Queda de frutos de café: mais cedo e mais acentuada neste ano
Observações em campo, em lavouras de café, em diferentes regiões, mostram que a queda de frutos tem ocorrido mais cedo e de forma mais intensa neste ano safra
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Observações em campo, em lavouras de café, em diferentes regiões, mostram que a queda de frutos tem ocorrido mais cedo e de forma mais intensa neste ano safra
Mercado segue pressionado pelas projeções de uma safra brasileira recorde em 2026/27, enquanto estoques globais permanecem apertados e analistas alertam para riscos climáticos associados ao novo El Niño
Relatório da OIC divulgado em maio aponta que o indicador de preços caiu 3,5% em abril, afetado por tensões comerciais e menor desempenho do Brasil nas exportações de grãos verdes
Tem sido observada, em campo e em diferentes regiões, uma intensa queda de frutos chumbinhos em cafeeiros, o que, dentro de certos níveis, constitui um processo normal.
Enquanto contratos futuros de arábica acumulam valorização em Nova York, os de robusta recuam em Londres; estoques certificados caem e embarques seguem abaixo do mês anterior, com avanço das vendas da nova safra no mercado físico
Enquanto operadores apostam em uma safra brasileira recorde em 2026/2027, fatores como estoques globais baixos, tensões geopolíticas e riscos climáticos seguem fora do radar e perdem força na formação dos preços
A desfolha em cafeeiros tem diferentes causas, sendo as principais por problemas climáticos, por períodos de estiagem e pelo ataque de pragas e doenças
Arábica e robusta recuam pressionados por clima seco que acelera a colheita, enquanto estoques certificados seguem em queda e mercado físico no Brasil permanece travado
Com embarques em queda no ano-safra 2025/26, o mercado de café reage ao avanço da colheita no Brasil e a um cenário global mais estável, pressionando as cotações nas bolsas internacionais
Com estoques historicamente baixos no Brasil e no exterior, colheita em andamento e forte pressão de fundos especulativos, contratos futuros recuam nas bolsas e incerteza marca o início do ciclo 2025/26
Queda na produção e nas exportações acende alerta para impactos climáticos na oferta de café colombiano e reforça urgência de medidas para sustentar produtividade nos próximos ciclos
Total embarcado pelo país nos dois primeiros meses de 2026 soma 5.410.145 sacas, 27,28% (2.030.145 sacas) a menos que as 7.440.290 sacas embarcadas no mesmo período de 2025
O recuo, em comparação a 2024, reflete o impacto da menor oferta de grãos e do tarifaço dos EUA; Alemanha supera americanos como principal destino
Retomada dos negócios na Bolsa de Nova York foi com baixas expressivas para o mercado futuro do café arábica no pregão desta terça-feira (6)
Com oferta apertada e clima desfavorável, o café atinge novas máximas nas bolsas de Nova Iorque e Londres; estoques certificados caem, exportações desaceleram, e produtores aguardam preços ainda mais altos no Brasil
A cultivar tem se destacado por várias boas características, como alta produtividade, vigor, resistência e boa qualidade de bebida, além da menor queda de frutos
Tensões na região e risco quanto ao fluxo global elevam cotações após pressão de safra recorde no Brasil
Tarifa de 50% dos EUA derruba embarques; valorização da matéria-prima sustenta divisas e mercado interno cresce
Segundo levantamento, país apresentou uma retração de 40% nos embarques em relação a fevereiro
Receita, porém subiu 55,5%; cafés diferenciados representaram 24,8% das exportações e dobraram o faturamento e exportação de solúvel cresce 16,5%
Bolsa de Nova York (ICE Futures US) está em recuo, o que pressiona os preços e a queda do dólar pode prejudicar as exportações.
Queda nas cotações foi motivada pelo baixo volume de chuva nas áreas brasileiras produtoras do grão
A tendência é que o mercado continue volátil até o segundo semestre, considerando que o setor segue acompanhando o desenvolvimento da safra brasileira
Analista destaca cautela do produtor na hora da venda dos grãos