Funrural: entidades tentam refinanciar dívida de empregadores pessoa física
STF votou que contribuição de empregador pessoa física ao Funrural é constitucional.
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STF votou que contribuição de empregador pessoa física ao Funrural é constitucional.
A equipe CaféPoint selecionou as dez matérias mais acessadas pelos leitores no mês de março de 2013, entre notícias de mercado e artigos assinados por profissionais do setor. A falta de sustentabilidade econômica da cadeia produtiva do café no país destaca-se como o tema mais recorrente entre as matérias mais lidas.
Segundo Ensei Neto, certamente, a regra é a de que nada é definitivo ou estático no que tange às coisas da Natureza! Se os frutos forem colhidos no momento de sua maturação completa e a secagem seguir de forma correta, independente de onde seja feito, da variedade da produtividade da planta, o resultado final deverá ser positivo.
O aquecimento global é um fato que exige resposta tecnológica, na forma de desenvolvimento de variedades genéticas melhor adaptadas à transição climática, avalia o agrônomo Eduardo Assad, ex-secretário executivo do Programa de Recursos Naturais da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). "O aumento de temperatura reduz os riscos de geadas, o que é muito bom para o café", afirma Assad.
Três ministros farão análise e relatoria de três Ações Diretas de Inconstitucionalidade ajuizadas pela Procuradoria Geral da República e questionando dispositivos do novo Código Florestal Brasileiro. Ações contestam 23 itens da legislação. Os itens questionados em sua maioria estão relacionados a áreas de preservação permanentes (APPs), redução da Reserva Legal e também a anistia das multas. Um dos pedidos da Procuradoria é de que seja suspensa a eficácia destes dispositivos em questão até o julgamento da matéria.
Xico Graziano é agrônomo, foi secretário de Agricultura e secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. Em seu mais novo artigo, Xico faz uma breve análise da história e transição do poderio político cafeeiro às mãos da nova burguesia brasileira, destacando neste processo - e questionando sua eficácia - o antigo hábito político-econômico de queima de excedentes de café por parte do governo.
É necessário considerar diversos fatores como produtividade, inflação, salário mínimo ou custos de produção para entender as diferenças entre a cafeicultura de Brasil e Colômbia. Artigo demonstra evidências que contrariam senso comum da cadeia cafeeira nacional sobre o assunto, questionando até mesmo o sucesso do marketing dos cafés colombianos. Por Luiz Gonzaga C. Jr. e Eduardo Cesar Silva
A leitora do CaféPoint, barista e fundadora do Coffee Lab Isabela Raposeiras, enviou um comentário ao artigo "Café conilon: o desafio da valorização do produto", contando suas positivas experiências com robustas especiais e questionando se o conilon tem potencial de bebida tão bom quanto outras variedades de robustas de outros países, se bem processado Acesse e leia a carta na íntegra.
O leitor do CaféPoint Hélio José Alves de Figueiredo, produtor de café de São Sebastião do Paraíso/MG, enviou um comentário ao artigo "<a href="http://www.cafepoint.com.br/?noticiaID=62644&actA=7&areaID=26&secaoID=47"><U>Como reduzir o custo de produção de café?</U></A>", questionando ainda por que tantas empresas ainda investem em café se a sobrevivência na cafeicultura está tão difícil. Abaixo leia a carta na íntegra.
Cafeicultor de São Pedro da União (MG) comenta sobre estimativas levantadas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) em relação à safra de café de 2022
Curso de fundação pretende educar as pessoas ao longo da cadeia de fornecimento do café em relação à sustentabilidade, transparência e responsabilidade corporativa
Após pagar, com atraso, 70% da taxa de anuidade da entidade, País perde espaço e voz na Organização Internacional do Café, afirmam representantes de entidades do setor.
Parlamentares da Comissão de Política Agropecuária e Agroindustrial da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) e cafeicultores do Estado vão solicitar uma audiência com a presidente da República, Dilma Rousseff, com o objetivo de buscar soluções emergenciais para a crise da cafeicultura em Minas Gerais.
Os consumidores de café instantâneo podem em breve estar obtendo um produto mais gourmet sem custo extra, à medida que os torrefadores consideram a adição de grãos arábica de maior qualidade em seus blends.
O engenheiro civil José Olímpio Dias de Faria, ex-vice-presidente do Instituto de Engenharia, se manifesta em reação à notícia desta semana sobre as discussões governamentais em torno da MP 571/2012 do Código Florestal.
O café, que até quinze anos atrás tinha como grande consumidor o público mais velho, está conquistando os jovens. É isso o que aponta a mais recente pesquisa "Tendências de Consumo de Café" realizada anualmente, desde 2003, pela ABIC - Associação Brasileira da Indústria do Café com o apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O estudo mostra que de 2003 a 2010 o percentual de pessoas que declararam, espontaneamente, ter o café entre as bebidas habituais e que o haviam consumido no dia anterior e no dia da pesquisa aumentou de 85% para 91% na faixa dos 15 aos 19 anos; de 83% para 90% na faixa dos 20 aos 26 anos; de 86% para 94% na faixa dos 27 aos 35 anos e acima dos 36 anos, de 96% para 98%.
Não basta ter o produto, é preciso saber a demanda que vem do comprador. Foi esse o objetivo do Painel "Ask the Green Buyers" (Pergunte ao comprador de café verde) que aconteceu durante a 23ª Feira da Associação Americana de Cafés Especiais (SCAA, na sigla em inglês) realizada entre os dias 29 de abril e 1º de maio, em Houston (EUA).
O regulamento de qualidade para o café torrado em grão e o torrado e moído foi publicado no Diário Oficial da União no dia 25 de maio. A Instrução Normativa nº 16 prevê um limite de 1% de impureza no produto disponível ao consumidor, além de regras para rotulagem, percentual de umidade e uma classificação para características sensoriais (sabor, aroma e fragrância). Diante disso, muitos têm dúvidas do como devem proceder para ficarem dentro das novas regras. Acesse e confira as perguntas mais freqüentes, selecionas e respondidas pela Abic.
Pesquisas mostram que o café é a bebida mais indicada para atletas, pois é natural e mais saudável que qualquer produto artificial. O importante é o consumo diário e moderado, 3 a 4 xícaras de café torrado e moído ao dia. Os atletas que seguimos tomam café com leite pela manhã e depois 2 a 3 xícaras de café puro durante o dia, no meio da manhã, após almoço e no meio da tarde. O café deve ter torra marrom e não escura ou preta, pois nesta torra estão os compostos saudáveis, como antioxidantes, as lactonas , a niacina e os minerais, além da cafeína. Evite excessos ou doses elevadas e lembre que o café não aumenta apenas a capacidade física, mas principalmente a capacidade mental do atleta.
A terceira turma do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve, ontem, a liminar concedida à Mosaic, divisão de fertilizantes da Cargill, que paralisa o processo de incorporação da Bunge Fertilizantes pela Fosfertil.
A proposta da indústria é a adoção imediata do sistema de "<i>drawback</i> ", permitindo à indústria a importação de cafés para processamento e posterior exportação.