Ásia & Oceania registram aumento nas exportações de café em março de 2022
Pela primeira vez, romperam a barreira dos 5 milhões de sacas exportadas em um único mês, com 5,03 milhões vendidas
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Pela primeira vez, romperam a barreira dos 5 milhões de sacas exportadas em um único mês, com 5,03 milhões vendidas
Estamos no início de fevereiro, faltando praticamente cinco meses para o começo do novo ano-safra, que será de ciclo baixo com produção significativamente menor que as necessidades brasileiras para exportação e consumo interno. Nesse cenário é difícil que tenhamos mudanças significativas nos estoques certificados da BM&F e o quadro deverá se repetir em maio.
Os preços futuros do café arábica caíram ontem (11) para o menor nível em uma semana e meia na bolsa de Nova York. A valorização do dólar no mercado internacional provocou a queda de algumas commodities, entre elas o café. Na BM&FBovespa todos os contratos também registraram queda.
Oferta apertada e problemas climáticos impulsionam os preços, mas incertezas entre EUA e China seguem pressionando a volatilidade dos mercados
Superávit global e tensão no Oriente Médio elevam a aversão ao risco e aumentam a volatilidade no mercado de café, com impacto também nos preços no Brasil
Disparada histórica do petróleo e incertezas geopolíticas ampliam oscilações do arábica e robusta, travando negócios no físico mesmo com quedas nas bolsas
Expectativas de negociações entre Brasil e EUA, somadas a clima adverso e estoques baixos, mantêm o mercado em alerta
Na ICE, os contratos futuros de arábica e robusta registraram oscilações significativas, refletindo a demanda aquecida, enquanto o mercado físico brasileiro mantém alta procura e negociações limitadas
Seca prolongada ameaça a próxima safra no Brasil; mercado registra baixa atividade
Segundo pesquisadores, preços da variedade alcançaram novo recorde nominal da série histórica do Cepea
Idealizado pela parceria entre Abag e Bayer, premiação valoriza iniciativas sustentáveis na gestão de propriedades rurais de mulheres em todo o Brasil. Prazo de inscrições abertas é dia 15 de setembro
Ganhos foram motivados pela sensação de déficit na oferta global, puxado pela menor safra do Brasil
Em balanço semanal, CNC também comemora reavaliação do Governo sobre Decreto que previa incidência de 4,65% sobre as Receitas Financeiras, o que causaria impactos negativos às exportações do café cru em grão.
Escritório Carvalhaes analisa a situação cafeeira no Brasil e como o mercado tem reagido ao clima seco das regiões produtoras.
Dado a grave anomalia climática atual (Janeiro/Fevereiro/Março de 2014), que ocorre em quase a totalidade das regiões produtores de café arábica no Brasil, é necessário esclarecer tanto seus efeitos na próxima colheita, que se inicia em meados de abril, como também seus efeitos na safra 2015/16.
Espaço Aberto: Marina Silva entrou no PSB por uma porta, saiu o deputado federal Ronaldo Caiado (DEM-GO) por outra. Mais que uma decorrência do jogo político, o episódio expõe uma intriga que contamina o ambientalismo brasileiro: alguém, sendo ruralista, pertence ao mal. Terrível preconceito. Por Xico Graziano
O terroir chegou ao café. Termo característico da viticultura, o atributo da origem, única e delimitada, anima a cafeicultura nacional. Exigentes consumidores da bebida, especialmente do expresso, agradecem. Qualidade certificada não tem preço. No centro desse virtuoso processo no campo se encontra a Federação dos Cafeicultores do Cerrado, com sede em Monte Carmelo (MG). Ali, ao nordeste do Triângulo Mineiro, se desenvolve um modo de produção peculiar, diferente dos tradicionais cafezais. Os agricultores contam com a vantagem da boa altitude das terras, essencial para a qualidade do café. Mas, além disso, eles cultivam "café com atitude". Não se trata de mero jogo de palavras.
Tradings internacionais estão se afastando de acordos com exportadores vietnamitas, pois aumentou o não cumprimento de contratos de exportação de café. Há diversas temporadas traders têm encontrado dificuldades desse tipo no país, maior produtor mundial de café robusta, o número de contratos não cumpridos aumentou bastante neste ano, conforme subiram os preços do café.
Os contratos futuros de café arábica na Bolsa de NY (ICE Futures US) seguem firmes na tendência altista. O mercado, no entanto, pede uma correção, com indicadores gráficos já um pouco sobrecomprados. No momento os futuros do grão em NY apresentam uma condição de firmeza técnica, mas a oferta do grão no mercado internacional não é suficiente para segurar as cotações futuras.
Os contratos futuros de café arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) mantiveram movimento de queda, pela segunda sessão consecutiva. Mas os contratos ainda acumulam valorização este mês, de cerca de 7%, diante do quadro de baixa oferta no curto prazo.
A Junta Executiva da OIC (Organização Internacional do Café) realizou sua 266ª reunião, ontem, em Londres. Durante o encontro, o diretor-executivo da entidade, Néstor Osorio, apresentou um panorama do Mercado Internacional do Café, demonstrando que, em termos históricos, as cotações se encontram em bons patamares. Infelizmente, porém, o impacto da desvalorização do dólar em alguns países prejudicou os cafeicultores. Osorio demonstrou que, no Brasil, país onde os produtores foram mais prejudicados, o dólar saiu de R$ 3,08, em 2003, para R$ 1,90, em 2007, com perdas superiores a 38%. No ranking das perdas com o câmbio, a Colômbia vem no segundo lugar, com prejuízo de 27,46% no mesmo período, seguida por Uganda (-12,59%) e Índia (-10,41%).
Com base nos dados provenientes do Brasil e em outros dados recebidos, a estimativa preliminar da produção do ano-safra de 2008/09 é de 123 a 126 milhões de sacas, ante cerca de 116 milhões em 2007/08. Enquanto isso, se a taxa anual de crescimento de 1,5% a 2% se mantiver, o consumo mundial aumentará de 123 milhões de sacas em 2007 para mais de 125 milhões em 2008.