A história se repete
Bruno Varella acredita que o agronegócio tem plenas condições de assumir a liderança na construção do Brasil do século XXI
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Bruno Varella acredita que o agronegócio tem plenas condições de assumir a liderança na construção do Brasil do século XXI
Para a exportação dos produtos agrícolas, vários países já exigem informações sobre a origem e todo processo produtivo, desde a semeadura até colheita e pós-colheita. Na cafeicultura, isso se repete.
A Nestlé quer estimular o aumento da produção de café conilon (robusta) no Brasil. A multinacional suíça lança no Espírito Santo um programa voltado aos produtores da variedade que inclui a distribuição de 1 milhão de mudas até 2012 e assistência técnica durante os estágios de cultivo e desenvolvimento inicial das lavouras.
Com ganho familiar mensal máximo de R$ 1.533, os integrantes da classe D têm neste ano uma renda estimada de R$ 381,2 bilhões, segundo cálculos da Data Popular. A quantia é expressiva e ultrapassa o total disponível da faixa B, o que torna essa classe de consumo, para o setor alimentício e de bebidas, o que foi a classe C na última década.
Em abril, chegou às livrarias de todo o País o resultado de anos de pesquisa do médico Darcy Roberto Lima. Direcionado aos apaixonados por café, o autor transformou seus estudos em conteúdo leve e inédito sobre a bebida e publica, pela Café Editora, o livro 101 Razões para Tomar Café.
Muito tem sido discutido sobre as limitações que a crise financeira internacional impôs sobre a disponibilidade de crédito. Um dos tipos de crédito diretamente atingidos por ela é o dos financiamentos às exportações que dependem de recursos captados no exterior. Uma menor disponibilidade de crédito às exportações contribui para a redução dos montantes exportados. Do lado do mercado físico, o que se observa é que as exportações vêm caindo nos últimos meses seguindo trajetória muito semelhante à da redução no crédito. Observando esse comportamento, a pergunta que fica é: é a menor disponibilidade de crédito para exportações que está levando a uma redução nos volumes exportados ou é a menor demanda internacional que leva a uma queda no volume exportado e, consequentemente, a uma menor demanda por crédito?
O mercado do café é um dos mais complexos para análises e previsões. O movimento de suas cotações são há muitos anos um dos mais voláteis do mundo. Diariamente - em especial no período pós-colheita em que o café chega ao armazém e por lá fica por períodos variados de tempo à disposição de compradores - produtores, corretores e cadeia em geral buscam notícias em fontes especializadas na tentativa de melhores argumentos para a tomada de decisão de venda. Um trabalho árduo em todo ciclo cafeeiro nacional que se repete ano a ano.
Dados do Project Café East Asia 2026, do World Coffee Portal, mostram crescimento regional de 18,4%, puxado pela China, que abriu mais de 20 mil lojas em um ano; mercado asiático deve ultrapassar 200 mil pontos de venda até 2026
Gustavo Paiva explora a cultura de cafés especias em Buenos Aires, capital da Argentina
Artigo escrito por Celso Luis Rodrigues Vegro, engenheiro agrônomo, mestre e pesquisador científico VI do Instituto de Economia Agrícola (IEA)
Os pesquisadores da Embrapa e da Epamig, Williams Ferreira e Marcelo Ribeiro, comentam sobre o volume de chuvas e as temperaturas nas regiões produtoras
Vivendo um cenário completamente oposto do que estava sendo observado nas últimas safras, o produtor de arábica está vendo o abril mais chuvoso dos últimos anos
Um bom "Blend" deve começar por um bom café de base, ou seja, aquele que será utilizado em maior escala e que, devido à sua estrutura sensorial, permite ressaltar características dos cafés de outras origens. A ele normalmente é combinado uma origem que servirá para se ajustar a acidez final da bebida e uma outra que dará, digamos, o toque final de aroma e sabor que distinguirá esse novo "blend" de outros. O café brasileiro, devido à sua característica geral neutra, principalmente no caso de qualidade mediana, com baixa acidez inclusive, é o café mais empregado como essa base. Lembre-se, grandes carros possuem excelentes chassis, e essa regra se repete na indústria do café. O café da Colômbia ou do Kenya são os mais empregados para o ajuste de acidez. Os cafés da América Central e africanos como os da Ethiopia são cafés para o toque de finalização.
Na avaliação da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2007/2008, anunciado ontem pelo governo, é insuficiente para amenizar a crise de rentabilidade vivida pelo setor agropecuário nos últimos três anos. Para a entidade, o plano traz poucos avanços e praticamente repete os mesmos programas.
Dentre os resultados do Instituto estão 1.103 cultivares de 100 espécies, além de pacotes tecnológicos que envolvem desde o plantio à pós-colheita, incluindo estudos de solo, clima, praga, doenças e segurança e eficiência no controle químico
Ideia é apresentar o café robusta e tirar eventuais dúvidas. Hoje, a demanda desta variedade cresceu por conta dos blends
Governo de São Paulo mostrará pesquisas com culturas de robustas na Agrishow
De Uganda à Costa do Marfim, a produção da variedade robusta de café está aumentando na África, desafiando as tendências globais.
Por Celso Luis Rodrigues Vegro, engenheiro agrônomo e pesquisador do IEA, e Félix Schouchana, economista, professor e consultor.
O médico e escritor Dr. Darcy Roberto Lima, pesquisou os efeitos do café na saúde humana há mais de vinte anos.
Novas técnicas visam aprimorar os meios de cultivo e diminuir o custo de produção por unidade de área. Por Estevam Antonio Chagas Reis e Marina Chagas Reis.
Produção deve ter um aumento de 15% em relação a última safra. Em compensação, o que desanima o produtor é o preço.
Na área de comportamento do consumidor de café, são três tendências muito fortes e muito conectadas: a cultura do consumo de café, o consumidor e seus desejos, e a conexão com a origem, com o produtor.
O dono de hospedaria e barista, Honorio García, disse que os bascos consomem uma qualidade aceitável de café, mas adverte que somente 2% do café importado pela Espanha é de qualidade.