Café com leite servido em casca de abacate faz sucesso na Austrália
Tudo começou quando a cafeteria Truman Cafe fez uma brincadeira no Instagram; entenda.
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Tudo começou quando a cafeteria Truman Cafe fez uma brincadeira no Instagram; entenda.
Mesmo sendo duas das bebidas mais apreciadas pelo brasileiro, o café e a cerveja sempre foram vistas com características distintas em seu consumo. Unindo estas duas paixões nacionais, a micro-cervejaria Colorado apresenta, em seu portfólio, a cerveja Colorado Demoiselle. Um líquido escuro como a noite, combinado com o aroma e sabor do café, o que dá um toques pra lá de especial para a bebida produzida em Ribeirão Preto.
Ter como hábito tomar café e certos tipos de chá traz consequências para a saúde. Algumas, boas. Outras, nem tanto. Estudos científicos comprovam a eficiência do café na prevenção e no combate de males como diabetes, mal de Parkinson, depressão e mal de Alzheimer, por exemplo. A responsável pela boa ação seria a cafeína, substância estimulante. Veja detalhes sobre os benefícios, malefícios e qual é a melhor forma de consumir as bebidas.
É do senso comum o conhecimento de que o café traz energia para as atividades do dia a dia, proporcionando mais agilidade de raciocínio e disposição para exercícios físicos. Por que não aliá-lo ao futebol, integrando duas paixões nacionais? Isto é o fazem Café Morro Grande e tradicional equipe do interior paulista, XV de Piracicaba. Confira o vídeo
A quarta edição do festival acontece na Bienal do Ibirapuera, entre sexta (27) e domingo (29)
Iniciativa representa a oportunidade perfeita para informar aos coffee lovers, bem como aos run lovers, os benefícios do café para a saúde
Por Enrique Alves, especialista em qualidade do café e pesquisador da Embrapa
Sabendo que o excesso é prejudicial - e essa regra vale para tudo na vida - vamos esclarecer algumas verdades. Por Eliana Relvas de Almeida - engenheira de alimentos e palestrante da 3ª Semana Internacional do Café.
Fala-se, no Brasil, que as coisas começam a funcionar, mesmo, somente depois do carnaval. Na economia, na política, na educação, leva-se tudo em banho-maria até o desfilar da escola de samba. Quando entra a quaresma, aí, sim, vem a pauleira. Tal preceito, porém, vale somente na cidade. Porque no campo o ritmo é diferente. Os agricultores entram no ano novo trabalhando a mil na safra. Outra folia [...]
Aqueles que nesse espaço me acompanham, sabem que este escriba não é dado aos exageros, a não ser os da retórica argumentativa e de suas consequências. A escolha desse título atrai leitores mais curiosos que, ao se deparar com as chatices da economia agrícola, logo partem para outro assunto menos pantanoso, quer pela imprecisão intrínseca ao método de análise empregado nessa ciência, quer pela sua incapacidade de imaginar um futuro plausível para os fenômenos que, por pressuposto, busca elucidar. Portanto, meu leitor ou minha leitora, vá com calma e não exagere.
Procura-se gente capaz de revitalizar o liberalismo e garantir a manutenção de sua força e a relevância de sua mensagem. Após décadas parodiando os chamados "marxistas de galinheiro", chegou a hora de olhar para o nosso próprio terreiro. O mundo anda cheio dos "liberais de galinheiro", com sua interpretação incompleta e curto-prazista de um conjunto de ideias tão rico. Seguir a onda deste grupo não melhorará em nada nossa delicada situação.
Depois de 47 anos de íntima relação com a cafeicultura, Luiz Marcos Suplicy Hafers, de 73 anos, nascido em 1935, na cidade de Santos (SP), reflete a vivência e o conhecimento de quem lida diariamente com um segmento em constante transformação. A simpatia e o bom humor mostra também que ele não se abateu diante das frequentes adversidades proporcionadas por um setor constantemente ameaçado pelo clima e pelas oscilações bruscas de preços, típicas do mercado de commodities.
País em desenvolvimento, eufemismo para nossos inúmeros gargalos, o Brasil possui mais prioridades do que meios de atuação. Por isso, escolher aquilo que é mais importante entre os temas importantes é fundamental; beneficiar determinados grupos com os remédios de sempre tem se mostrado uma prática pouco efetiva, perpetuando problemas seculares em nome da velha saída da socialização das perdas.