Produção requer "mudança de passo" para acompanhar demanda
"Até o final do século, precisaremos produzir duas ou três vezes a quantidade de café que produzimos agora", disse Andrea Illy.
125 resultados para "produzimos"
"Até o final do século, precisaremos produzir duas ou três vezes a quantidade de café que produzimos agora", disse Andrea Illy.
Ao longo de décadas os integrantes da cadeia café estão fazendo sua lição de casa para atender às demandas do respeitável e exigente consumidor. Por Francisco Sérgio de Assis, presidente da Federação dos Cafeicultores do Cerrado.
Mostra Alimentário - Arte e Construção do Patrimônio Alimentar Brasileiro, que chega a São Paulo no próximo dia 25 de janeiro e conta com apoio da marca Pilão.
O produtor de café Henrique Brochado, da Bahia, pergunta: " Por favor informar condições de chuvas para a primavera e durante o verão para a região cafeeira da chapada diamantina, principalmente para cidade do Bonito na qual produzimos café". Confira as explicações de Celso Oliveira, da Somar Meteorologia.
É fundamental criar mecanismos para que agricultores familiares, indígenas e comunidades tradicionais e até pequenos e médios empresários possam participar e alcançar os benefícios de uma certificação. Confira análise sobre a sustentabilidade socioambiental por Luís Fernando Guedes Pinto.
De acordo com representantes de cafeicultores de regiões montanhosas, os custos com a mão de obra respondem por 60% a 70% do valor da saca de 60 kgs. Atualmente, com os preços da commodity entre R$ 340 e R$ 350, os cafeicultores estão acumulando prejuízos, uma vez que o custo gira em torno de R$ 370 em alguns locais. Cenário pode afetar a qualidade dos cafés em grande parte das propriedades.
O deputado federal e presidente da Frente Parlamentar do Café, Carlos Melles, concedeu entrevista ao programa Mercado e Companhia - Canal Rural, a respeito da política agrícola brasileira e os recursos do Funcafé que ainda não chegaram aos produtores. "Acho que o dinheiro da colheita o produtor deve esquecer. Porque é uma insensatez", comenta Melles.
Na lavoura da família Hertel, na região noroeste do Espírito Santo, a colheita do café conilon está em ritmo acelerado. Eles esperam colher 15% a mais do que em 2010. "A expectativa é grande, o clima ajudou e produzimos bastante", comenta o agricultor Gesomar Hertel.
O consumo de café no Brasil vem crescendo substancialmente nos últimos anos segundo a ABIC (Associação Brasileira da Indústria do Café) e está previsto um consumo de 19 milhões de sacas para o presente ano. Estamos praticamente igualando ao consumo norte americano.
Diogo Tudela, proprietário da Fazenda Castelhanas, em Monte Carmelo, concedeu entrevista ao CaféPoint contando sobre os benefícios da irrigação para o desenvolvimento da atividade cafeeira na Fazenda Castelhanas e na região do Cerrado Mineiro. Segundo ele, antes da irrigação a produtividade média da lavoura era de 17 sc/ha. Hoje a produtividade está em torno de 38 a 40 sc/ha. Confira a entrevista na íntegra!
O ministro da Agricultura, Wagner Rossi criticou ontem (7) a posição defendida pelo presidente da França, Nicolas Sarkozy, de intervir nos preços das commodities por meio da criação de estoques reguladores. Rossi lembrou que a pressão gerada pela valorização das commodities agrícolas é uma realidade, mas que se deve a uma série de fatores e nenhum deles é "culpa do Brasil".
Augusto Serafim produz café há quase 50 anos e durante a Ficafé - Feira Internacional de Cafés Especiais do Norte Pioneiro do Paraná, comercializou um lote com duas sacas de café por R$ 1 mil, cada saca. A fazenda dele tem 10 ha divididos entre a família. Augusto produz café em 2 ha. Acesse e confira entrevista.
Conhecer as demandas da indústria, as características de cada lote de café e divulgar a qualidade do produto, evidenciando origem e história. É assim que os produtores do café da região das Matas de Minas deverão agir para conquistar o mercado de cafés especiais. Estes foram os principais temas abordados na segunda reunião do Projeto Foco Competitivo para o reforço da competitividade do café produzido nas Matas de Minas.
Gestores públicos de quatro estados produtores da federação - Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo e Paraná - discutiram a situação da cafeicultura e sua rentabilidade, além de propor alternativas de valorização do produto, no Fórum de Secretários, programado pelo 11º Simpósio Nacional do Agronegócio Café - Agrocafé. Durante o Fórum, foi possível saber o que cada estado está desenvolvendo em tecnologia.
A leitora do CaféPoint Eliane de Andrade Nogueira, produtora de café de São Sebastião da Grama/SP, enviou um comentário ao artigo "<a href="http://www.cafepoint.com.br/?noticiaID=59471&actA=7&areaID=26&secaoID=47"><U>Cafeicultura em crise perde área plantada</U></A>". Acesse e leia a carta na íntegra.
De acordo com Carlos Brando, consultor da P&A Marketing, a crise está trazendo oportunidades interessantes para a cafeicultura, mas por outro lado, uma pressão negativa. Explica: o poder de varejo continua crescendo, absorvendo uma parte maior do mercado, o que força todo mundo a baixar o preço do café. Por outro lado, o consumo de café está aumentando: "Quem irá suprir a nova demanda? Arábica ou conilon?"
A entrada de cafés importados no Brasil constitui um recado a nós, produtores, para aprimorarmos a qualidade de nossos cafés. Fatalmente, regiões que não produzem cafés de qualidade serão alijadas do mercado, pois não há nada melhor para o mercado do que uma boa concorrência. Vamos usar a nossa inata criatividade, competência e inteligência e produzir um café melhor.
A presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu (DEM-TO), defendeu nesta segunda-feira, 10, em São Paulo, que o governo reforce a sua política de subvenção como forma de auxiliar o produtor rural, dando menos ênfase às tradicionais prorrogações de dívidas, que segundo ela trazem um custo elevado para a União.
Os cafeicultores do Norte Pioneiro do Paraná, responsáveis pela produção de aproximadamente 50% dos grãos colhidos no estado, estão a um passo de conquistar um importante reconhecimento nacional. Eles entregaram um dossiê, no final do mês de março, ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) reivindicando o registro de Indicação de Procedência (IP) do Norte Pioneiro do Paraná como uma região produtora de café.
Atualmente, o café do Brasil é influenciado por fenômenos climáticos naturais como El Niño e La Niña. São com estes fenômenos que devemos nos preocupar. Qualquer mudança climática global não influenciará a produtividade do café deste ano, ou do próximo, nem de 2015.
Segundo Nathan Herszkowicz, diretor-executivo da Abic, a crise econômica não deverá atingir o consumo nem a produção de café no país. A expectativa é de crescimento de 5% no consumo este ano. "O café é um produto de consumo diário, tradicional do povo brasileiro. O custo do café é baixo para os consumidores e, por isso, não enxergamos motivo para queda no consumo", afirmou.
Para a Associação Brasileira de Cafés Especiais - BSCA, o País vem se posicionando na percepção dos compradores: sabem que produzimos muito, somos os maiores, mas não necessariamente que estamos entre os melhores.
Em 40 anos, passamos de importadores de alimentos, em um contexto de 90 milhões de habitantes, para exportadores com o dobro da população. "Isso foi possível graças à tecnologia, onde produzimos cada vez mais com menos". Para o futuro, a expectativa é que o consumo de produtos "verdes" aumente.