Campanha da BSCA promove os cafés especiais do Brasil no exterior
O objetivo é aumentar o consumo do produto brasileiro no país e nos Estados Unidos.
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O objetivo é aumentar o consumo do produto brasileiro no país e nos Estados Unidos.
Os campeões e o "Melhor dos Melhores" serão revelados em 16 de outubro de 2017.
O Lavador Mecânico para Café PA-LAV, foi desenvolvido com objetivo de aumentar a capacidade de processamento com um aumento proporcional na eficiência de separação.
As exportações de café robusta de Sumatra, principal área produtora da Indonésia, cresceram quase cinco vezes em outubro, para 34.081 toneladas, ante mesmo mês do ano passado. A Indonésia, o terceiro maior produtor de café, embarcou no mesmo período do ano passado 7.226 toneladas, quando o clima ruim afetou os níveis de estoque.
A Uganda, maior exportador de café da África, está mantendo sua meta de aumentar a produção para 4,5 milhões de sacas até 2015, mesmo enfrentando os desafios de maiores temperaturas e doenças, como a wilt-disease (traqueomicose).
Projeto é uma parceria com Instituto Louis Dreyfus e será implantado primeiramente em uma escola estadual de Chalé (MG)
O grupo Sol Panamby, que já investe em suas atividades cafeeiras no Brasil e no exterior, põe em prática um plano ousado de crescimento, que engloba agora a formatação da expansão por meio do franchising, além da abertura de lojas próprias da rede Octavio Café, sem perder de vista a expansão em produção, industrialização e comercialização internacional de cafés especiais. Depois da aquisição, há três anos, da Dallis Coffee, uma das principais empresas norte-americanas de café quase secular nos EUA, com sede em Nova York, e da inauguração há dois anos em São Paulo do Octavio Café, cafeteria de cafés especiais localizada na Avenida Faria Lima, região nobre na capital paulista, o grupo investe na marca e na imagem do café no mercado interno e no externo.
Em enquete realizada no CaféPoint, leitores e especialistas no setor apontaram pontos valorizados pelo consumidor de café. Entre sustentabilidade, qualidade, diversidade, orgânico, entre outros, a satisfação é o principal ponto responsável pela valorização do café, em que o consumidor busca o produto outras vezes para viver experiências.
A florada que determina primeiramente se a safra vai ser boa ou não. Em Indianópolis (MG), as flores aparecem na época certa por causa da irrigação. O café invadiu o cerrado mineiro graças ao investimento em irrigação que viabilizou a implantação dos cafezais. Na década de 70, a produtividade média no sequeiro ficava entre 15 e 17 sacas por hectare. Com o café irrigado, passou para 40 sacas. O custo é o que preocupa. A taxa de energia elétrica aumentou em seis vezes nos últimos 15 anos. A burocracia e lentidão nos processos de outorga do uso da água também são barreiras para os produtores.
Em artigo publicado recentemente na Folha de São Paulo, Marcelo Vieira e Luiz Suplicy Hafers argumentam que estamos assistindo ao fim de um ciclo. Mais especificamente, ponderam os autores que a cafeicultura, o principal motor da economia brasileira durante décadas, vem sucumbindo frente a mudanças estruturais aqui ocorridas, que encarecem a mão-de-obra e tornam difícil a competição no mercado internacional. O resultado: endividamento crescente do setor.
Trata-se da mais estendida previsão que se pode fazer hoje. Por ser muito antecipada, a previsão não deve ser levada como algo absoluto. Primeiramente, não há previsão de ausência total de chuvas. Poderemos viver mais um ano úmido, apesar da tendência de formação de um El Niño clássico a partir de fevereiro.
Atualmente, o café do Brasil é influenciado por fenômenos climáticos naturais como El Niño e La Niña. São com estes fenômenos que devemos nos preocupar. Qualquer mudança climática global não influenciará a produtividade do café deste ano, ou do próximo, nem de 2015.
