Manejo de podas em cafeeiros interage com variedades plantadas
As características das plantas condicionam o uso de podas de modo diferenciado.
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As características das plantas condicionam o uso de podas de modo diferenciado.
As observações de campo mostram que em regiões cafeeiras mais sujeitas a stress hídrico, a adoção de variedades adequadas e o uso de podas auxiliam na redução dos efeitos da falta de água
Característica de vigor dos cafeeiros de uma determinada variedade é muito importante na análise prévia, visando sua escolha para plantio
Por decote e esqueletamento as podas podem reduzir a altura das plantas e os cafeeiros mais baixos favorecem tanto a colheita manual como a mecanizada. Por José Braz Matiello- engenheiro agrônomo da Fundação Procafé.
A indicação normal de podas em lavouras de café conillon é bastante diferente daquela realizada para cafezais com variedades de café arábica. Em cafeeiros conillon a poda é uma prática anual, enquanto nas lavouras de arábica ela é mais eventual, feita apenas quando necessária.
O microclima dentro da lavoura é um fator primordial na evolução do ataque da doença no cafeeiro. Por José Braz Matiello e Saulo R. Almeida engenheiros agrônomos da Fundação Procafé.
Doença causada por fungos do gênero Fusarium tem sido observada em cafeeiros mais velhos, especialmente após podas, comprometendo a circulação da seiva, provocando a seca da copa e podendo levar as plantas à morte
Evento acontece na próxima sexta-feira (14) e será dividido em explicações teóricas e práticas.
Por José Braz Matiello e J.E.P. Paiva e Marcelo Jordão Filho - engenheiros agrônomos da Fundação Procafé.
Em Minas Gerais, maior estado produtor de arábica no País, recuo chega a 18,14%, em comparação com a safra anterior.
Diversos fatores influem na escolha do tipo de poda a se realizar: histórico produtivo, fechamento de ruas, excesso de altura das plantas, perda dos ramos produtivos inferiores ("saia"), má conformação da área produtiva das plantas ("cinturadas", deformadas), danos por geadas, etc.
Sejamos competitivos, mas também diferenciados. Isso poderá gerar um ganho de imagem e percepção que naturalmente se reverte em diferencial econômico. Por Juliano Tarabal, da Federação dos Cafeicultores do Cerrado.
Conheça mais sobre a técnica que consta da abertura de terraços, com cerca de 1,5 m de largura, nas ruas ou no espaço entre-linhas do cafezal. Por José Braz Matiello, engenheiro agrônomo da Fundação Procafé e J. Renato Dias e Lucas Franco - engenheiros agrônomos das Fazendas Sertãozinho.
Conclusões fazem parte de estudo do Programa de Pesquisa em Mudança Climática, Agricultura e Segurança Alimentar e do Centro Internacional de Agricultura Tropical (Ciat)
Evento ocorre na Fazenda Experimental e as inscrições podem ser feitas on-line.
Atualmente é quase inconcebível plantar menos de 5000 plantas de café por ha. Mas, para se chegar a esse ponto custou muito. Por José Braz Matiello, engenheiro agrônomo da Fundação Procafé.
Segundo o técnico de campo, principais manejos trabalhados na propriedade foram podas, replantio, calagem, adubação de solo e controle de pragas e doenças
Segundo o Cepea, a produção brasileira de café (arábica e robusta) na safra 2014/15 foi prevista em 44,57 milhões de sacas de 60 kg, diminuição de 9,33% em relação à colhida na temporada 2013/14. Colaboradores da instituição lembram que também haverá queda na qualidade do grão da safra 2014/15.
Após cinco altas, preços café arábica recuaram com força em maio no físico brasileiro.
Em recente pesquisa realizada em diversas propriedades cafeeiras, na região do Sul de Minas, verificou-se que a cultivar catucai amarelo vem apresentando bom desempenho produtivo A cultivar catucai amarelo vem sendo bastante plantada na Bahia, na Zona da Mata de Minas e no Sul do Espirito Santo. Nas regiões do Alto Paranaíba e Sul de Minas ela vem se expandindo mais recentemente.
Dia de Campo de Café - Manejo, colheita e pós-colheita, levou ao público tecnologias e inovações para o setor, além da apresentação da cultivar de café conilon BRS Ouro Preto, desenvolvida pela Embrapa.
A cafeicultura em Rondônia sempre foi considerada uma das principais atividades agrícolas do estado. No entanto, a mão-de-obra tem sido um grande limitante ao desenvolvimento da produção, que está cada vez menor por conta de problemas como o êxodo rural e o envelhecimento da população do campo. Com foco nesta realidade, a implementação de melhorias na atividade está sendo avaliada pela Embrapa Rondônia.
Para os cafeicultores, a orientação é realizar podas e calagem nas lavouras, além das medidas de controle fitossanitário necessárias
12º Curso de atualização - manejo tecnológico da lavoura cafeeira, será realizado dias 13 e 14 de agosto.