Preços futuros do café acumulam queda em setembro, aponta CNC
Turbulências na economia brasileira refletiram em volatilidade nos preços internacionais do café, aponta o Conselho.
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Turbulências na economia brasileira refletiram em volatilidade nos preços internacionais do café, aponta o Conselho.
Setor mantém ritmo de crescimento.
Último levantamento da safra 2011/2012 de café apresentado pela Conab.
A aceleração dos preços dos produtos agropecuários, no segundo semestre de 2010, influenciou o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio em 2010, que fechou o ano com crescimento de 5,47%. O desempenho do setor foi positivo em todos os meses do ano, em especial entre julho e novembro. Em dezembro, o PIB do agronegócio cresceu 0,26%.
O café queniano chegou a um preço equivalente a US$ 15.000 por tonelada. O maior preço do café de melhor classificação AA subiu de US$ 403 por saca de 50 quilos para US$ 757 no último leilão, informou a Bolsa de Café de Nairobi. Esse preço é equivalente a mais de três vezes o nível do café comercializado em Nova York.
Na terça-feira (30) as cotações do café na bolsa de Nova York atingiram o maior patamar em oito semanas. Diante de preços elevados, fundos realizaram lucros encerrando suas posições na bolsa, o que determinou a movimentação negativa nesta quarta-feira (31). O mercado físico também apresentou queda, determinada pela desvalorização do dólar e dos preços no mercado futuro. A saca de 60 quilos do café arábica fechou a R$ 279,82, com queda de 1,92%, segundo o indicador Cepea/Esalq.
A Minas Export, de Piumhi, Centro-Oeste mineiro, uma das principais exportadoras de café de Minas Gerais, detentora da marca Café Moka, foi adquirida pela norte-americana Sara Lee. A exportadora produz 200 mil sacas de café e fatura cerca de US$ 30 milhões por ano. No Brasil, a Sara Lee já comercializa as marcas Pilão, Caboclo, Café do Ponto, Seleto e União. Presente em 55 países, com mais de 100 marcas, emprega 155 mil pessoas ao redor do mundo.
As exportações do agronegócio de Minas mostram os efeitos da crise financeira internacional. Os resultados foram negativos para a maioria dos produtos, conforme dados divulgados pelo Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O café, produto chefe das exportações do agronegócio mineiro, teve uma retração de quase 3,0%, com movimento de US$ 218,3 milhões, contra US$ 224,7 milhões registrados no mesmo período de 2008.
Segundo o Cecafé, as chuvas ocorridas em 2016 refletiram na oferta dos diferenciados.
Mesmo com expectativa de uma colheita brasileira histórica em 2026/27, participantes do Seminário Internacional do Café em Santos apontam estoques baixos, avanço do consumo, riscos climáticos e instabilidade global como fatores que mantêm elevado o grau de incerteza no setor
Com oferta apertada e clima desfavorável, o café atinge novas máximas nas bolsas de Nova Iorque e Londres; estoques certificados caem, exportações desaceleram, e produtores aguardam preços ainda mais altos no Brasil
Avaliação é de especialistas que foram convidados pela Cooxupé, em Guaxupé/MG
Marcelo Fraga Moreira analisa os preços do mercado na semana passada e orienta os produtores para os cuidados com as possíveis geadas
Alta está atrelada aos avanços do dólar frente ao Real e preços externos do grão
Iuri Santos, engenheiro agrônomo da Netafim/Amanco, dá algumas dicas sobre o manejo correto da irrigação pré-florada
Atenção ao clima frio e à ocorrência de chuvas fora de época no Brasil motiva cobertura de posições vendidas na semana
Fenômeno vem sendo registrado por conta de chuvas precoces acumuladas dos últimos dias em áreas produtivas do Brasil
Nossa safra de 2018 será maior, de ciclo alto, mas nossos agrônomos afirmam que depois de três anos de problemas climáticos ela não será recorde
De acordo com o Cecafé, receita cambial ficou em mais de US$5,6 bilhões nas embarcações.
"Os dados de exportação da OIC apontam para grandes envios e provável esvaziamento dos estoques por parte dos produtores para aproveitar os melhores preços", aponta a analista.
A cidade de Divinolândia, no interior de São Paulo, abriga pequenos produtores que construíram sua história, encravada nas montanhas de café. Nossa equipe visitou lavouras do município. Conheça a história dos cafeicultores.
A empresa que opera a marca e a cadeia de lojas Juan Valdez Café, a Procafecol, fechou 2013 e pelo segundo ano consecutivo com um lucro líquido muito superior aos anos imediatamente anteriores. A direção da empresa atribui os resultados ao contínuo crescimento dos lucros da companhia à consolidação de sua estratégia comercial na Colômbia, aos primeiros resultados de seu plano de expansão internacional e um controle dos gastos, bem como à busca permanente de eficiências operacionais ao longo do ano.
O deputado Silas Brasileiro, presidente executivo do CNC, aborda o drama vivido esta semana pelo setor e alerta: "um exercício teórico sobre (...) alteração do preço mínimo ao consumidor final resulta que um acréscimo de R$ 40 na saca do café verde equivaleria a um aumento inferior a R$ 0,01 na xícara de café expresso. Sendo assim, há motivos para tanto alarde quanto ao aumento da da inflação?"
Treinamentos incluem maior consciência no uso das máquinas agrícolas, dos agrotóxicos e dos EPIs (Equipamento de Proteção Individual) para evitar acidentes na lavoura. Outros cursos também são oferecidos pela instituição, como cultivo da lavoura, adubação e prevenção de acidentes.