Porto de Douala: após fim de greve, comercialização de café é retomada
A categoria entrou em paralisação devido aos atrasos nos pagamentos de salários.
300 resultados para "newswires"
A categoria entrou em paralisação devido aos atrasos nos pagamentos de salários.
Acumulado da safra fechou maio com embarque de 8.097 toneladas do produto.
Este ano a somatória das vendas foi de 37.411 toneladas, ante 43.539 toneladas em igual período do ano passado.
A tendência é de queda para os preços futuros do café robusta nos próximos meses, apesar dos temores quanto às safras da Indonésia e do Vietnã, avalia o Commerzbank, banco comercial na Alemanha, em nota.
O banco de investimentos Goldman Sachs cortou em 7,7% sua projeção para os preços futuros do café arábica, de 130 cents/lb para 120 cents/lb em três, seis e 12 meses na ICE Futures. Na avaliação do banco norte-americano, o clima favorável deve impulsionar a safra e ampliar os estoques.
O consumo de café pelos brasileiros este ano está entre 2,5% e 3% acima do verificado em 2012. Entre novembro de 2011 e outubro de 2012, os brasileiros usaram 20,3 milhões de sacas de 60 quilos, e esse volume deve aumentar para 20,9 milhões de sacas em 2012/13, segundo a Abic.
O aumento esperado na produção deve melhorar as perspectivas de exportação, tendo em vista que a Índia embarca ao exterior 70% da safra, revelou o Conselho de Café do país. No período de 1º de janeiro a 18 de julho, as exportações recuaram 4% na comparação anual devido à alta dos preços domésticos.
Para os 12 meses até maio, a produção de café colombiana somou 8,82 milhões de sacas. Em 2012, o país colheu 7,74 milhões de sacas, 1% abaixo do obtido em 2011. A Fedecafe espera um aumento da produção em 2013 em virtude de um programa de renovação dos pés de café do país.
As exportações de países latino americanos que produzem café arábica lavado cresceram 18% em outubro em comparação ao mesmo mês do ano passado. Em setembro, aumento havia sido de 7%. O grupo regional, base das estatísticas, exclui o Brasil, que produz mais café arábica natural que as variedades lavadas.
Queda acontecerá apesar das condições favoráveis durante a colheita em principais áreas de cultivo, afirma o Departamento de Agricultura dos EUA - USDA. Por outro lado, o órgão espera que o embarque de café do país seja o segundo maior do ciclo histórico, com 1,3 milhão de toneladas, ou 21,7 milhões de sacas.
As cotações do arábica encerraram a segunda-feira (23) em alta após consecutivas quedas na semana anterior. O movimento do café, segundo analistas ouvidos pela Dow Jones Newswires, foge um pouco da tendência das "soft" commodities ao fechar em alta, o que é um sinal de força técnica no mercado. No mercado interno a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 523,90, com valorização de R$ 6,53 segundo o indicador Cepea/Esalq.
Considerada uma das commodities mais sensíveis a turbulências econômicas, o café caiu 4,96% na bolsa de NY por conta das preocupações com a saúde financeira global. Os contratos com vencimento em dezembro fecharam a US$ 2,70 por libra-peso.
Os preços do café fecharam a quarta-feira em alta na bolsa de Nova York. Analistas ouvidos pela Dow Jones Newswires disseram que o café, como outras commodities, foi impulsionado pelo câmbio. Os preços do café vêm em forte recuperação nas últimas semanas, impulsionados pelo aperto entre a oferta e demanda global da commodity e pelas incertezas sobre o tamanho da próxima safra do Brasil, maior produtor e exportador mundial.
As cotações do café voltaram a subir na última sexta-feira na bolsa de Nova York, novamente impulsionadas pela expectativa de que a safra brasileira seja menor do que a esperada. Os contratos com vencimento em dezembro encerraram a semana cotados a US$ 2,7920 por libra-peso, alta de 370 pontos em relação à véspera. Segundo analistas consultados pela agência Dow Jones Newswires, o mercado deverá seguir sustentado até as primeiras previsões oficiais para a produção do Brasil na safra 2012/12. Na semana passada, apenas na segunda-feira houve queda. A maior alta foi justamente a de sexta-feira. No mercado brasileiro, a saca de 60,5 quilos do café de boa qualidade saiu entre R$ 500 e R$ 510, segundo o Escritório Carvalhaes, de Santos.
