Epamig integra missão para reconstruir cafeicultura em Moçambique
Visita técnica integra programa organizado pela FAO e financiado pelo governo italiano para estruturar uma cadeia de valor do café no país africano
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Visita técnica integra programa organizado pela FAO e financiado pelo governo italiano para estruturar uma cadeia de valor do café no país africano
País enfrenta dificuldades por conta da passagem do furacão Maria em 2017
Setor é o menos afetado pela pandemia e representa 25% do PIB do País
A Federação Nacional de Cafeicultores (FNC) da Colômbia busca atuar na região que é uma das regiões mais afetadas pelo conflito colombiano.
Para produzir cafés especiais cultivando as variedades mais nobres da família arábica foi necessário reconstruir o ecossistema do Cerrado, criando um ambiente perfeito para o desenvolvimento da lavoura.
O leitor e colaborador do CaféPoint Fernando de Souza Barros Jr., corretor de café de São Paulo, enviou um comentário que aborda alguns fatores que contribuem para que o preço do café não melhore ao produtor.
A Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag) e o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) repassaram, nesta quinta-feira (20), aproximadamente quatro toneladas de sementes de café Arábica para 80 viveiristas da Região Serrana do Espírito Santo. A distribuição aconteceu na Fazenda Experimental do Incaper, em São João de Viçosa, município de Venda Nova do Imigrante.
Fenômeno de categoria 5 atingiu as lavouras do país em novembro de 2025 e causou perdas de aproximadamente US$ 6,3 milhões ao setor cafeeiro
A ciência, grande aliada da sustentabilidade, é tema de palestras e debates no evento
O café é a terceira cultura mais dependente de clima do mundo e o presente mostra que é preciso realizarmos novas atitudes para construirmos o que queremos hoje
Projeto socioambiental desenvolvido pela empresa resulta em três edições limitadas de cafés oriundos da África e da América do Sul
Nas últimas duas semanas, os gerentes de produção de café visitaram mais de 200 famílias que entregam grãos nas estações de lavagem de Shyira e Vunga, para reunir informações sobre como elas foram diretamente afetadas
Programa aconteceu na última quarta-feira (27) e contou com sete cafeicultores de regiões produtoras diferentes
Bruno Varella traça uma análise sobre as limitações ao longo das instituições
Da pesquisa ao specialty coffee, guarde o nome de mulheres que vão te inspirar e a quem a cadeia produtiva do café deve muito de sua história.
Estratégia pretende combater desigualdade vendendo café para pessoas pobres.
Quem nunca criticou o Mercosul? Bruno Miranda se arrisca a fazer o contrário, ou seja: defender a necessidade de que o Brasil valorize a história e o relacionamento com os seus vizinhos. Mais especificamente, o autor argumenta que i) uma boa relação com os sócios na América do Sul não exclui necessariamente a possibilidade de acordos com outros países; ii) muitas vezes, a conveniência de tais tratados bilaterais é exagerada, não considerando possíveis percalços ou a resistência de setores protecionistas.
Em entrevista à revista Matéria Prima, circulada em fins do mês de setembro sob o título ´Heróis na Europa, vilões no Brasil´, o presidente da Federação da Agricultura de Minas Gerais (Faemg), Roberto Simões, discorre sobre a memória precária herdada pelos novos produtores rurais do Brasil e mantidas pela atual sociedade, sobre a dificuldade da vida no campo e enganos do senso comum a respeito da reforma agrária e questões ambientais. Ressalta ainda que o campo de hoje, ao contrário de nossa história recente, possui "em seu bojo enorme quantidade de tecnologia e inovação".
A 7ª edição, o Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil, realizado em Araxá-MG, foi marcado pela consciência de que toda organização precisa de constante atualização e disposição para mudanças. Durante o evento, foram realizadas reuniões dos coordenadores institucionais do Consórcio Pesquisa Café, que resultou na criação de duas comissões, estratégica e operacional, responsáveis pela consulta, análise e definição dos rumos que se espera para o modelo de articulação que inovou o programa de pesquisa cafeeira no Brasil e se tornou referência para outras culturas.
Os produtores de café da América Central estão temerosos em ter um clima mais úmido, depois da passagem de uma tormenta tropical, o que poderia implicar em mais prejuízos para suas safras, diminuindo ainda mais a oferta global do produto.
Após a conclusão da Terceira Conferência Mundial do Café, que decorreu entre os dias 26 e 28 de fevereiro na Cidade da Guatemala, o Conselho da Organização Internacional do Café (OIC), que se reunirá na Associação Nacional de Café (Anacafé), para formular uma estratégia para alinhar a produção à demanda crescente de grãos.
O debate sobre o Código Florestal tem estereótipos muito bem definidos. A discussão se polariza e se transforma numa batalha entre os que querem destruir o meio ambiente, os ruralistas, e os que lutam para defendê-lo, os ambientalistas. Olhando para o problema dessa forma simplória, o julgamento é imediato. Entretanto, a despeito da improbabilidade de alguém, em pleno século 21, continuar empenhado em destruir o meio ambiente, é esclarecedor nos fazermos a seguinte pergunta: a agropecuária brasileira quer mesmo desmatar mais? Qual é a razão do descontentamento com a lei florestal? O que incomoda o setor rural no Código Florestal é que ele joga o custo da preservação ambiental apenas nos produtores.
"Nós devemos fazer mais para ajudar nossos companheiros seres humanos a lidar com a tempestade que se forma. Eu vejo o perigo de nações olharem mais para dentro, ao invés de caminhar para um futuro comum. Vejo o perigo de recuo no avanço que fizemos, particularmente no setor do desenvolvimento e de uma divisão mais equilibrada dos frutos do crescimento global. Isso é trágico", declarou Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU.