Aproximação da colheita no Brasil mantém cotações do mercado pressionadas
Mercado físico do café segue com poucos negócios realizados no Brasil
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Mercado físico do café segue com poucos negócios realizados no Brasil
Rodrigo Costa faz sua análise semanal sobre o mercado cafeeiro
Em março, a necessidade de alguns produtores de "fazer caixa" e o início da colheita do robusta da temporada 2013/14 pressionaram as cotações da variedade. Os negócios seguem lentos, com colheita podendo ser intensificada na segunda quinzena de abril. Já os preços do café arábica caíram novamente no correr de março. Os valores registraram fortes oscilações no mercado externo com baixa liquidez no mercado interno.
No mercado de robusta, as cotações também recuaram, pressionadas pelo comportamento do arábica, afirma Centro.
Cepea analisa cotações internas do café arábica, que recuaram fortemente, pressionadas pelas quedas externas.
Até dia 23, os embarques de março estavam em 1,7 mi sacas de café arábica, 42,2 mil sacas de café conilon, que somadas ao de café solúvel, totalizaram 1,9 mi sacas embarcadas.
Segundo o Escritório Carvalhaes, operadores em Nova Iorque aproveitam forte desvalorização do real e aumentam pressão sobre as cotações.
Segundo pesquisadores, no começo do mês as cotações foram pressionadas pelo avanço da colheita no Brasil e pelo temor de uma nova recessão global
Além do clima favorável no Brasil, o maior produtor mundial da variedade, as cotações também foram pressionadas por um movimento de realização de lucros após os ganhos da última sessão. O contrato da commodity com vencimento em março cedeu 4,93% ontem (22/01), encerrando a 148,60 centavos de dólar por libra-peso.
No meio da incerteza econômica global, as commodities caíram bastante no segundo trimestre, pressionadas por temores sobre a fraqueza da demanda. O café foi um dos mais golpeados, com uma queda de 6,8% nos preços que abalou uma matéria-prima por muito tempo considerada à prova de recessão.
A movimentação dos fundos no mercado de café fez os preços subirem ontem na Bolsa de Nova York. O contrato do produto com entrega em dezembro avançou 6,50%, fechando a 173,65 centavos de dólar por libra-peso. Na sexta-feira, os fundos de investimento detinham um grande saldo de posições vendidas - o maior desde 2007, segundo o banco Commerzbank.
Cotações foram pressionadas por clima favorável no Brasil e posicionamento comprado dos fundos de investimentos
Cotações foram pressionadas pela previsão de chuvas no cinturão cafeeiro do Brasil a partir do próximo domingo
Preços foram pressionadas pelo avanço do dólar, principalmente na terça-feira. Preços, contudo, acumulam ganhos de 14% em 12 meses
Cotações foram pressionadas pela crise do petróleo e força do dólar
Cotações também foram pressionadas por fatores técnicos e expectativa de boa oferta por parte do Brasil
Cotações do produto foram pressionadas esta semana pela perspectiva de oferta favorável, colheita do Vietnã e força do dólar
Cotações foram pressionadas, principalmente, por sentimento de oferta satisfatória e força do dólar
Cotações foram pressionadas pelo fortalecimento do dólar e pela expectativa de boa oferta global
Os preços do café arábica encerraram essa quinta-feira (09) em queda nos mercados futuros e físico, após acumularem valorizações desde o primeiro dia do mês. Em Nova York, o primeiro vencimento, setembro/10, teve queda de 395 pontos, fechando a 189,15 centavos de dólar por libra-peso. As cotações foram pressionadas por realizações de lucros. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 332,19, com desvalorização de 0,67%, segundo o indicador Cepea/Esalq.
Os preços do café arábica encerraram essa sexta-feira (14) em queda nos mercados futuros e físico. Em Nova York as cotações foram pressionadas pela alta do dólar e pela preocupação de que a crise da dívida na Grécia poderá se estender. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 285,50, com desvalorização de 1,20%, segundo o indicador Cepea/Esalq.
A Guna Trading House Plc quer se tornar um dos maiores exportadores de café do país, levantando preocupações entre os especialistas da indústria de que as empresas privadas possam ser pressionadas. A companhia começou a exportar seus grãos em junho e pretende exportar pelo menos 12 mil toneladas de café até junho de 2010, disse o gerente geral da Guna, Mulualem Berhane.
As cotações das soft commodities caem na bolsa de Londres (Liffe), pressionadas pela valorização do dólar e por outros fatores intrínsecos ao mercado. Na bolsa de Nova York, os contratos para dezembro fecharam a US$ 1,2895 a libra-peso, com recuo de 340 pontos.
Apesar do recuo, a oferta global de café é apertada e deve dar sustentação aos preços no longo prazo. "O cenário só pode se alterar se a crise econômica europeia e americana evoluir para um quadro de catástrofe", aponta relatório de mercado do Escritório Carvalhaes. No Brasil, o indicador Cepea/Esalq para o café subiu 0,39%, para R$ 446,17 por saca.