Replicando histórias de sucesso no agronegócio café: Metodologia, ambiente propício e tecnologia
Ficou claro que o que havia sido feito no Brasil não era necessariamente aplicável em outros países. Por Carlos H. J. Brando.
113 resultados para "olhando"
Ficou claro que o que havia sido feito no Brasil não era necessariamente aplicável em outros países. Por Carlos H. J. Brando.
Com a colaboração de cafeicultores foram definidas e planejadas quatro linhas de ação: Qualidade do café, Identidade da Região, Governança e Mercado. Por José Luis Rufino, engenheiro agrônomo, consultor do Sebrae (MG) e superintendente do Centro de Excelência do Café das Matas de Minas.
Sexto maior exportador mundial do grão, o país embarcou abaixo da média recente este ano, devido ao pouco volume de produção da safra passada e preços acima do mercado. Atualmente há a expectativa de safra maior, o que força as cotações do café indiano a se reajustarem aos valores internacionais, aumentando procura de compradores.
Olhando algumas simulações é possível afirmar que a atual seca ainda vai longe. O maior problema neste momento é termos alguma chuva nas áreas de café, as flores abrirem e, depois, não termos chuva suficiente para a manutenção desta florada.
O Globo Rural foi acompanhar a colheita de um café especial, orgânico, que há cinco anos vem sendo vendido para o exterior. Quem trabalha com café pode achar que a safra já passou e que a notícia está atrasada, mas não. É que vem de Pernambuco a reportagem, e lá a colheita só começa em agosto, quando os grãos já saíram do campo no sudeste e termina por agora, em novembro.
Após focar no mercado asiático, a Starbucks quer expandir sua rede de cafeterias na América Latina, especialmente no Brasil, de acordo com o CEO da empresa Howard Schultz. A Starbucks tem aproximadamente US$ 2 bilhões em caixa para investir de "maneira agressiva e oportunista", disse Schultz, em Madrid.
A colheita do café segue em ritmo acelerado em todas as regiões produtoras do Brasil. No Paraná o percentual de cafezais colhidos ultrapassa os 70%, com bons índices de produtividade, além da qualidade estar, também, muito boa. As informações partem do boletim agrometeorológico da Somar Meteorologia.
O temor da indústria de alimentos e bebidas - e também de varejistas concorrentes - em relação à possível fusão entre Carrefour e grupo Pão de Açúcar se resume a uma palavra: concentração. "Quanto mais concentração, pior é para os fabricantes", disse o presidente de uma indústria de bebidas, que prefere não ser identificado. "Se nosso poder de barganha diminui, o varejista acaba impondo seus preços", acrescentou.
O leitor do CaféPoint Creuzo Takahashi, engenheiro agrônomo e diretor -presidente da Copermonte enviou um comentário em relação ao artigo "Até onde vai o preço da saca de café?", dizendo que somente haverá uma estabilização nos preços se o consumo diminuir, equilibrando a oferta e demanda, então a questão é: Até onde vai o preço do café que o consumidor está disposto a pagar?
A Equipe CaféPoint esteve em Três Pontas/MG em evento realizado pela Nucoffee através da Syngenta e gravou diversas entrevistas com os participantes. Natália Fernandes conversou com Maurício Araújo, cafeicultor e consultor técnico em café, a respeito das dificuldades enfrentadas na produção de cafés e sua experiência como consultor.
A Equipe CaféPoint esteve no Espaço Café Brasil 2010, em São Paulo/SP e gravou diversas entrevistas com os participantes da feira. Natália Fernandes conversou com Nathan Herszkowicz, diretor-executivo da Abic, a respeito da situação da indústria brasileira de café, aumento de sua participação no mercado externo e os benefícios do novo regulamento do Mapa. Acesse e confira!