Diante do cenário de mudanças constantes, leitores e especialistas no setor deixaram seus comentários sobre as medidas que consideram mais importantes para se proteger e garantir a rentabilidade do seu negócio, em enquete realizada no CaféPoint. Confira os principais comentários.
A Uganda, segundo maior produtor de café da África, plantará pelo menos 17 milhões de pés de café de alto rendimento nesse ano à medida que continua com sua campanha de crescimento do café, visando aumentar a produção anual do país e seus lucros de exportação. O café é o principal produto agrícola exportado pela Uganda e o segundo maior gerador de receita no exterior depois do turismo.
A Diretoria Executiva da 4C anunciou que a Associação 4C iniciará a fase de transição da implantação de seu novo modelo de negócios, o qual estará em pleno funcionamento no início de 2012. O novo enfoque permitirá que a Associação 4C adapte seu modus operandi para melhor atender às necessidades de seus membros no contexto atual do mercado cafeeiro.
Luis Flávio Andrade, engenheiro agrônomo e coordenador da Associação 4C no Brasil, fala sobre a atuação da Associação 4C no Brasil em prol da sustentabilidade da cadeia produtiva do café. "4C é uma associação de membros onde produtores, sociedade civil, comércio e indústria se uniram e decidiram criar um código de conduta básico de sustentabilidade, visando melhoria contínua", comenta.
A Equipe CaféPoint esteve no Espaço Café Brasil 2010, em São Paulo/SP e gravou diversas entrevistas com os participantes da feira. Natália Fernandes conversou com Miguel Moretti, da Unidade Café e Coração do Incor (Instituto do Coração) a respeito dos benefícios da bebida para saúde humana e do andamento dos estudos e pesquisas.
O processo eleitoral se aproxima com a maioria dos candidatos já definidos e outros também vindo a tomar seus espaços diante das alianças partidárias que vão sendo formadas. E nós, agricultores, pecuaristas e entidades classistas, temos algo a ver com isso?
O colaborador do CaféPoint Bruno Miranda, pesquisador do PENSA, enviou um comentário ao artigo "<a href="http://www.cafepoint.com.br/?noticiaID=62788&actA=7&areaID=26&secaoID=64"><U><i>Drawback:</i> Isso ainda vai dar muito o que falar</U></A>", esclarecendo as questões levantadas por leitores. Acesse e leia a carta na íntegra.
O leitor do CaféPoint Sérgio Parreiras Pereira, pesquisador do IAC e mediador da Comunidade Manejo da Lavoura do Peabirus, enviou um comentário ao artigo "O paradoxo do desenvolvimento vs. transferência de tecnologia no café". Acesse e leia a carta na íntegra.
CNC ressalta empenho do ex-ministro Stephanes e conta com o atual titular do Mapa, Wagner Rossi, para solucionar a falta de renda e a quitação do passivo financeiro.
O leitor do CaféPoint Sérgio Parreiras Pereira, engenheiro agrônomo, pesquisador do Instituto Agronômico - IAC, Mestre e Doutorando pela Universidade Federal do Lavras - UFLA, mediador da Comunidade Manejo da Lavoura Cafeeira do Peabirus, enviou um comentário ao artigo "3D da cafeicultura: confira os principais desafios". Acesse e leia a carta na íntegra.
Com participação no 11º Agrocafé, no dia 08 de março, Roberto Rodrigues, ex-ministro da agricultura e coordenador do Centro de Agronegócio da FGV, ministrou palestra intitulada "Uma agenda para o agronegócio no século XXI". "O Brasil está se desenvolvendo muito e tem capacidade para mais, porém, falta organização e estratégia", comentou ele.
Vimos com grande interesse o comentário de Sylvia Saes e Bruno Miranda a nosso artigo "Café o Fim de um Ciclo". Com vários questionamentos pertinentes, nos sentimos motivados a estender a discussão.