[Vídeo] Cafeicultores devem prosseguir com mobilizações até que suspensão seja publicada
Acompanhe em vídeos e fotos como foi a manifestação contra importação de café conilon desta quarta-feira (22/2), no Espírito Santo.
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Acompanhe em vídeos e fotos como foi a manifestação contra importação de café conilon desta quarta-feira (22/2), no Espírito Santo.
Se a La Niña prosseguir até o inverno, algo que poderá ser confirmado apenas entre janeiro e fevereiro do próximo ano, a tendência será de um inverno seco no Cerrado de Minas Gerais. Na realidade, a grande dúvida até o momento é como será o outono do ano que vem.
A atual frente fria na altura da Bahia deve ganhar força e trazer acumulado aproximado de 100mm de 7 a 11 de março.
Segundo parlamentares que se reuniriam com o presidente da República Michel Temer (PMDB), o assunto da importação estaria encerrado.
Centro do Comércio de Café do Estado de Minas Gerais - CCCMG, renova por mais dois anos mandato de Archimedes Coli Neto.
O volume de chuvas do mês de maio ultrapassou a média histórica em 118% este ano. De acordo com registros da Coopemar (Cooperativa de Cafeicultores de Marília), choveu 153 milímetros no mês, que tem média histórica de 70 milímetros. Segundo o agrônomo Aurélio Giroto, maio deste ano bateu o de 2009 que detinha, até então, o recorde de 106 milímetros.
O leitor Fábio Júnior de Oliveira pergunta: "Gostaria de saber a previsão para os próximos meses de maio a agosto para o município de Manhuaçu e região". Segundo Celso Oliveira, da Somar Meteorologia, "junho será o melhor mês para trabalhos de campo, enquanto e julho e agosto serão os piores meses". Confira
O registro de um inverno chuvoso no Brasil está prejudicando o desempenho da principal cooperativa do Brasil, a Cooperativa dos Produtores de Café de Guaxupé (Cooxupé), que tradicionalmente produz 80% de sua safra de cafés especiais, mas que este ano registrou 55% de produtos especiais até o momento. "De acordo com relatos dos produtores, este é o pior ano para a colheita de café das últimas décadas", diz Joaquim Libânio Ferreira Leite, Superintendente da Cooxupé.
Boa notícia. As chuvas retornarão à Caparaó e a todo o Estado de Minas Gerais no decorrer desta semana. E estas chuvas fortes devem prosseguir até quase o fim da primeira quinzena de março.
As chuvas generalizadas deverão prosseguir até o dia 1° de abril em Oliveira e em boa parte do centro e sul de Minas Gerais. Ou seja, teremos mais três quinzenas com chuvas na região. O acumulado registrado em Oliveira neste período deve oscilar entre 170 e 320mm.
A chuva deste ano será irregular, acontecendo alternada com longos períodos de tempo seco.
Infelizmente, ainda deve demorar a chover de forma intensa e generalizada na zona da mata de Minas Gerais. As últimas simulações americanas indicam precipitações significativas apenas para a partir de 23 de fevereiro. Já o CPTEC/INPE indica chuva forte apenas para a partir de 05 de março.
Estamos no início de fevereiro, faltando praticamente cinco meses para o começo do novo ano-safra, que será de ciclo baixo com produção significativamente menor que as necessidades brasileiras para exportação e consumo interno. Nesse cenário é difícil que tenhamos mudanças significativas nos estoques certificados da BM&F e o quadro deverá se repetir em maio.
A Starbucks acertou neste ano as bases de um acordo de US$ 500 milhões com a Kraft Foods para recomprar o direito de distribuição do café moído e torrado elaborado pela rede de cafeterias. Mas a Kraft voltou atrás e exigiu US$ 200 milhões adicionais, segundo os documentos judiciais do acirrado processo.
Não há previsão de grandes acumulados pelos próximos quinze dias, mas pelo menos três frentes frias poderão trazer precipitação à região. O primeiro sistema chega entre domingo e segunda-feira.
A Agrifirma, grupo brasileiro que trabalha na aquisição e desenvolvimento de terras agrícolas, está esperando para se tornar a primeira empresa nacional a ser listada na bolsa de Hong Kong. "Há uma escassez de terras cultiváveis na própria China. Eventualmente, a China terá de ir ao exterior para originar seus produtos agrícolas", disse Adrian Fu.
Já estamos chegando ao final da Copa do Mundo 2010. Não foi desta vez que o Brasil conquistou o hexacampeonato, mas a Copa nos leva a refletir sobre alguns assuntos importantes para o nosso dia a dia. Como, por exemplo, a influência do café no desempenho dos atletas. Vamos refletir um pouquinho sobre isso?
O fenômeno El Niño ainda está relativamente fraco. Por isso mesmo, foram registradas chuvas fortes e generalizadas das últimas semanas, que induziram a florada. Até o fim de dezembro, a previsão é de precipitações irregulares e ligeiramente abaixo da média em algumas áreas, como o norte do Paraná e oeste de São Paulo. Entretanto, mesmo nestas regiões, não são esperados períodos muito prolongados com tempo seco.
Apesar das frequentes chuvas, o clima não tem prejudicado os trabalhos de colheita de café no Paraná. "Até o momento, não há atraso nos trabalhos e a qualidade dos grãos está dentro do esperado", disse o economista Paulo Franzini, responsável pelo setor de café do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Agricultura do Estado.
Apesar das grandes chuvas previstas para esta semana em Governador Lindenberg e em toda a região de Colatina, espera-se o retorno do tempo seco, favorável ao início das atividades de colheita a partir do próximo final de semana.
Nas últimas 48 horas voltou a chover forte em Manhuaçu e toda a zona da mata de Minas Gerais, e não deverá parar de chover tão cedo. Nos próximos sete dias, Manhuaçu poderá receber quase 120mm, correspondendo a 85% da média de chuvas de todo o mês de março.
Instabilidades que provocaram chuvas em Minas Gerais, São Paulo e Paraná não devem prosseguir na próxima semana.
Os temporais retornam a partir de 1º de janeiro com a presença de uma nova frente fria. Os acumulados impressionam: 175mm até 05 de janeiro. As chuvas fortes devem prosseguir até 07 de janeiro. Antes disso, entre hoje e amanhã, esperam-se apenas chuvas fracas e temperaturas elevadas.
Artigo escrito por Celso Luis Rodrigues Vegro, engenheiro agrônomo, mestre e pesquisador científico VI do Instituto de Economia Agrícola (IEA)