Sylvia Saes, professora do Departamento de Administração da USP, pesquisadora do PENSA e colaboradora do CaféPoint, esteve presente no Seminário Internacional de Café de Santos, nos dias 18 e 19 de maio, participando do painel sobre produção brasileira da safra 2010/11. Sylvia concedeu entrevista ao CaféPoint e falou sobre a atual situação dos cafeicultores e do setor e sua opinião sobre o Drawback. Acesse e confira!
No início de 2010, analistas chegaram a apostar que a recuperação estava ganhando corpo, mas a confiança foi diluída com sinais de crise no mercado de trabalho americano e agora pelo contágio da fragilidade fiscal no sul da Europa. Analistas temem que a dificuldade na rolagem da dívida pública no sul da Europa abalem a confiança na estabilidade dos governos da zona do euro e atrase as perspectivas de retomada da economia global em 2010.
Algumas simulações apontam chuva forte entre os dias 24 e 26 de janeiro, porém, seria insuficiente para reverter a estiagem na região. E além disso, a partir do dia 27, voltará o tempo seco, sem previsão de outras chuvas fortes.
O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, avaliou ontem, 28, que a ação do governo, de intervir no mercado de café, com vistas a aumentar os estoques do produto, pode ser positiva, já que nos próximos quatro anos a oferta deverá ser menor que a demanda. Ele afirmou que, "entre outras coisas", o Ministério da Agricultura irá comprar o produto para estocar. Os detalhes da atuação estão sendo elaborados e passam pela aprovação do Ministério da Fazenda.
A primeira grande onda de frio deverá chegar ao Rio Grande do Sul na segunda quinzena de maio. Atenção para os desvios muito negativos previstos para julho: apesar de mais curto, este inverno será um dos mais frios dos últimos anos.
A classe média, que recebeu pouca pressão nos preços dos produtos consumidos nos últimos anos, deverá ser uma das mais afetadas a partir de agora, com a chegada da crise. De um lado virão as perdas de emprego e de renda; de outro, os novos produtos inseridos no dia-a-dia dos consumidores dessa classe são os que devem registrar as maiores altas.
Segundo pesquisa do Banco Central, analistas estimam crescimento de 2% na economia do país neste ano. A redução no ritmo de atividade econômica e a expectativa de inflação sob controle devem abrir espaço para que o BC retome o ciclo de corte da taxa básica de juros, a Selic, ao longo de 2009 e 2010.
O fenômeno La Niña acabará até o meio do ano, aumentando a chance de ondas de frio continentais avançarem pelo país. Estas ondas de frio são as que costumam provocar geadas. Entretanto, entre a chance das ondas de frio continentais aumentar e acontecer a geada na área de café, existe uma grande distância.
O outono de 2011 não será tão seco e quente quanto o de 2010. Volta e meia, uma ou duas vezes por mês, uma frente fria poderá trazer chuva à região produtora.
Olhando-se inicialmente os sinais dos desvios: existem mais chuvas acima ou abaixo da média para os próximos cinco meses? Caso exista uma tendência, você já poderá tomar alguma decisão importante.
Em resumo, precisamos diminuir progressivamente o "custo" derivado da derrota em uma eleição. Ou, olhando sob outro ângulo, uma saída inteligente seria limitar os "ganhos" da vitória.
Com dezenas de atrativos, Cafés do Espírito Santo divulga as belezas do estado e fomenta o café como destaque turístico
O debate sobre o Código Florestal tem estereótipos muito bem definidos. A discussão se polariza e se transforma numa batalha entre os que querem destruir o meio ambiente, os ruralistas, e os que lutam para defendê-lo, os ambientalistas. Olhando para o problema dessa forma simplória, o julgamento é imediato. Entretanto, a despeito da improbabilidade de alguém, em pleno século 21, continuar empenhado em destruir o meio ambiente, é esclarecedor nos fazermos a seguinte pergunta: a agropecuária brasileira quer mesmo desmatar mais? Qual é a razão do descontentamento com a lei florestal? O que incomoda o setor rural no Código Florestal é que ele joga o custo da preservação ambiental apenas nos produtores.