Restos de ramagem de cafeeiros, na poda de esqueletamento, dificultam colheita de café de varrição
Ramagem de cafeeiros, depois da poda, pode atrapalhar especialmente onde se faz essa operação de varrição com equipamento mecanizado
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Ramagem de cafeeiros, depois da poda, pode atrapalhar especialmente onde se faz essa operação de varrição com equipamento mecanizado
Por José Braz Matiello, engenheiro agrônomo da Fundação Procafé e Celio Landi Pereira, engenheiro agrônomo da Fazenda Santa Helena.
A rede de cafeterias colombiana começará a vender camisas esportivas feitas através de tecnologia que reutiliza borras de café
Como adubo e artesanato, a sobra de café pode ter muitas utilidades. Iniciativas vindas da região de Sorocaba-SP são formas de devolver ao meio ambiente o que iria para aterros.
O sul de Minas Gerais tem 14 produtores de sementes de café distribuídos em 12 municípios. Para colher as sementes é preciso cumprir algumas exigências do Ministério da Agricultura.<br>"Terá que inscrever no Renasem, Registro Nacional de Sementes e Mudas, os campos de produção e comprovar a origem do material de reprodução na primeira inspeção. Depois, anualmente são feitas as inspeções desses campos", explica João Batista Ferroni, chefe da unidade regional do Ministério da Agricultura.
Um café só ou "espresso", como é chamado na Itália, é algo mais que uma bebida escura estimulante, é uma arte, uma questão de orgulho nacional para os italianos, e por isso resolveram difundir os melhores truques para prepará-lo e para que o cliente esteja atento ao desempenho correto do funcionário. O Instituto Nacional do Espresso italiano e o Instituto de Degustadores de Café elaboraram uma lista de erros que os consumidores jamais deveriam aceitar em uma cafeteria.
A linha de pesquisa que abrange os métodos alternativos na indução de resistência contra doenças, do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia do Café (INCT), lançará em breve, na Universidade Federal de Lavras (UFLA), a biofábrica para o processamento em escala comercial do composto que inova ao aliar a indução de resistência a doenças ao aproveitamento dos resíduos da cultura do café (folhas, cascas e restos de podas).
Ministério da Agricultura deve adiar, pela segunda vez, o início da análise sensorial para avaliação da qualidade do café produzido no país. O novo prazo deve ser estendido por até dois anos.
Apesar dos apelos da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), as normas de qualidade do café torrado e moído entrarão em vigor no dia 17 de fevereiro. As novas regras, publicadas na Instrução Normativa nº 16, de maio de 2010, estabelecem padrões mínimos de sabor e pureza para a comercialização do produto.
Parceria com a Cultivar Associação Ambiental transforma resíduos em adubo organomineral, promovendo a sustentabilidade no negócio da cooperativa
O manejo pré e pós-colheita influencia no desenvolvimento de doenças nos cafezais. Entenda quais são os impactos das operações de manejo e as estratégias de mitigação para a ocorrência de doenças
Trabalho avaliou manejos alternativos e concluiu que sistemas arborizados apresentaram cafeeiros mais vigorosos
Muitos séculos antes de Cristo o homem já sabia da importância de nutrir as plantas, visando aumentar a produção das lavouras. Textos Egípcios, Gregos, Romanos e Árabes recomendavam a aplicação de diversos materiais fertilizantes para aumentar as colheitas. Incluíam-se nesses materiais toda a gama de estercos existentes, restos culturais e de vegetação espontânea, cinzas, sangue e até cadáveres.
Há muitos prejuízos causados pela praga, entre eles a perda de peso do café beneficiado, que pode variar entre 20 até 50%
Pesquisadores se preocupam há muito tempo com os efeitos antibacterianos e antivirais de substâncias naturais. Eles dizem que os resíduos de café contêm várias substâncias antibacterianas
Em lavouras sem o manejo das plantas daninhas há competição com o cafeeiro
O problema de seca de ponteiros de cafeeiros foi observado na região de Monte Carmelo (MG). Por José Braz Matiello, Saulo R. Almeida e Iran B. Ferreira, engenheiros agrônomos da Fundação Procafé e Tiago Quelhas técnico agrícola da Cooxupé - Monte Carmelo.
Emater adaptou técnica para ser utilizada por pequenos produtores da região da na Zona da Mata, Minas Gerais.
Novas técnicas visam aprimorar os meios de cultivo e diminuir o custo de produção por unidade de área. Por Estevam Antonio Chagas Reis e Marina Chagas Reis.
Pesquisa desenvolvida pela Embrapa Rondônia, em parceria com a Embrapa Café, coordenadora do Consórcio Pesquisa Café, revela práticas que podem evitar os transtornos causados pelo período de seca em Rondônia. De maio a setembro, a seca afeta o florescimento e a produtividade do cafeeiro. A florada principal dos cafeeiros Conilon e Robusta ocorre entre o fim de julho e o início de agosto em Rondônia.
O biogás produzido também é utilizado na secagem do café. Fazenda São Paulo utiliza sistema há nove anos e proprietário recomenda pela diminuição do impacto ambiental.
A abertura de cafeterias junto à lavoura funciona como uma espécie de loja-modelo, onde o fazendeiro-empresário vende sua marca com maior valor agregado (fruto torrado e moído) e, de quebra, oferece drinques à base de café e outros produtos e serviços ligados ao setor. Os espaços, por exemplo, funcionam como salas de aula para cursos de baristas, degustadores e, em alguns casos, até para a venda de roteiros turísticos às lavouras.
Dias atrás, um amigo cafeicultor me perguntou se poderia aplicar uréia sobre as folhas de café caídas no chão ou se precisaria limpar o local da aplicação. A resposta foi simples e direta. Entretanto, essa simplicidade é embasada em muitos aspectos teóricos. Tentaremos abordar alguns deles, para que o leitor do CaféPoint possa decidir por si mesmo, o que, na cafeicultura empresarial, é o mais adequado.
A retrospectiva das atividades desenvolvidas em 2010 pelo Consórcio Pesquisa Café, cujo programa de pesquisa é coordenado pela Embrapa Café, mais uma vez reforça a eficiência desse arranjo institucional e os avanços obtidos pela pesquisa, com enfoque especial à transferência de conhecimento e à adoção de novas tecnologias. Tudo sempre com o objetivo maior de apresentar soluções tecnológicas para o agronegócio café. Em 2010, 47 novos projetos foram iniciados e cerca de 150 novos bolsistas foram contratados. Pela primeira vez foi aberta uma linha de projetos específica para transferência de tecnologias, consolidando as ações iniciadas em 2009. Essa síntese das atividades visa facilitar a visualização da importância deste modelo singular, conhecido por Consórcio Pesquisa Café, sobre a cadeia do produto. Destacamos algumas ações desenvolvidas pelas instituições consorciadas durante o ano de 2010. Confira!