Queda em estimativa de agosto da safra de café é puxada pela BA, diz IBGE
Neste mês, a Bahia teve sua estimativa de produção reduzida em 28,2%. Veja os dados para a produção total para a safra brasileira.
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Neste mês, a Bahia teve sua estimativa de produção reduzida em 28,2%. Veja os dados para a produção total para a safra brasileira.
Alta de 0,5% sobre a safra anterior é puxada pelo avanço do robusta no Espírito Santo e na Bahia; clima extremo reduz arábica no Brasil e chuvas afetam produção na Colômbia
O mercado de café segue em ritmo lento devido aos feriados do Natal e Ano Novo. Os preços do café voltaram a recuar nesta terça-feira (29) na bolsa de Nova York. Com os ajustes de posições, os contratos com vencimento em maio/10 caíram 55 pontos, para US$ 1,3815 por libra-peso. No mercado interno, o Indicador Cepea/Esalq do arábica fechou a R$ 272,51/saca.
Os contratos futuros de café tiveram forte alta nesta segunda-feira (14) com a previsão da bolsa de café da Índia de que a produção será de 289,600 mil toneladas no ano iniciado em 1º de outubro, queda de 5,5% diante da previsão de junho. Na bolsa de Nova York, os contratos com vencimento em março/10 fecharam a 145,90 centavos de dólar por libra-peso, valorização de 325 pontos.
Café verde teve 8% menos sacas exportadas, enquanto café industrializado cresceu 24,5%, em relação ao mesmo mês de 2015.
Os preços do café tiveram um dia de forte reação no mercado futuro de Nova York ontem. Os contratos de arábica para entrega em dezembro fecharam em alta de 570 pontos, cotados a US$ 2,4405 por libra-peso. Segundo analistas ouvidos pela Dow Jones Newswires, a commodity foi puxada por compras de torrefadoras, que voltaram ao mercado depois que as cotações recuaram para o patamar mais baixo em seis meses e meio nesta semana.
As cotações do arábica encerraram a quinta-feira (19) em queda, puxada pela desvalorização generalizada das commodities. Na bolsa de Nova York o vencimento julho/11 teve desvalorização de 635 pontos, fechando a 263,70 centavos de dólar por libra-peso. No mercado interno a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 527,20, com desvalorização de R$ 3,59 segundo o indicador Cepea/Esalq. As cotações do café conilon seguem em alta.
As cotações do café arábica encerraram a terça-feira (01) em baixa nos mercados futuros e físico. A queda foi puxada por realização de lucro após as cotações acumularem fortes valorizações. Na bolsa de Nova York o vencimento maio/11 teve desvalorização de 240 pontos, fechando a 269,30 centavos de dólar por libra-peso. No mercado interno a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 521,46, com desvalorização de R$ 2,34, segundo o indicador Cepea/Esalq.
Mercado de café continua bastante volátil e as cotações encerram a semana com nova queda puxada pela valorização do dólar em função da turbulência na zona do euro.
A demanda por commodities agrícolas, particularmente grãos, está aquecida, puxada pelos países emergentes. Adversidades climáticas em importantes países produtores e exportadores já provocaram baixas na oferta nos últimos meses e poderão causar novas perdas até o início de 2011.
Após forte queda registrada na segunda-feira (20), os preços do café arábica voltaram a subir na bolsa de Nova York e no mercado físico. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 326,82, com valorização de 3,45%, segundo o indicador Cepea/Esalq. Em Nova York, o primeiro vencimento, dezembro/10, teve alta de 95 pontos, fechando a 182,90 centavos de dólar por libra-peso. A alta foi puxada por compras de fundos e por parte das indústrias de torrefação.
Os preços do café arábica encerraram essa quinta-feira (12) em alta pelo quarto dia consecutivo nos mercados futuros e físico. A alta foi puxada pela compra de especuladores, diante das previsões de forte queda nas temperaturas neste fim de semana no Brasil. Em Nova York, o primeiro vencimento, setembro/10, teve forte alta de 495 pontos, fechando a 175,55 centavos de dólar por libra-peso. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 318,81, com valorização de 2,80%, segundo o indicador Cepea/Esalq.
Segundo a Universidade Federal de Lavras, o ano começou com uma perspectiva diferente da verificada em 2008, quando os preços dos insumos aumentaram e os preços pagos ao produtor caíram. No ano passado, os custos para produzir no setor agrícola superaram os preços pagos ao produtor rural pela venda de seus principais produtos. Ou seja, o produtor rural obteve prejuízo com a venda dos seus produtos.
