México teve menor colheita de café da história em 2016
Neste ano, a colheita teve uma melhora de 20% em relação ao que era há dois anos.
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Neste ano, a colheita teve uma melhora de 20% em relação ao que era há dois anos.
A estratégia de entrada no mercado europeu é começar através do exigente gosto alemão e conquistar depois o paladar do Reino Unido.
O plano é parte de uma estratégia conjunta com o Instituto Nacional do Empreendedor (Inadem) para comercializar o café da marca ao mesmo tempo que propicia emprego aos jovens que buscam começar um negócio.
Secretaria de Agricultura do país prevê que a produção chegue a 4,5 milhões e 10 milhões de sacas.
No México, o evento visa fortalecer a presença da mulher em todos os setores do café.
Segundo o Euromonitor, o mercado de cafeterias especializadas tem um valor de mais de 11 bilhões de pesos mexicanos.
O café é um dos produtos agrícolas mais importantes da pauta de exportações mexicanas. Existem relatos de que o México já exportava café em 1802. No total, a produção mexicana de café gira em torno de 4 a 4,5 milhões de sacas de 60 kg ao ano, posicionando o México atualmente como o 6° maior produtor do mundo. O México produz essencialmente café arábica, principalmente as variedades Typica, Mundo Novo e Caturra.
Devido às geadas e inundações, a produção de café em Puebla, Veracruz, Chiapas e Guerrero, no México, caiu 70%. Os cafeicultores prevêem que demorará dois anos para recuperar o nível de produção, já que devem repor plantas, de forma que a oferta do grão se manterá baixa durante dois anos.
A colheita de café do México, cuja safra foi afetada por uma onda de frio no início do ano, lutará para se recuperar no período de 2010/11 diante da destruição total de alguns cafezais. No inverno passado, registrou-se um frio incomum que arruinou colheitas nos estados produtores como Veracruz, Puebla e San Luis Potosí, causando perda de 200.000 a 300.000 sacas de 60 quilos do grão.
A Secretaria de Agricultura, Pecuária, Desenvolvimento Rural, Pesca e Alimentação (Sagarpa) do México confirmou que, com 41 milhões de pesos (US$ 3,36 milhões) do programa Tropico Úmido e o apoio do Instituto Nacional de Pesquisas Florestais Agrícolas e Pecuárias impulsiona a produção de café robusta - principal matéria-prima para a elaboração de café solúvel e para alguns blends de café torrado e moído - em áreas marginais baixas de nove estados.
O México produzirá 248.460 toneladas de café ao final do ciclo de 2010-2011, previsto para terminar em setembro, informou a Secretaria de Agricultura, Pecuária, Desenvolvimento Rural, Pesca e Alimentação (Sagarpa).
A Associação Mexicana da Cadeia Produtiva de Café (Amecafé) informou que a exportação do grão do país teve uma queda de 18% até o mês de março com relação ao mesmo período do ano anterior. O coordenador executivo da Amecafé, Rodolfo Trampe, disse que essa redução se deve à mudança climática e às geadas, acrescentando que isso ocorre a nível mundial.
A diretora geral do Fundo Nacional para o Fomento de Artesanatos (Fonart), do México, Rafaela Luft Dávalos, disse que é necessário incentivar o consumo de café colhido, processado e embalado no México, pois quase 80% da produção nacional é terminada e comercializada por nações estrangeiras.
O clima excepcionalmente frio está preocupando os cafeicultores no México e na América Central no pico da estação de colheita, à medida que o gelo nos cafezais ou os fortes ventos têm danificado o café para exportação, disseram produtores regionais.
Em apenas 10 anos, o México registrou uma queda de 40% de sua produção de café devido às poucas iniciativas governamentais de apoio ao setor, disse o presidente da União Nacional de Produtores de Café da Confederação Nacional Campesina (CNC), Gabriel Barreda. Segundo ele, a crise afeta os 13 estados do país dedicados à produção de café. O café era o segundo produto gerador de divisas depois do petróleo; porém, a produção baixou de sete milhões de sacas anuais para quatro milhões.
Objetivo é focar na produção de café solúvel com o robusta
O baixo número na produção se dá por conta da ferrugem e pela falta de tecnologia para o combate à praga.
IWCA chama mulheres envolvidas em todos os setores do café a responderem pesquisa que vai nortear as atividades da Aliança e propor políticas públicas.
Segundo números da Amecafé, nos últimos três anos a ferrugem afetou 80% dos hectares que produzem o grão com uma única variedade.
"É um assunto em que somos altamente sensíveis", reconheceu o coordenador geral de Assuntos Internacionais da Secretaria de Agricultura do país.
A Nespresso, marca do grupo Nestlé, apostará no crescimento das butiques de café para promover produtos de alta qualidade e aumentar o consumo de café, que a companha suíça considera ainda baixo no México, frente a outros países da América Latina.
A indústria de café do México espera registrar esse ano um crescimento de 15% na produção do grão (4,4 milhões de sacas) com relação a 2011. O coordenador executivo da Associação Mexicana da Cadeia Produtiva de Café (Amecafé), Rodolfo Trampe, comentou que o aumento se deve a um clima favorável para a obtenção do mesmo, assim como os preços remunerativos, entre outros fatores.
Com uma produção média de quatro milhões de sacas de café, predominantemente de base familiar e no sistema sombreado, a cafeicultura do México tem muitas diferenças quando comparada à brasileira. Em visita ao Brasil, Miguel Angel Rodríguez, gerente de produção de uma grande propriedade no México, da Neumann Kaffee Gruppe, fez questão de conhecer o setor de cafeicultura da Universidade Federal de Lavras (UFLA) e conversar sobre as difereças entre produção de café nos dois países.
A cafeicultura no México compreende o cultivo de cerca de 480 mil ha de cafezais e a produção média anual tem sido em torno de 4,0 milhões de sacas, com tendência a reduções nos últimos anos, devido aos preços baixos, segundo relatório enviado ao CaféPoint por José Braz Matiello sobre a viagem feita ao México - patrocinada pela OCEMG - Organização de Cooperativas do Estado de Minas Gerais. Existe maior sustentabilidade no manejo e na preservação do ambiente, na cafeicultura do México em relação à brasileira, pelos melhores solos e pelo sistema sombreado.