Poda de recepa em cafeeiros leva a falhas na lavoura
Observações em campo mostram que ocorrem falhas, em número significativo, quando se faz a poda de recepa em lavouras de café, exigindo replantios
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Observações em campo mostram que ocorrem falhas, em número significativo, quando se faz a poda de recepa em lavouras de café, exigindo replantios
Muitos produtores não vêm conduzindo de forma adequada as brotações em cafeeiros recepados, o que pode afetar a estruturação da copa das plantas
Os técnicos consultores e os cafeicultores novos, que agora estão entrando no cultivo de cafezais conilon, devem prestar atenção sobre como realizar a recepa nessas lavouras. Por José Braz Matiello - engenheiro agrônomo da Fundação Procafé.
Conheça uma nova maneira para facilitar o corte mecanizado na recepa das plantas adensadas, bem como o manejo dos resíduos cortados. Por José Braz Matiello - engenheiro agrônomo da Fundação Procafé.
A recepa é um tipo de poda drástica, já que promove o corte baixo do tronco da planta.
Como os produtores da região noroeste fluminense utilizam a recepa como prática cultural para recuperar suas lavouras, após um ataque generalizado de pragas ou doenças ou depauperamento, objetivou-se com este trabalho verificar o efeito da recepa aliada a aplicação de nematicidas no controle de <i>M. exigua</i>.
Deixar uma porção curta de tronco novo estimula brotações mais vigorosas na recepa de cafeeiros com troncos velhos, reduzindo falhas e garantindo melhor formação da nova copa
Esse é um tipo de poda muito drástica, que visa renovar completamente a copa dos cafeeiros e, hoje em dia, só é recomendada em último caso. Por José Braz Matiello - engenheiro agrônomo da Fundação Procafé.
Por José Braz Matiello - engenheiro agrônomo da Fundação Procafé e V. Josino, Reginaldo Araujo e Cláudio Lara - técnicos da Agropec. São Thomé.
Uma prática simples pode salvar o cafezal de uma poda drástica por recepa. Por Matiello, Allisson V. Fagundes e André Garcia - engenheiros agrônomos da Fundação Procafé e José Eustáquio G. Vieira - técnico da Agrop. Paraíso.
Por decote e esqueletamento as podas podem reduzir a altura das plantas e os cafeeiros mais baixos favorecem tanto a colheita manual como a mecanizada. Por José Braz Matiello- engenheiro agrônomo da Fundação Procafé.
Não. Não se trata de combinar um cafezinho, tomado depois de saborear uma feijoada. O que vai bem para tirar a sonolência. Por J.B. Matiello e S.R. Almeida - engenheiros agrônomos da Fundação Procafé e C.A,. Krohling - engenheiro agrônomo do Incaper.
A participação em concursos de qualidades, em que pequenos lotes de cafés especiais alcançam valores diferenciados na saca, atrai cada vez mais uma tendência do mercado consumidor que começa a movimentar a lavoura. Por Valéria Vilela.
Quando se corta o tronco do cafeeiro é possível ter uma ideia da idade das plantas, através da contagem dos anéis formados no tronco. Por José Braz Matiello e Alysson V. Fagundes - engenheiros agrônomos da Fundação Procafé
Por José Braz Matiello, engenheiro agrônomo da Fundação Procafé e Celio Landi Pereira, engenheiro agrônomo da Fazenda Santa Helena.
Esqueletamento agrava o problema de quebra de ramos. Por José Braz Matiello, engenheiro agrônomo da Fundação Procafé.
A poda de recepa em cafeeiros provoca má brotação e morte de plantas, exigindo, na maioria das áreas, replantio das falhas
Por José Braz Matiello, engenheiro agrônomo da Fundação Procafé e Luciano Resend, engenheiro agrônomo do Programa Bule Cheio (Faerj-Senar).
Da estimativa, 70,5% corresponde a produção da espécie arábica e 29,5% de robusta, o conilon.
Instituto Agronômico de Campinas (IAC), que desenvolve pesquisas para melhoramento genético do café sofreu com seis incêndios ao longo do ano.
"Encontramos lavouras que seguramente terão perdas de 50% ou mais na próxima safra, em função dos danos causados às plantas pela chuva de granizo. Há casos de lavouras novas que foram totalmente destruídas".
A melhor época para se plantar café é entre os meses de novembro e dezembro. Com relação ao cafezal velho, existem vários métodos para se fazer a renovação, desde a realização de podas, como recepa, decote ou esqueletamento, até a opção de erradicação total das plantas, com a realização de um novo plantio.
Último levantamento da safra 2011/2012 de café apresentado pela Conab.
A análise dos custos de produção da cafeicultura do Estado da Bahia indicou que, nesse Estado, os custos médios de produção de café arábica por saca são de R$202,64 no Oeste e R$225,31 no Planalto. Intra-regionalmente observou-se heterogeneidade quanto às informações dos diferentes informantes, principalmente em decorrência dos diferentes sistemas de produção utilizados nessas regiões, especialmente quanto aos níveis de utilização de insumos e de mecanização.