Diga como produz e o mercado dirá quanto vale
A forma como um alimento é produzido pode afetar sua saúde ou o futuro de comunidades inteiras.
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A forma como um alimento é produzido pode afetar sua saúde ou o futuro de comunidades inteiras.
A certificação dos produtos agrícolas é uma das mais importantes tendências da agricultura mundial. Em especial, destacam-se aquelas que estabelecem normas de boas práticas de produção em seus diferentes aspectos -ambiental, social e de qualidade.
O colaborador do CaféPoint Renato H. Fernandes, de Teixeira de Freitas/BA, enviou um comentário ao artigo "Drawback:</i> Isso ainda vai dar muito o que falar", sugerindo que se monte uma equipe de especialistas para conceber possíveis cenários advindos da liberação do drawback. Acesse e leia a carta na íntegra.
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O nosso alerta é para que haja igualdade de condições de tratamento nas políticas públicas para o café, não se permitindo que o valoroso café Conilon se torne um excluído no processo de construção de uma cafeicultura nacional sustentável. Necessitamos de uma política nacional para nossa cafeicultura que envolva um maior volume de recursos federais, no momento certo e na hora adequada.
O Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (FUNCAFE) foi arrecadado durante a vigência da política de confisco cambial. Durante os anos 70 e 80 prevalecia política cambial de desvalorização da moeda nacional, medida utilizada para apoiar o segmento exportador e livrar o país dos constrangimentos externos. O contexto atual é exatamente o oposto daquele em que o confisco foi implementado. Esse fenômeno é bastante perverso para os ativos com cotações em bolsas internacionais, particularmente as commodities agrícolas exportadas pelo Brasil.
Em números, o café é o principal produto agrícola do Peru no quesito exportação. Com 35% da produção vendida aos alemães e 22% com destino em terras norte-americanas, o Peru vendeu mais de 500 milhões de dólares em 2006, com previsão de crescimento na próxima década. O consumo de café no Peru ainda engatinha, principalmente se comparado com os padrões observados em seus vizinhos. Contribui para isso os costumes da população e a pobreza predominante em diversas porções de seu território, e por isso o mercado internacional é a meta. Leia-se, competição com o café brasileiro.
O presidente do Instituto de Estudos do Comércio e Negociações Internacionais (Icone), Marcos Jank, disse em entrevista ao AE Agronegócios que os possíveis avanços nos entendimentos na Organização Mundial de Comércio (OMC) sobre acesso a mercados agrícolas e redução de subsídios só ocorrerão após as saídas de Jacques Chirac e de George Bush das presidências da França e dos Estados Unidos, que acontecerão em 2007 e 2008, respectivamente.
Notícia de Mauro Zanatta para o jornal Valor Econômico informou que o Conselho Monetário Nacional (CMN) deve aprovar, nos próximos dias, uma linha de crédito que financiará, a juros de 8,75% ao ano, os custos de ingresso e de manutenção dos produtores nos mercados futuros.
As condições favoráveis de clima, prevalecentes durante o mês de junho e meados de julho no Brasil, atuaram no sentido de derrubar as cotações internacionais do café, em função do baixo risco de geada e, concomitantemente, da aceleração da colheita.