Agronegócio questiona reforma tributária proposta pelo Governo
Setor entende que propostas atuais oneram sobremaneira o agronegócio e retira competitividade e renda de todos os segmentos
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Setor entende que propostas atuais oneram sobremaneira o agronegócio e retira competitividade e renda de todos os segmentos
Os desafios da cafeicultura de montanha têm exigido dos cafeicultores persistência e criatividade para encontrar soluções que facilitem os tratos culturais e permitam a redução dos custos de produção. Desde abril de 2010, produtores, pesquisadores, técnicos e consultores debatem o terraceamento das montanhas onde se cultiva café, como alternativa para facilitar os tratos culturais que oneram a atividade. Para ampliar este debate, foi articulada entre os membros da rede social Peabirus uma visita técnica à fazenda Recreio, nesta sexta-feira (15), em São Sebastião da Grama (SP).
Um estudo feito pelo APTA junto com a UNESP teve como objetivo comparar os custos de implantação dos três sistemas de produção, convencional, orgânico e orgânico de montanha. Os custos operacionais totais (COT) de implantação do café nos sistemas orgânico pode ser de 11% a 15% mais barata que o sistema convencional.
O cultivo do café robusta começa a ganhar força em São Paulo como opção para ampliar a renda agrícola e reduzir custos com logística e tributação no processamento dos grãos. A intenção do governo estadual é ampliar o leque de opções de cultivo aos produtores, além de ajudar a desenvolver a economia em algumas regiões.
É preciso defender a preservação. O desmatamento zero. A biodiversidade. E isso está garantido no relatório apresentado pela Comissão Especial do Código Florestal. Mas não se pode aceitar que pessoas que não conhecem a realidade da vida no campo, a luta da produção, por mais bem intencionadas que possam ser, estabeleçam, de modo voluntarista, limites que oneram um setor produtivo que já enfrenta dificuldades para continuar a garantir alimento ao povo brasileiro.
Silas Brasileiro, presidente do Conselho Nacional do Café, escreve sobre as especulações em relação à safra brasileira de café 2023/2024 divulgadas recentemente
Encontro foi permeado pela discussão acerca das exigências ambientais, das restrições ao uso de pesticidas e da rastreabilidade por parte da União Europeia
Cíntia de Matos, presidente da Aliança Internacional das Mulheres do Café no Brasil - IWCA, faz uma análise sobre o atual mercado
Os técnicos consultores e os cafeicultores novos, que agora estão entrando no cultivo de cafezais conilon, devem prestar atenção sobre como realizar a recepa nessas lavouras. Por José Braz Matiello - engenheiro agrônomo da Fundação Procafé.
Leia a entrevista que a Embrapa Café fez com o presidente da Cooperativa Regional dos Cafeicultores de São Sebastião do Paraíso, que completa 55 anos
Mão de obra é o principal responsável pelo custo de produção na atividade cafeeira. Conforme publicado em artigo no início do mês, a mão de obra, além de escassa, está perdendo qualidade. Qual a saída para isso? Acredita-se que a saída para a escassez de mão-de-obra é: mecanização, se é que é possível devido à topografia, restando para a cafeicultura de montanha se tornar apenas familiar, ou trabalhar como parceiro ou meeiro ou mesmo mudar de atividade. Qual sua opinião sobre isso? Acesse e participe.
A espécie <i>Coffea arabica</i> é comercialmente propagada por sementes. Mas esta realidade poderá ser diferente a partir do próximo ano (2010), quando deverão ser distribuídas as primeiras mudas clonais de café arábica produzidas em larga escala em uma biofábrica-piloto via embriogênese somática. O objetivo inicial é a validação da tecnologia e a avaliação do comportamento dos clones junto a produtores rurais de várias cooperativas do estado de Minas Gerais.
O Custo Operacional Total (COT) de produção do café acumula alta de 51% na comparação entre novembro de 2007 e julho de 2008. Apenas com fertilizantes, o impacto isolado no COT é de 17,18% no período. De acordo com a assessora técnica da Comissão Nacional de Café da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Alinne Christóffoli, os insumos são os agentes de maior impacto nas atividades agrícolas do país.
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) disponibilizará R$ 300 milhões das Operações Oficiais de Crédito (2OC) para apoiar a comercialização da safra 2008 do café. Segundo o secretário-executivo do Mapa, Silas Brasileiro, será lançado o Prêmio Equalizador Pago ao Produtor (Pepro) para o café, e a modelagem técnica dos leilões será feita por grupo de trabalho criado pelo Conselho Deliberativo da Política do Café (CDPC).