As vendas reais nos supermercados cresceram 3,91% em agosto na comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo divulgou nesta quarta-feira, 28, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Em relação a julho deste ano, o faturamento dos supermercados caiu 2,20%. Nos primeiros oito meses do ano, as vendas subiram 4,27% em relação ao mesmo período de 2010. Os números estão deflacionados pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
A percepção das redes de cafeteria, bem como a de representantes da cadeia produtiva e especialistas no setor do café é uma só: a segunda bebida mais tomada no mundo passa por um momento de qualificação no consumo e tende a níveis superiores de apreciação no Brasil.
Na média, a carne de boi, o algodão, o óleo de soja, o trigo, o açúcar, o milho, o café e a carne de porco ficaram 1,96% mais caros no mês passado. Segundo o BC, os preços internacionais das commodities energéticas e metálicas são mais sensíveis a ciclos econômicos, o que favorece a redução num cenário de baixo crescimento. Já o preço das agropecuárias registrou elevação por causa da "deterioração das condições de oferta", que pioraram devido a problemas climáticos a resultados abaixo do esperado da colheita de alguns produtos.
A Conab está antecipando a elaboração dos estudos de preços mínimos de produtos da safra de inverno e regionais, como trigo, aveia, centeio, girassol, guaraná, castanha de caju, café e outros. A intenção é fechar as propostas dos preços mínimos até o fim deste mês.
Após registrar máximas em 13 anos, as cotações do café arábica caíram pela segunda vez consecutiva na última sexta-feira (14) nos mercados futuros e físico. Na bolsa de Nova York o vencimento março/11 teve desvalorização de 290 pontos, fechando a 234,60 centavos de dólar por libra-peso. No mercado físico a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 438,28, com forte desvalorização de R$ 4,67, segundo o indicador Cepea/Esalq. Na semana, a variação acumulou alta de R$ 13,29/saca.
As cotações do café arábica voltaram a subir nesta segunda-feira (10) nos mercados futuros, além da valorização também no mercado interno. No mercado interno a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 424,99, com forte valorização de R$ 6,96, segundo o indicador Cepea/Esalq. No mês, a variação já acumula alta de R$ 12,00/saca. Os preços do café robusta têm subido nos últimos meses no mercado brasileiro, segundo pesquisas do Cepea.
Há mais fatores que indicam que as principais commodities agrícolas negociadas pelo Brasil no exterior permanecerão com preços internacionais firmes nos primeiros meses de 2011 do que elementos que sinalizam a possibilidade de uma queda significativa em relação aos elevados patamares atuais. As cotações de soja e milho são as mais elevadas desde julho de 2008, enquanto o suco de laranja oscila em torno de máximas em três anos e meio, o café em mais de 13, o açúcar em três décadas e o algodão em 140 anos.
Cotações encerraram a sexta-feira (05) praticamente inalteradas, com leve queda em Nova York e Londres e leve valorização na BM&FBovespa. Em Nova York o primeiro vencimento dezembro/10, teve desvalorização de 65 pontos, fechando a 205,15 centavos de dólar por libra-peso. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 348,19, com leve desvalorização de R$ 2,53/saca (-0,72%), segundo o indicador Cepea/Esalq. Em relação ao mesmo período do mês passado o indicador acumula alta de 12,79%.
Os preços futuros do café arábica dispararam nesta quinta-feira (04) na bolsa de Nova York, BM&FBovespa e mercado físico. Em Nova York o primeiro vencimento dezembro/10, teve forte valorização de 965 pontos, fechando a 205,80 centavos de dólar por libra-peso. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 350,72, com forte valorização de R$ 20,62/saca, segundo o indicador Cepea/Esalq. Em relação ao mesmo período do ano passado a variação é de +13,36%.
As cotações encerram a quarta-feira (27) em queda após atingir valores recordes na terça-feira. Em Nova York o primeiro vencimento dezembro/10, teve desvalorização de 145 pontos, fechando a 200,30 centavos de dólar por libra-peso. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 347,22, com valorização de R$ 2,12/saca, segundo o indicador Cepea/Esalq. Em relação ao conilon, o indicador Cepea/Esalq registrou alta de R$ 1,06/saca, sendo cotado a R$ 179,46/saca. No acumulado de um mês a valorização é de R$ 9,00/saca (+ 5,28%).
Com grandes oscilações durante a semana, as cotações do arábica encerraram a semana acumulando quedas, tanto nos mercados futuros como no físico. Em Nova York, na sexta-feira (24) o primeiro vencimento, dezembro/10, teve queda de 105 pontos, fechando a 180,60 centavos de dólar por libra-peso. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 322,12, com desvalorização de 0,44%, segundo o indicador Cepea/Esalq. A variação no mês acumula desvalorização de 2,27%.