(Imigr)ação e reação
Momentos de depressão nos preços de commodities ou de instabilidade política são o estopim perfeito para o aumento do fluxo de refugiados. Por Bruno Varella.
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Momentos de depressão nos preços de commodities ou de instabilidade política são o estopim perfeito para o aumento do fluxo de refugiados. Por Bruno Varella.
Comprovou-se as características organolépticas do café conilon com notas na escala sensorial da ABIC que ultrapassaram a escala 8, inserindo o conilon na classificação de café gourmet. O setor de produção do café conilon não teme o futuro, está convencido do enorme espaço já conquistado e pretende caminhar para a conquista de horizontes ainda mais amplos. A falácia de que se consegue produzir conilon a baixo custo é um atestado inequívoco de desconhecimento do setor.
As mudanças no mundo atual acontecem muito rapidamente, daí a necessidade de estarmos preparados para aceitá-las, e isso nos leva, então, a uma reflexão: será que estamos preparados para isso? Por Francisco Sérgio Lange.
No Brasil, o FairTrade ganhou uma roupagem tupiniquim e a mensagem principal é que, sim vamos aproveitar tudo da certificação mundialmente reconhecida, mas vamos além criando condições para que mais pessoas sejam beneficiadas. Por Ulisses Ferreira, especialista em cafeicultura sustentável e consultor de associações e certificações agrícolas.
O Repórter Agro entrevista nesta semana o presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Varginha e da Associação dos Sindicatos dos Produtores Rurais do Sul de Minas, Assul, Arnaldo Bottrel Reis. Cafeicultor há 40 anos em Varginha, sul do estado, ele fala do cenário atual da cafeicultura, do descaso do governo com o setor e o pessimismo dos produtores para a próxima colheita, entre maio e agosto de 2014.
Ser familiar não necessariamente significa ser pequeno. O pequeno agricultor pode, perfeitamente, participar do agronegócio, quer contribuindo para a exportação, quer alimentando o povo. "Pode acreditar: inexiste oposição entre agricultura familiar e agronegócio." Por Xico Graziano
Em entrevista à revista Matéria Prima, circulada em fins do mês de setembro sob o título ´Heróis na Europa, vilões no Brasil´, o presidente da Federação da Agricultura de Minas Gerais (Faemg), Roberto Simões, discorre sobre a memória precária herdada pelos novos produtores rurais do Brasil e mantidas pela atual sociedade, sobre a dificuldade da vida no campo e enganos do senso comum a respeito da reforma agrária e questões ambientais. Ressalta ainda que o campo de hoje, ao contrário de nossa história recente, possui "em seu bojo enorme quantidade de tecnologia e inovação".
Acontece mais um abril "vermelho". O roteiro dessa confusão anda bem conhecido pela sociedade. Incerto mesmo está o propósito atual das estripulias agrárias no campo. O que pretende, afinal, o Movimento dos Sem-Terra (MST)?
O jornal O Estado de São Paulo publicou no dia 27/01/2009 notícia de que o ministro do Meio Ambiente quer envolver especialistas e os governos estaduais na mediação de sua divergência pública com o Ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, em torno da reforma do código florestal. É preciso que fique bem claro que o Ministro Sthephanes representa no País a agricultura e a pecuária, envolvendo grandes, médios e pequenos produtores, e a responsabilidade de garantir o abastecimento para nossa população. E o descontentamento com o Código Florestal vigente se manifesta em grandes, médios e pequenos produtores, que trabalham para abastecer o País e outros países que necessitam importar alimentos.