O Brasil deve colher 62,8 milhões de sacas de café em 2025, diz Rabobank
A estimativa é de queda de 6,4% em relação à safra anterior; mesmo assim, canéfora deve ter alta de 7,3%
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A estimativa é de queda de 6,4% em relação à safra anterior; mesmo assim, canéfora deve ter alta de 7,3%
No Brasil, a colheita 2022/2023 começou, porém, atrasos vêm sendo reportados, assim como menor disponibilidade de mão de obra e altos custos de colheita
Banco holandês acredita em déficit global de 2,6 milhões de sacas de 60 kg em 2021/2022, ante déficit de 1,1 milhão de sacas visto em dezembro
"O país está em uma situação confortável, mas ainda não se pode garantir que não faltará fertilizantes", diz Bruno Fonseca, analista de pesquisa do Rabobank
Ainda de acordo com o banco holandês, uma queda na demanda, particularmente na Europa, evitará um déficit de oferta
Em entrevista exclusiva, Guilherme Morya explica como o conflito entre Rússia e Ucrânia impacta nos valores do café na Bolsa de NY
Estudo acredita que as vendas mais altas de café em supermercados dificilmente compensariam a queda no consumo fora de casa
Previsões para terceiro trimestre são de altos e baixos para os preços do café. Somente no quarto trimestre poderemos começar a pensar em um cenário um pouco diferente, dependendo bastante da demanda e do Brasil que colhe menos no próximo ciclo
Instituição financeira holandesa aposta em 3,8 milhões de sacas de 60 quilos na estação 2018/2019
Se a recuperação do consumo for rápida, e com o ciclo de baixa produção no Brasil em 2021, as cotações do grão podem melhorar, saindo dos atuais cerca de 99 centavos de dólar por libra-peso, no contrato futuro para setembro/20, na Bolsa de Nova York (ICE Futures US)
Segundo a instituição, tamanho da safra de arábica é grande e todas as áreas estão próximas a níveis recordes
Banco holandês destaca que preço do café arábica pode sofrer déficit devido à desvalorização do real
Clima seco em todas as principais regiões produtoras de café robusta foi fator principal na revisão do banco.
A concessão é uma iniciativa de três anos que promove um setor alimentar e agrícola mais sustentável.
Essa é uma redução com relação à previsão anterior do banco, de um excedente de 3,7 milhões de sacas e vem após os rendimentos menores do que o esperado no Brasil.
O banco afirma que a previsão para esta safra é de um déficit na produção de 700.000 sacas.
"Nós mantemos, particularmente, a alta nos robustas", disse o banco. Para os futuros do arábica as previsões foram um pouco abaixo da curva de futuros.
Redução aconteceu após queda nos preços e baixas tendências.
Banco holandês prevê colheita de 6,8 milhões de sacas, ante 5,3 milhões calculados em abril.
"As fortes chuvas recentes nas áreas de produção de arábica do Brasil fornecerão disponibilidade de grãos arábica de menor qualidade".
O café robusta pode atingir uma média de US$ 1.700 a tonelada no segundo trimestre, o que representa uma queda de 10% do nível atual, diante da maior oferta do Vietnã e da Indonésia. A informação é do Rabobank Internacional, que divulgou relatório.
Em relatório divulgado na semana passada, o banco de investimento Rabobank projeta alta de 14% nos preços internacionais do café arábica até o fim de 2013, com base em expectativas de aperto na oferta diante da boa demanda esperada pelo produto. O banco prevê ainda que os embarques brasileiros de café arábica vão continuar em queda em 2013/14.
Segundo as projeções do banco, os futuros do robusta devem oscilar, em média, próximo de US$ 2.050/t no primeiro trimestre de 2013 e de US$ 2.100/t no terceiro. Confira
A oferta mundial de café deve ultrapassar a demanda na temporada que começa em outubro em muitos países, revertendo a atual escassez, de acordo com o Rabobank International. A produção do grão deverá ser de 5,3 milhões de sacas a mais que o consumo na safra 2012/13, ante um déficit de 2,7 milhões de sacas no período 2011/12, segundo o banco.