Segundo analistas ouvidos pela Dow Jones Newswires, os preços da commodity podem sofrer alguma correção após subirem 14% em duas semanas sem que houvesse qualquer novidade do ponto de vista dos fundamentos. Fundos de investimento, que haviam apostado contra o café, cobriram suas posições nos últimos dias e deram impulso às cotações.
Os futuros do café arábica na bolsa de Nova York subiram de forma expressiva no pregão de ontem puxados pelo risco de estoques mundiais apertados ao fim da temporada 2010/11. Os contratos com vencimento em dezembro encerraram o dia a US$ 2,55 a libra-peso, valorização de 560 pontos. De acordo com analistas ouvidos pela Dow Jones Newswires, a performance da commodity é a melhor entre as agrícolas até agora.
Os preços do café tiveram um dia de forte reação no mercado futuro de Nova York ontem. Os contratos de arábica para entrega em dezembro fecharam em alta de 570 pontos, cotados a US$ 2,4405 por libra-peso. Segundo analistas ouvidos pela Dow Jones Newswires, a commodity foi puxada por compras de torrefadoras, que voltaram ao mercado depois que as cotações recuaram para o patamar mais baixo em seis meses e meio nesta semana.
Analistas ouvidos pela Dow Jones Newswires disseram que a commodity foi impulsionada pelo enfraquecimento do dólar, que reflete o aumento das preocupação com a crise da dívida nos Estados Unidos.
Mercado de café arábica voltou a subir nesta quinta-feira (07). Na bolsa de Nova York os contratos para setembro/11 terminaram o pregão a 268,70 centavos de dólar por libra-peso, com alta de 110 pontos. Segundo analistas ouvidos pela Dow Jones Newswires, produtores do Brasil ordenaram um grande volume de vendas após o fechamento, o que pode pressionar os preços nesta sexta-feira. No mercado físico a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 478,75, com valorização de R$ 6,36 segundo o indicador Cepea/Esalq. Já há oferta restrita de cafés de menor qualidade em função da demanda aquecida.
Um cenário de possível aperto na oferta de café fez com que a commodity tivesse alta ontem (31) na bolsa de Nova York. Os contratos para setembro encerraram o pregão a US$ 2,6775 por libra-peso, alta de 95 pontos. De acordo com a agência Dow Jones Newswires, apesar da previsão da Organização Internacional de Café (OIC) de um aumento nas exportações da ordem de 17%, o aperto no suprimento ainda pode acontecer em virtude das chuvas torrenciais na Colômbia e por causa da possibilidade de geadas no maior produtor mundial, o Brasil.
Os contratos futuros de café subiram na bolsa de Londres ontem (17) em uma sessão de baixo volume de negociação por causa do feriado de Martin Luther King nos Estados Unidos. Os papéis para março deste ano fecharam a US$ 2.140 por tonelada, alta de US$ 16.
Após iniciar a semana com consecutivas quedas, os preços do café arábica encerraram essa quarta-feira (28) em alta nos mercados futuros e físico. Em Nova York, o primeiro vencimento, setembro/10, teve alta de 365 pontos, fechando a 167,40 centavos de dólar por libra-peso. Segundo a Dow Jones Newswires, o mercado subiu apoiado em compras especulativas de fundos, mas também no sentimento que a oferta de café ainda é apertada, mesmo com o avanço da colheita no Brasil. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 305,78, com valorização de 1,73%, segundo o indicador Cepea/Esalq.
Os preços do café arábica encerraram essa quarta-feira (21) em queda na bolsa de Nova York. Segundo a Dow Jones Newswires, além do avanço da colheita da safra brasileira, que tem elevado a disponibilidade de café no mercado, investidores estão reduzindo sua exposição ao risco diante das incertezas econômicas mundiais. A retração de vendedores sustentou os preços no mercado interno, contrariando o movimento de queda em Nova York. O indicador Cepea/Esalq do café arábica foi cotado a R$ 291,05, com valorização de 0,16%.
Os preços do café arábica encerraram essa terça-feira (13) em alta nos mercados futuros. No mercado físico, o indicador Cepea/Esalq registrou leve queda, porém, os preços em outras praças produtoras registraram alta. A valorização em NY foi em função das preocupações do mercado em relação a um aperto no abastecimento de café. Segundo a Dow Jones Newswires, a dificuldade em se encontrar grandes volumes de café de alta qualidade é cada vez maior.