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22/01/2009

Exportações em queda

Muito tem sido discutido sobre as limitações que a crise financeira internacional impôs sobre a disponibilidade de crédito. Um dos tipos de crédito diretamente atingidos por ela é o dos financiamentos às exportações que dependem de recursos captados no exterior. Uma menor disponibilidade de crédito às exportações contribui para a redução dos montantes exportados. Do lado do mercado físico, o que se observa é que as exportações vêm caindo nos últimos meses seguindo trajetória muito semelhante à da redução no crédito. Observando esse comportamento, a pergunta que fica é: é a menor disponibilidade de crédito para exportações que está levando a uma redução nos volumes exportados ou é a menor demanda internacional que leva a uma queda no volume exportado e, consequentemente, a uma menor demanda por crédito?

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30/04/2013

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O mercado do café é um dos mais complexos para análises e previsões. O movimento de suas cotações são há muitos anos um dos mais voláteis do mundo. Diariamente - em especial no período pós-colheita em que o café chega ao armazém e por lá fica por períodos variados de tempo à disposição de compradores - produtores, corretores e cadeia em geral buscam notícias em fontes especializadas na tentativa de melhores argumentos para a tomada de decisão de venda. Um trabalho árduo em todo ciclo cafeeiro nacional que se repete ano a ano.

03/03/2008

Afinal: Blend ou Origem Única (Single Origin)?

Um bom "Blend" deve começar por um bom café de base, ou seja, aquele que será utilizado em maior escala e que, devido à sua estrutura sensorial, permite ressaltar características dos cafés de outras origens. A ele normalmente é combinado uma origem que servirá para se ajustar a acidez final da bebida e uma outra que dará, digamos, o toque final de aroma e sabor que distinguirá esse novo "blend" de outros. O café brasileiro, devido à sua característica geral neutra, principalmente no caso de qualidade mediana, com baixa acidez inclusive, é o café mais empregado como essa base. Lembre-se, grandes carros possuem excelentes chassis, e essa regra se repete na indústria do café. O café da Colômbia ou do Kenya são os mais empregados para o ajuste de acidez. Os cafés da América Central e africanos como os da Ethiopia são cafés para o toque de finalização.