Exportadora apresenta estimava de baixa na safra 2017
Terra Forte divulgou um total de 48,05 milhões de sacas produzidas no Brasil no total. Veja os dados para arábica e conilon.
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Terra Forte divulgou um total de 48,05 milhões de sacas produzidas no Brasil no total. Veja os dados para arábica e conilon.
Os grãos vietnamitas tipo 2, 5% preto/queimado, foram ofertados com desconto de até 25 dólares ante o contrato janeiro LRCc2 em Londres, mas menor que os 40 dólares da semana passada. A atual colheita deve atingir pico em meados de novembro.
Para os pesquisadores da Embrapa Rondônia, a mecanização da colheita do café conilon pode ser uma alternativa viável que, além de reduzir o tempo de colheita, a demanda de mão-de-obra e os custos variáveis de produção em até 40% na colheita manual, poderá contribuir positivamente para a profissionalização qualificada e melhoria da renda dos trabalhadores autônomos responsáveis pela colheita do café no Estado.
"Hora de desapegar dos preços, virar a chave e mudar o foco!"
No mês de Setembro de 2008 os preços dos cafés do mercado interno e os preços para exportação (FOB) andaram, mais uma vez, em direções opostas. Enquanto que internamente a média ponderada dos preços caiu 7,13% indo para US$140,49 por saca de 60 kg, levando a média móvel para US$150,06 (-2,40%), o preço FOB aumentou para o patamar de US$168,01, com alta de 1,35%. Como conseqüência, o IPEP ficou em 89,3% com médias de 6 e 12 meses saindo de 91,8% e 92,0% para 91,3% e 91,8%, respectivamente.
O Brasil tem sido pródigo em produzir falsas dicotomias, como a idéia do agronegócio contra a pequena agricultura, a agricultura patronal contra a agricultura familiar ou os grandes produtores contra os sem-terra. Premissas equivocadas alimentam invasões de terra, repulsa a empresas multinacionais e visões opostas sobre o futuro desejável para o setor.
Por sua vez, o café conilon apresentou alta de 3,6% de maio para junho.
Brasil pode chegar a 2018 dividido entre uma volta ao passado e um salto no escuro.
Primeiramente, o atual debate ilustra a forma errática com que a equipe de Michel Temer lida com questões polêmicas. Nada novo em um país viciado em ações focadas no curto prazo. Por Bruno Varella Miranda, mestre em Administração pela USP e Doutor em Economia Aplicada pela Universidade de Missouri - Columbia.
Para safra 2016 o colegiado sugeriu verba de R$ 4,632 bilhões, volume que implica elevação de 12%, ou R$ 496 milhões, ante orçamento de 2015.
Chuvas e dólar fortalecido derrubam empurraram para baixo as cotações, no entanto Brasil entra no último mês do verão 2014/2015 ainda com um déficit de chuva muito grande, especialmente nas Regiões Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste.
Cotações do arábica acumulam queda em janeiro e CNC avalia que pressão baixista pode ser considerada descolada da realidade produtiva do campo.
Em encontro com ministro da Agricultura, representantes do CNC destacam necessidade da autorização da importação e da comercialização de insumos para a elaboração produtos eficientes no combate à broca.
Ciente de que a cafeicultura brasileira necessita de um planejamento de médio e longo prazos para que não seja tão refém das oscilações do mercado, o Conselho Nacional do Café (CNC), com apoio do Sistema OCB, realizará, nos dias 18 e 19 de dezembro, na Casa do Cooperativismo, em Brasília (DF), o seminário "Rumos da Política Cafeeira no Brasil". No evento, temos a pretensão de que especialistas de mercado e lideranças do setor deliberem sobre o cenário atual e tracem um prognóstico para o futuro da cafeicultura no País.
Após Fernando Haddad e Geraldo Alckmin voltarem atrás, é possível dizer que as manifestações no Brasil representam uma estratégia que poderia ser replicada por qualquer grupo de interesse pertencente à sociedade? Bruno Miranda discute as consequências da onda de protestos no Brasil.
O Conselho Nacional do Café - CNC divulga a terceira edição do Boletim Conjuntural Mensal do Mercado de Café, por meio do qual aborda os principais temas do mercado cafeeiro nacional e mundial ocorridos no mês de maio: preços, produção, estoque, tendências de mercado e políticas governamentais estão entre os destaques do mês.
Com a recente queda das cotações do café, representantes do setor se reúnem com o governo federal para buscar alternativas de proteção aos produtores. Segundo o Conselho Nacional do Café - CNC, projetos trabalhados por este grupo junto ao governo federal têm evoluído a favor da cadeia produtiva. Confira
As adversidades provocadas pelo fenômeno La Niña às lavouras de grãos da América do Sul, sobretudo na Argentina e no Brasil, vêm oferecendo sustentação às cotações internacionais de commodities como milho, soja e trigo desde meados de dezembro. Até então a trajetória era de baixa, aprofundada a partir de setembro com a crise em países desenvolvidos e seus reflexos sobre o comportamento da demanda, inclusive em emergentes, essas commodities passaram a acumular ganhos desde então.
O Departamento de Café da Sociedade Rural Brasileira acredita, assim como especialistas do mercado, que nos próximos 10 anos os consumidores mundiais do grão demandarão um adicional de 30 milhões de sacas/ano. A informação, considerando o mercado doméstico, é ratificada pela Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic) em sua pesquisa anual sobre as tendências de consumo de café, que revela um crescimento constante nos últimos anos.
As flutuações do preço de café, ao lado dos acontecimentos fortuitos no processo de produção, são os principais riscos que a atividade cafeeira comporta.
Ao contrário do que se esperava após o início da crise em 2008, em 2009 os preços das principais commodities agrícolas negociadas pelo país no exterior voltaram a subir e a se acomodar em patamares bastante superiores às médias históricas.
Preciosas informações sobre o campo foram recentemente divulgadas pelo IBGE. Elas confirmam o crescimento da agricultura familiar, cujas unidades passaram de 4,1 milhões para 4,5 milhões. Significam agora 88% do número total de estabelecimentos agropecuários do País. Esse interessante fenômeno da economia rural carece de melhor análise acadêmica. Tais dados, obtidos a partir do último Censo Agropecuário, destroem certo discurso boboca que brada estar o modelo do agronegócio acabando com a pequena agricultura.
A primeira etapa da torra nada mais é do que a continuidade do processo de desidratação do grão, ou seja, o objetivo é o de se retirar toda a água livre restante. Entretanto, o processo de torra pode ser denominado de "Paradoxo da Água no Café", pois em sua etapa inicial retira-se a água livre dos grãos através da evaporação, para, no final, ocorrer a formação de água pela Reação de Pirólise.
A pressão das maiores centrais sindicais do Brasil, CUT e Força Sindical, levou o governo federal a adiar a edição da medida provisória (MP) que permitiria o uso de recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) no refinanciamento da dívida de produtores rurais com o setor privado.