite separar frutos verdes e debulhar cerejas com mais eficiência, melhorando a qualidade da bebida, reduzindo o tempo de secagem e eliminando a necessidade de uso de água no processo
Os eventos são promovidos pela Associação Brasileira de Café e Barista (ACBB) e acontecem entre os dias 24 e 26 de setembro.
Você conhece as competições feitas com os cafés de produtores de todo Brasil? Entenda cada uma delas.
No dia 11, o Indicador Cepea/Esalq do robusta, tipo 6 peneira 13 acima, a retirar no Espírito Santo, fechou a R$ 423,93/sc de 60 kg (à vista), o maior valor diário, em termos reais, da série histórica do Cepea.
Praga atinge regiões produtoras e, por não ser causada por processos de industrialização, a Associação Brasileira da Indústria de Café pede que a broca não seja considerada entre os fragmentos de matérias estranhas ao produto.
Nunca se falou tanto sobre sustentabilidade, alimentação saudável, produção local. Os consumidores precisam ir ao supermercado e fazer suas escolhas. E é ali que, acredito, os agricultores mais estão perdendo. Por Bruno Varella Miranda.
Encontro acontece em Guaxupé, de 18 a 20 de março na Femagri, realizada pela Cooxupé, a maior cooperativa de cafeicultores do mundo.
A varrição do café caído no chão deve ser feita de forma adequada, visando juntar, separar e recolher os frutos que serão aproveitados
Um estudo da Associação Nacional de Instituições Financeiras (Anif) advertiu que a criação de uma agência de café na Colômbia seria a solução para salvar a agricultura da região. A opção da Anif é fazer algo similar ao que foi feito com hidrocarbonetos, separar as tarefas de regulamentação e produção, quando separou a Ecopetrol da Agência Nacional de Hidrocarbonetos. Eles garantem que não existe uma instituição cafeeira que impeça a livre competição.
Por José Braz Matiello e Saulo R. de Almeida, engenheiros agrônomos do Mapa e Fundação Procafé.
As únicas seletoras do mercado que fazem a separação do café colhido em verde, cereja e seco, em três diferentes bicas, sem água. Conheça!
Projeto do Sebrae oferece consultoria gerencial e tecnológica aos agricultores do Estado. No município de Patrocínio, por exemplo, a renda das propriedades já aumentou 94% em um período de apenas cinco anos.
A companhia norte-americana de alimentos Sara Lee escolheu o nome Hillshire Brands para atuar no mercado norte-americano após sua cisão, que está marcada para 28 de junho. A Hillshire comercializará alimentos e bebidas e será listada na Bolsa de Nova York.
"A preocupação crescente com o meio-ambiente no último quarto do século XX levou ao questionamento do uso e contaminação da água no processamento úmido de café. As reações tecnológicas às preocupações ambientais vieram de diferentes maneiras." Confira novo artigo de Carlos H. J. Brando
Região normalmente envia café verde para fábrica de processamento comum de propriedade de agricultores, onde grãos são misturados. Dessa nova forma, é possível separar o café de maior qualidade
Em visita ao Brasil, em 19 e 20 de novembro, Mané Alves, reconhecido especialista em cafés especiais e membro do Comitê de Normas Técnicas da <i>Specialty Coffee Association of America</i> (SCAA), ministrou curso de torra para cafés especiais a uma turma seleta de juízes brasileiros. O curso foi realizado no Polo de Tecnologia em Qualidade do Café, na Universidade Federal de Lavras (Ufla). O Polo de Excelência do Café (PEC/Café) tentou capturar os pontos principais quanto a imagem e qualidade do café brasileiro.
"Podemos ser a maior? Não. A número dois? Sim", afirmou presidente-executivo da Sara Lee, Jan Bennink, recusando-se a dar prazos. "Precisamos dos investimentos certos e da visão certa". Para fazer isso, a Sara Lee precisará mais do que dobrar sua participação no mercado mundial de café, de acordo com a Euromonitor International, empresa que acompanha dados do setor.
No processo de produção de cafés de qualidade, o cafeicultor brasileiro encontrou um forte aliado na máquina de descascamento. Ela é hoje amplamente usada no país para o despolpamento do grão cereja da variedade arábica, o que permite otimizar o manejo e, principalmente, ajuda a elevar a qualidade da bebida. Agora, o equipamento também está sendo aplicado no processamento de grãos verdes e boias, assim como no robusta maduro, todos pouco valorizados pelo mercado até então.
O Brasil busca flexibilizar as regras para estrangeiros comprarem terras no País, afirmou à Reuters o ministro da Agricultura, Wagner Rossi, nesta terça-feira, 1. "Queremos separar o joio do trigo", afirmou ele, referindo-se a uma medida que poderia distinguir investimentos estrangeiros produtivos daqueles especulativos. "Há necessidade de um tratamento diferente para aqueles que querem agregar valor", acrescentou.
A imprensa especializada em café noticiou o interesse dos administradores da Bolsa de Nova Iorque em aceitar a origem brasileira para as entregas dos Contratos C negociados por aquela praça. Como já é de amplo conhecimento, saudei essa notícia como a mais relevante para a corrente safra brasileira. Ademais, procurei suscitar as lideranças do agronegócio café em se empenhar por constituir imediatamente lobby, para junto à bolsa, fornecer as informações e estudos necessários e, paralelamente, se interpor a qualquer espécie de oposição que a iniciativa possa reunir. Cafeicultores, o mérito é todo de vocês, saúdem-se com retumbantes vivas!!!
Foi aprovado ontem (16), pela Comissão de Agricultura da Câmara, um projeto de lei para separar os critérios de produtividade da terra exigidos de donos de imóveis rurais em processos da reforma agrária. O texto ajuda a reduzir a pressão do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) sobre os produtores rurais pelo cumprimento simultâneo dos chamados graus de utilização da terra (GUT) e de eficiência na exploração (GEE).
O desafio para uma empresa rural é dar continuidade ao seu funcionamento por várias gerações. É sabido que isto não é tarefa fácil para o fundador e as gerações seguintes. Para que um processo de continuidade da empresa rural com crescimento e distribuição de lucros seja bem sucedido, é importante que se elaborem regras para toda a família. Quando falamos em família, estamos falando dos sócios e dos futuros sócios. O problema pode estar no fato de que os fundadores não tratem a empresa rural como um negócio ou uma empresa, e sim como agricultura e pecuária.
A Equipe CaféPoint esteve no Encafé 2010, em Natal/RN. Natália Fernandes conversou com José Sette, diretor executivo da Organização Internacional do Café (OIC) sobre a atuação da entidade no mercado mundial de café e expectativa em relação ao futuro da cafeicultura. Acesse e confira!