Fabricante anuncia que reduzirá a produção de cápsulas da Nespresso
ECC chegou a produzir 300 milhões de cápsulas ao ano. Agora, fabricará entre 10 e 15 milhões.
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ECC chegou a produzir 300 milhões de cápsulas ao ano. Agora, fabricará entre 10 e 15 milhões.
Volume, no entanto, segue em queda assim como nos meses anteriores deste primeiro trimestre de 2017.
Roteiro demonstrou os processos do café com foco na inserção feminina na atividade cafeeira, durante Fenicoopa, na Expocaccer.
A alta vivida nos últimos dias pelo mercado é resultado da apreensão dos agentes de mercado quanto à possibilidade de menor oferta para 2017.
Assista ao vídeo com a análise completa de analista, que traça as atuais diferenças entre o mercado de conilon e do arábica no Brasil.
No mercado físico, pesquisadores do Cepea informaram que as cotações domésticas do café arábica e canéfora seguiram caminhos distintos
Com as restrições que se seguiram à pandemia, o consumo e as exportações foram abalados. E a renda dos cafeicultores variava em cada país de acordo com a estabilidade de suas moedas em relação ao dólar, bem como com a qualidade e a quantidade de suas safras. Embora o preço internacional tenha dado uma pausa
Preços do arábica seguiram oscilando com força no físico brasileiro ao longo de junho.
Preço dos fertilizantes foi responsável por 22,48% do total do COT.
Bruno Miranda segue o debate proposto em seu último artigo, chamando a atenção para uma realidade que dificulta a propagação dos 'melhores exemplos' na cafeicultura: para milhares de produtores, falta ainda o básico em termos de gestão.
Os preços do café arábica devem se manter pressionados no mercado internacional, de acordo com relatório divulgado nesta quarta-feira (21/08) pelo banco holandês Rabobank. Entre os motivos, a entrada da safra brasileira no mercado e a concorrência com o robusta, com possível aceleração das vendas do Vietnã, maior produto mundial da variedade.
Os baixos preços do café e o desempenho negativo das prestadoras de serviços foram decisivos para a estagnação da economia mineira no 3°trimestre, frente ao período de abril a junho, segundo relatório publicado esta semana pela Fundação João Pinheiro. "Nossa pujança econômica nesta época vem do café, que responde por 25% do PIB agropecuário no estado", afirma o coordenador técnico da Faemg - Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais.
Análise de Marcelo Fraga aponta que as cotações para julho seguiram o mesmo intervalo da semana anterior, entre 97,55/93,45 centavos de dólar por libra-peso fechando a semana a 95,65
A firme demanda por café no mercado internacional e a oferta limitada, seguiram sustentando os preços futuros nesta quinta-feira (21), fazendo com que atingissem valores recordes em 13 anos na bolsa de Nova York. O aumento das cotações no mercado internacional impulsionaram as cotações no mercado físico. A saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 338,55 (indicador Cepea/Esalq), o maior valor da história do indicador.
A colheita da safra 2009 de café arábica foi oficialmente encerrada na primeira quinzena de outubro, com atraso devido às chuvas. Assim, o foco dos cafeicultores se voltou desde então exclusivamente para a comercialização da produção. As vendas, no entanto, seguiram travadas em março, mantendo uma estagnação desde dezembro do ano passado.
Os preços do café seguiram em queda na bolsa de NY (ICE) nesta quinta-feira (28). Na BM&FBovespa houve vencimentos em alta e em queda. Em Nova York, o vencimento março/10 fechou a 132,95 centavos de dólar por libra-peso, o menor patamar em 16 semanas. O dólar valorizou 0,25%, fechando o dia a R$ 1,855.
Apesar da queda nos preços internacionais, as cotações de café arábica seguiram firmes no mercado interno em agosto, devido à postura retraída de vendedores. Além disso, a oferta de grãos de qualidade esteve limitada no período. Por conta das constantes chuvas ocorridas na época de colheita, a maioria das regiões cafeeiras teve problemas com a qualidade da bebida, que ficou comprometida.
Em junho, a colheita de café robusta chegou praticamente ao final no Espírito Santo. Em algumas regiões, os trabalhos de campo foram finalizados, ao passo que, em outras, restavam menos de 20% da safra 2009/10 a ser colhida. Quanto à qualidade, apesar de ter ocorrido um atraso no período de chuvas, o clima esteve favorável, com precipitações suficientes para garantir uma boa granação do robusta capixaba.
No Espírito Santo e em Rondônia, maiores produtores nacionais de café robusta, a colheita da variedade avançou significativamente em maio. Os primeiros lotes a entrarem no mercado apresentavam qualidade reduzida, dada a elevada incidência de grãos verdes. Já na segunda quinzena do mês, a oferta de lotes de boa qualidade prontos para comercialização aumentou.
Segundo colaboradores do Cepea, a colheita do robusta começou efetivamente em meados de abril, com a oferta devendo ser mais expressiva somente a partir de junho. No entanto, produtores do Espírito Santo e de Rondônia começaram a colher os grãos mais precoces da variedade já em março. Para estes primeiros lotes, os patamares de preços estiveram cerca de R$ 10,00/sc abaixo dos praticados na safra 2008/09. O deságio se deve à menor qualidade e à desuniformidade dos lotes de café novo.
Em março, apesar de cerca de 20% da produção de café arábica ter sido colocada à disposição para comercialização, boa parte dos produtores seguiu restringindo seus lotes, à espera de preços mais elevados. Mesmo com compradores mostrando-se mais ativos, os negócios seguiram em ritmo lento, dado o reduzido interesse de venda. A disparidade de preços pedidos e ofertados também limitou a fluidez dos negócios no físico.
O Circuito Mineiro de Cafeicultura tem como objetivo levar informações sobre boas práticas de cultivo, manejo, beneficiamento e comercialização aos cafeicultores. A primeira etapa do Circuito Mineiro de Cafeicultura 2011 será realizada nesta quinta-feira (24 de março), a partir de 12h30min, no Parque de Exposições José Gonçalves Lage, em Santo Antônio do Amparo. Confira toda programação.
A safra de café do Vietnã poderá ser reduzida em 2010-2011 após o clima seco durante a estação de cultivo ter reduzido o tamanho dos grãos no maior produtor de café robusta do mundo, disseram executivos da indústria. "A porcentagem de grãos pequenos nesse ano é maior que no ano passado", disse o presidente da Thai Hoa Buon Ma Thuot Co, unidade da Thai Hoa Production & Trading Corp, terceira maior exportadora de café do país, Hoang Van Long. "Trata-se de cerca de 55% a 60% dessa colheita, comparado com 40% a 45% na colheita anterior".
Os preços do café arábica encerraram essa segunda-feira (02) em queda nos mercados futuros e físico, pressionados por realizações de lucros sobre os ganhos da sexta-feira (30), quando os preços atingiram o maior nível em 12 anos. Em Nova York, o primeiro vencimento, setembro/10, teve queda de 380 pontos, fechando a 172,50 centavos de dólar por libra-peso. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 307,62, com desvalorização de 3,08%, segundo o indicador Cepea/Esalq.